Vacina hepatite – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Thu, 18 Mar 2021 22:38:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png Vacina hepatite – SPSP https://spsp.org.br 32 32 A caderneta de vacinação do seu filho está em dia? https://spsp.org.br/abril-azul-a-caderneta-de-vacinacao-do-seu-filho-esta-em-dia/ Thu, 19 Apr 2018 18:40:45 +0000 http://www.pediatraorienta.org.br/?p=2035 As vacinas são meio eficaz e seguro de proteção contra determinadas doenças. Elas são responsáveis por diversas melhorias na saúde, como o aumento da expectativa de vida nas últimas décadas e erradicação de diversas doenças, como a varíola, poliomielite, entre outras. Quem está vacinado tem maior capacidade de resistência na eventualidade de uma doença surgir, além de também proteger quem está ao redor. Portanto, é preciso que todos – em especial crianças e adolescentes – estejam com a caderneta de vacinação em dia. Peça orientação ao pediatra para saber quais as vacinas recomendadas e aproveite para colocar em dia a caderneta de vacinação de toda a família, crianças e adultos. Acesse o Calendário de Vacinação recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria e peça orientação ao seu pediatra. ___ Coordenação do Pediatra Orienta Publicado em: 19/04/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.]]>

As vacinas são meio eficaz e seguro de proteção contra determinadas doenças. Elas são responsáveis por diversas melhorias na saúde, como o aumento da expectativa de vida nas últimas décadas e erradicação de diversas doenças, como a varíola, poliomielite, entre outras.

Quem está vacinado tem maior capacidade de resistência na eventualidade de uma doença surgir, além de também proteger quem está ao redor. Portanto, é preciso que todos – em especial crianças e adolescentes – estejam com a caderneta de vacinação em dia.

Peça orientação ao pediatra para saber quais as vacinas recomendadas e aproveite para colocar em dia a caderneta de vacinação de toda a família, crianças e adultos.

Acesse o Calendário de Vacinação recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria e peça orientação ao seu pediatra.

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Coordenação do Pediatra Orienta

Publicado em: 19/04/2018.

Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.

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Abril Azul – Confiança nas vacinas https://spsp.org.br/abril-azul-confianca-nas-vacinas-2/ Fri, 13 Apr 2018 18:31:07 +0000 http://www.pediatraorienta.org.br/?p=2028 A vacina, provavelmente junto com a água potável, representa uma das mais importantes conquistas da humanidade no campo da saúde pública, contribuindo inclusive para o aumento da expectativa de vida observado nas últimas décadas nas diversas populações. Ainda sim, alguns grupos acreditam que vacinas não devem ser indicadas. “Infelizmente, temos observado que as taxas de coberturas vacinais – tanto no Estado de São Paulo como no País –, outrora em níveis bastante elevados, têm consistentemente apresentado reduções expressivas”, afirma Marco Aurélio Palazzi Sáfadi, presidente do Departamento de Imunizações da SPSP. “Muitas notícias falsas, amparadas em estudos inidôneos, além de radicalismos dentre alguns (e – ainda bem – raros) profissionais de saúde, fizeram com que dúvidas sobre a eficácia, e mais grave, sobre ‘grandes riscos” relacionados às vacinas tomassem corpo e conduzissem a um aumento na recusa vacinal”, comenta Claudio Barsanti, presidente da SPSP. É uma situação alarmante, que coloca a população em risco de voltar a conviver com doenças já controladas, ou mesmo eliminadas, no Brasil, como por exemplo, sarampo, rubéola, difteria, entre outras.

De acordo com Regina Célia Succi, membro do Departamento de Infectologia da SPSP, em 2016, após uma queda nas taxas de imunização nos estados de Pernambuco e Ceará, o País registrou o primeiro surto de sarampo desde 2000. Também em 2016 a taxa de imunização contra poliomielite foi a menor dos últimos doze anos (84,4%). “Não há dados suficientes para definir se essa queda na cobertura vacinal persistirá, mas há preocupações a respeito”, comenta a infectologista.

Os benefícios diretos e indiretos gerados com ações de imunizações são inequívocos e surpreendentes: inúmeras evidências demonstram seu potencial de redução da mortalidade entre crianças, adolescentes e adultos, melhoria das condições de saúde e bem-estar das comunidades. “Além de representar economia para a sociedade, tanto através de redução de custos com consultas, tratamentos e internações hospitalares decorrentes das doenças, como de menor absenteísmo escolar e de trabalho”, explica Sáfadi. “A imunização é o investimento em saúde com melhor custo-efetividade e a Organização Mundial de Saúde estima que as imunizações evitem entre dois e três milhões de mortes a cada ano no mundo”, complementa Regina Célia. Ela esclarece que, apesar dos benefícios serem indiscutíveis, só podem ser obtidos com elevado custo financeiro e o empenho de uma grande estrutura dos programas públicos de vacinas e autoridades sanitárias, além da atuação individual dos profissionais de saúde. “O Programa Nacional de Imunizações (PNI) no Brasil é competente e reconhecido, e tem obtido coberturas vacinais superiores a 90% para quase todos os imunobiológicos distribuídos na rede pública nas últimas décadas”, informa a médica.

“No sentido mais amplo do cuidar, os pais e responsáveis que se sentem inseguros evitam a aplicação das vacinas, o que traz repercussões individuais e coletivas de grande risco, comprometendo não só a saúde do indivíduo não vacinado, mas também, de toda a população”, alerta Barsanti. O presidente do Departamento de Imunizações lista: as vacinas foram responsáveis pela erradicação da varíola no mundo, eliminaram a poliomielite, o sarampo e a rubéola em vários países, além de terem reduzido e controlado doenças que eram responsáveis por milhares de mortes, sequelas e hospitalizações, como o tétano, as meningites causadas pelo Haemophilus influenzae b, meningococo e pneumococo, a caxumba, a varicela, a diarreia pelo rotavírus, as hepatites A e B, entre outras.

Campanha Abril Azul

O profissional de saúde, especialmente o pediatra, é considerado a principal e mais confiável fonte de informação para as famílias sobre a importância das vacinas. “Atualmente, há uma crescente disponibilidade de novas vacinas e frequentes atualizações dos calendários vacinais, o que exige atualizações frequentes do pediatra”, conta Regina Célia Succi. Nesse sentido, a Sociedade de Pediatria de São Paulo lançou a campanha Abril Azul – Eu cuido, eu confio, eu vacino. Um dos objetivos é conscientizar o profissional de saúde do seu papel fundamental na manutenção da confiança e credibilidade das vacinas, habilitando-o a enfrentar a questão da hesitação ou recusa vacinal de forma ética e segura. “A confiança dos pais e responsáveis no pediatra e em suas orientações é uma verdade e se mostra como o principal caminho para que se demonstre a importância de um calendário vacinal completo”, defende o presidente da SPSP.

Outro objetivo é o de apoiar, através de educação, informação e conscientização, ações que promovam o alcance das imunizações à nossa população. “Creio ser uma obrigação da comunidade científica, neste momento em que as notícias falsas e manipuladas se tornaram cotidianas, desempenhar o seu papel de esclarecimento, enfatizando o impacto proporcionado pelos programas de imunização na prevenção de doenças e todos os desfechos associados a elas, como sequelas, hospitalizações e mortes”, enfatiza Marco Aurélio Palazzi Sáfadi. “Vamos todos participar, explicando a todos os envolvidos na atenção à criança e ao adolescente que as vacinas são aliadas e não inimigas na busca da saúde”, finaliza Claudio Barsanti.

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Publicado em 13/04/2018

Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.

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Alterações no Calendário Público de Vacinação https://spsp.org.br/alteracoes-no-calendario-publico-de-vacinacao/ Thu, 07 Apr 2016 10:23:49 +0000 https://comunidadespsp.wordpress.com/?p=1124 Recentemente o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, divulgou as alterações dos calendários vacinais públicos do Brasil que entraram em vigor a partir de 2016. Devemos ter em mente que os calendários de vacinas devem ser dinâmicos e sempre estarem adequados à situação das doenças, mas podem mudar, ou devido à experiência acumulada com o uso das vacinas, que pode sinalizar para a necessidade de número ou intervalo de doses diferentes, ou ao surgimento de novas vacinas, sempre em busca de uma harmonização e uma adequada distribuição das mesmas durante a infância. As principais alterações nessas recomendações estão descritas abaixo: 1) Vacina hepatite B: passa a ser disponível gratuitamente para indivíduos de qualquer idade (vacinação universal) com o intuito de controlar essa importante doença em toda a população. A vacina já vinha sendo disponibilizada no calendário infantil, para gestantes e para adultos de até 49 anos. 2) Vacina meningite C: passa a ser recomendada para crianças menores de cinco anos (de até 4 anos e 11 meses). A vacina já vinha sendo aplicada em menores de dois anos. Além disso, a terceira dose passa dos 15 para os 12 meses de vida. 3) Vacina hepatite A: com o intuito de não se acumular muitas injeções aos 12 meses, a dose da vacina passa a ser aplicada aos 15 e não mais aos 12 meses de vida.Está disponível em toda a rede pública. 4) Vacina pneumocócica (conjugada 10 valente): a vacina era aplicada num esquema de três doses no primeiro ano de vida (2, 4 e 6 meses) e um reforço aos 12 meses = esquema 3+1, e a partir de agora passa a ser aplicada em duas doses (2 e 4 meses) com reforço aos 12 meses = esquema 2+1. Os estudos demonstraram uma efetividade muito semelhante entre os dois esquemas, com redução de número de casos e mortes em países que optaram por um ou outro calendário. Além disso, a vacina passa a ser recomendada para crianças menores de cinco anos (de até 4 anos e 11 meses). A vacina vinha sendo aplicada em menores de dois anos. 5) Vacina HPV: estudos demonstraram que a resposta imune à vacina HPV em meninas menores de 15 anos é muito semelhante quando se aplicam duas ou três doses. A partir daí, com o intuito de facilitar o acesso dos países à vacinação e permitir um maior número de meninas vacinadas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a preconizar o esquema de duas doses com um intervalo de seis meses entre elas, e a própria bula da vacina considera este esquema alternativo como válido. 6) Vacina poliomielite: o PNI passa a disponibilizar a vacina inativada nas três primeiras doses, aos 2, 4 e 6 meses, mantendo o uso da vacina oral (Sabin) nos reforços de 15 meses e cinco anos. Esta alteração faz parte da estratégia global de eliminação da pólio que inclui a suspensão do uso da vacina de vírus vivos oral. A partir do segundo semestre o PNI também passará a utilizar uma vacina oral contendo dois e não mais três tipos do vírus da pólio (vacina oral bivalente), já que o tipo 2 já foi erradicado do planeta. Diferenças entre os calendários público e privado Embora o calendário de vacinação da criança, preconizado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), hoje, seja muito semelhante ao disponibilizado pelo PNI, existem ainda algumas recomendações propostas pela SBP que diferem, seja pela inclusão de outras faixas etárias ou pelo número diferente de doses, além da recomendação de vacinas ainda não disponibilizadas na rede pública. ___ Relator: Dr. Renato Kfouri Departamento Científico de Infectologia da SPSP. Publicado em 7/03/2016. photo credit: Attila Barabás | Dreamstime.com Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.]]>

dreamstime_xs_46433096_PRecentemente o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, divulgou as alterações dos calendários vacinais públicos do Brasil que entraram em vigor a partir de 2016.

Devemos ter em mente que os calendários de vacinas devem ser dinâmicos e sempre estarem adequados à situação das doenças, mas podem mudar, ou devido à experiência acumulada com o uso das vacinas, que pode sinalizar para a necessidade de número ou intervalo de doses diferentes, ou ao surgimento de novas vacinas, sempre em busca de uma harmonização e uma adequada distribuição das mesmas durante a infância.

As principais alterações nessas recomendações estão descritas abaixo:

1) Vacina hepatite B: passa a ser disponível gratuitamente para indivíduos de qualquer idade (vacinação universal) com o intuito de controlar essa importante doença em toda a população. A vacina já vinha sendo disponibilizada no calendário infantil, para gestantes e para adultos de até 49 anos.

2) Vacina meningite C: passa a ser recomendada para crianças menores de cinco anos (de até 4 anos e 11 meses). A vacina já vinha sendo aplicada em menores de dois anos. Além disso, a terceira dose passa dos 15 para os 12 meses de vida.

3) Vacina hepatite A: com o intuito de não se acumular muitas injeções aos 12 meses, a dose da vacina passa a ser aplicada aos 15 e não mais aos 12 meses de vida.Está disponível em toda a rede pública.

4) Vacina pneumocócica (conjugada 10 valente): a vacina era aplicada num esquema de três doses no primeiro ano de vida (2, 4 e 6 meses) e um reforço aos 12 meses = esquema 3+1, e a partir de agora passa a ser aplicada em duas doses (2 e 4 meses) com reforço aos 12 meses = esquema 2+1. Os estudos demonstraram uma efetividade muito semelhante entre os dois esquemas, com redução de número de casos e mortes em países que optaram por um ou outro calendário. Além disso, a vacina passa a ser recomendada para crianças menores de cinco anos (de até 4 anos e 11 meses). A vacina vinha sendo aplicada em menores de dois anos.

5) Vacina HPV: estudos demonstraram que a resposta imune à vacina HPV em meninas menores de 15 anos é muito semelhante quando se aplicam duas ou três doses. A partir daí, com o intuito de facilitar o acesso dos países à vacinação e permitir um maior número de meninas vacinadas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a preconizar o esquema de duas doses com um intervalo de seis meses entre elas, e a própria bula da vacina considera este esquema alternativo como válido.

6) Vacina poliomielite: o PNI passa a disponibilizar a vacina inativada nas três primeiras doses, aos 2, 4 e 6 meses, mantendo o uso da vacina oral (Sabin) nos reforços de 15 meses e cinco anos. Esta alteração faz parte da estratégia global de eliminação da pólio que inclui a suspensão do uso da vacina de vírus vivos oral. A partir do segundo semestre o PNI também passará a utilizar uma vacina oral contendo dois e não mais três tipos do vírus da pólio (vacina oral bivalente), já que o tipo 2 já foi erradicado do planeta.

Diferenças entre os calendários público e privado

Embora o calendário de vacinação da criança, preconizado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), hoje, seja muito semelhante ao disponibilizado pelo PNI, existem ainda algumas recomendações propostas pela SBP que diferem, seja pela inclusão de outras faixas etárias ou pelo número diferente de doses, além da recomendação de vacinas ainda não disponibilizadas na rede pública.

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Relator:
Dr. Renato Kfouri

Departamento Científico de Infectologia da SPSP.

Publicado em 7/03/2016.
photo credit: Attila Barabás | Dreamstime.com

Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.

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