Taturana – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Sun, 15 Dec 2013 21:00:06 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png Taturana – SPSP https://spsp.org.br 32 32 Conheça esta lagarta (ou taturana) https://spsp.org.br/conheca-esta-lagarta-ou-taturana-2/ Sun, 15 Dec 2013 21:00:06 +0000 http://comunidadespsp.wordpress.com/?p=378 Seu nome científico é Lonomia obliqua, um tipo de taturana venenosa nativa das matas do sul do Brasil que vive em comunidades sobre cedros e aroeiras. Com o desmatamento, passou a viver em pomares domésticos, em árvores como pessegueiro, abacateiro e ameixeira. Estudos sobre seus predadores naturais não encontraram aves nem mamíferos que as comam, já que as cerdas são defesas contra esse tipo de animais. São encontradas nas regiões centro-sul, sudeste e sudoeste. Maior número de acidentes com esta taturana ocorrem na primavera e verão, épocas de usar roupas mais leves, sem mangas, saias e shorts, quando as áreas do corpo suscetíveis ficam mais expostas aos contatos. O contato leve com os espinhos do dorso das larvas libera o veneno das lagartas, que pode provocar alterações da coagulação e hemorragias graves. Os acidentes com esta taturana deixaram de ser fatais desde que foi desenvolvido o soro antilonômico pelo Instituto Butantã. A única prevenção é evitar o contato da pele com as lagartas. ___ Relatora: Dra. Regina Maria C. Gikas Membro do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP Publicado no site da SPSP em 12/12/2012 photo credit: Regina Maria C. Gikas Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.]]>

LagartaSeu nome científico é Lonomia obliqua, um tipo de taturana venenosa nativa das matas do sul do Brasil que vive em comunidades sobre cedros e aroeiras.

Com o desmatamento, passou a viver em pomares domésticos, em árvores como pessegueiro, abacateiro e ameixeira.

Estudos sobre seus predadores naturais não encontraram aves nem mamíferos que as comam, já que as cerdas são defesas contra esse tipo de animais.

São encontradas nas regiões centro-sul, sudeste e sudoeste. Maior número de acidentes com esta taturana ocorrem na primavera e verão, épocas de usar roupas mais leves, sem mangas, saias e shorts, quando as áreas do corpo suscetíveis ficam mais expostas aos contatos.

O contato leve com os espinhos do dorso das larvas libera o veneno das lagartas, que pode provocar alterações da coagulação e hemorragias graves.

Os acidentes com esta taturana deixaram de ser fatais desde que foi desenvolvido o soro antilonômico pelo Instituto Butantã.

A única prevenção é evitar o contato da pele com as lagartas.

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Relatora:
Dra. Regina Maria C. Gikas
Membro do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP

Publicado no site da SPSP em 12/12/2012
photo credit: Regina Maria C. Gikas

Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.

Licença Creative Commons
Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.

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