Organizações – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Mon, 18 Nov 2024 14:23:53 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png Organizações – SPSP https://spsp.org.br 32 32 Por uma maior conscientização sobre a prematuridade https://spsp.org.br/orientacao-aos-pais-sobre-dislexia-entendendo-e-apoiando-seu-filho-2/ Sun, 17 Nov 2024 11:00:00 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=48922 O dia 17 de novembro, considerado o Dia Internacional de Conscientização Sobre Prematuridade, foi criado por organizações de mães na Europa e pela European Foundation for the Care]]>

O dia 17 de novembro, considerado o Dia Internacional de Conscientização Sobre Prematuridade, foi criado por organizações de mães na Europa e pela European Foundation for the Care of Newborn Infants (EFCNI) em 2008. Em 2010, a organização norte-americana March of Dimes, a organização africana LittleBigSouls, a Australian National Preemie Foundation e a EFCNI se juntaram para celebrar esse dia especial.

Desde 2011 é designado o Dia Mundial da Prematuridade e, desde então, vem abarcando mais e mais países no mundo. Em 2013 eram 60 e em 2019 já tinham mais 100 países, em que grupos de pais, famílias, profissionais de saúde, políticos, hospitais, organizações e outras partes interessadas envolvidas no nascimento prematuro realizam campanhas de mídia, eventos locais e outras atividades em níveis local, regional, nacional ou internacional para conscientizar o público.

O dia foi ampliado para todo o mês de novembro, sendo escolhido o roxo, por simbolizar sensibilidade e individualidade, características que são muito peculiares aos recém-nascidos pré-termos. O roxo também significa transmutação, ou seja, mudança, transformação.

O número de bebês prematuros no mundo ainda é muito elevado, segundo a Organização Mundial da Saúde. Em 2020, aproximadamente 13,4 milhões de bebês nasceram prematuros no mundo, representando mais de 10% de todos os nascimentos. No Brasil, em 2023, a ocorrência desses nascimentos chegou a cerca de 301.718 (11,9% dos nascidos vivos), sendo equivalente a 840 por dia.

O Novembro Roxo é o mês dedicado às ações de sensibilização voltadas para prevenir ou minimizar o nascimento prematuro, já que é atualmente uma das principais causas de óbito no período neonatal e entre crianças menores de cinco anos.

Durante esse mês são realizadas atividades e mobilizações direcionadas ao enfrentamento do parto prematuro, com foco na prevenção do nascimento antecipado e na conscientização sobre os riscos envolvidos, bem como na assistência, proteção e promoção dos direitos dos bebês prematuros e suas famílias.

O parto prematuro pode, em grande parte, ser prevenido com um pré-natal adequado e iniciado precocemente. A detecção de problemas maternos, que podem desencadear o parto prematuro, deve ser feita durante as consultas de pré-natal, incluindo avaliação de exames clínico-laboratoriais, que estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde. Um atendimento adequado no pré-natal já irá diminuir o número de bebês que nascem antes de 37 semanas de idade gestacional.

Em alguns casos, mesmo realizando um pré-natal adequado, o bebê pode nascer prematuro, seja por doenças maternas graves ou por problemas do próprio bebê. Nesses casos eles deverão nascer em hospitais que tenham Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), possibilitando o cuidado adequado para esses pequenos pacientes.

Os problemas da prematuridade vão além do baixo peso, um prematuro precisa de cuidados especiais na UTI, o que aumenta em três vezes o risco de morte e sequelas futuras para sua vida adulta. Observa-se que com os avanços tecnológicos dos últimos anos está aumentando a sobrevida de recém-nascidos cada vez mais prematuros, com possibilidade de sobrevida de bebês que nascem a partir de 24-25 semanas.

Essas crianças permanecem por um longo tempo internadas e, durante esse período, seus pais passam por vários graus de ansiedade e de medos. Medo da perda, de sequelas e depois, próximo da alta, o medo de cuidar em casa. Portanto, além da equipe da UTIN cuidar do recém-nascido, deve cuidar também da família, que irá necessitar de muito apoio e acolhimento. E progressivamente, de acordo com a evolução do bebê, ir estimulando os pais a participarem dos cuidados do dia a dia.

 

Relatora:
Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck
Membro do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo

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Amamentação:  Apoio em todas as situações https://spsp.org.br/amamentacao-apoio-em-todas-as-situacoes/ Thu, 01 Aug 2024 12:29:17 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=47358 A Semana Mundial de Amamentação iniciou suas comemorações no ano de 1992, a partir da Declaração de Innocenti de 1990. Este documento reconhece o direito fundamental]]>

A Semana Mundial de Aleitamento Materno iniciou suas comemorações no ano de 1992, a partir da Declaração de Innocenti de 1990. Este documento reconhece o direito fundamental de mães amamentarem e bebês serem amamentados como fator importante para saúde e bem-estar de ambos.

Em 2024 a WABA (Word Alliance for Breastfeeding Action), que é uma rede global de indivíduos e organizações dedicadas à proteção, promoção e apoio à amamentação em todo o mundo, e a IBFAN Brasil (Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar – International Baby Food Action Network), que têm lutado por um mundo sem pressões comerciais, para que as mulheres possam tomar decisões informadas quanto à alimentação infantil de forma adequada. Estas organizações trazem como tema deste ano, no Agosto Dourado, o APOIO À AMAMENTAÇÃO EM TODAS AS SITUAÇÕES, reduzindo as desigualdades. 

Segundo estas instituições, a SMAM (Semana Mundial de Aleitamento Materno) está apoiada em 4 pilares que são:

Informar: sobre as desigualdades existentes no apoio à amamentação e sobre os seus indicadores.

Promover: ações para reduzir as desigualdades no apoio à amamentação com foco em grupos de apoio.  

Consolidar: a amamentação como um fator que contribui para diminuir as diferenças na sociedade.

Envolver: líderes como pessoas e organizações para colaborar e apoiar a amamentação.

Inúmeras são as situações em que as mães e os bebês precisam de apoio. 

Dentre as situações em que as lactantes devem ser apoiadas, temos:  as mulheres que trabalham de maneira formal e informal na volta ao trabalho; as mães de prematuros; nas crises climáticas (enchentes, tufões, terremotos etc.); nas diferenças de gênero e raça e várias outras situações cujo apoio é fundamental para que o aleitamento materno seja exclusivo até o sexto mês e complementado até dois anos ou mais, segundo a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O que podemos fazer? 

Para a mulher trabalhadora formal, devemos promover legislações que permitam que amamentem, exclusivamente, até o sexto mês, além de trabalhar com sindicalistas para informar aos trabalhadores sobre os seus direitos.  Para as trabalhadoras informais, é necessário fornecer locais para que elas possam amamentar e coletar o seu leite perto do local de trabalho, assim como receber ajuda financeira para que possam permanecer mais tempo em casa com seus filhos.

Para as mães de prematuros, o apoio nas maternidades, para evitar o desmame precoce, é de fundamental importância para que os bebês possam sair de alta em aleitamento materno exclusivo. Este apoio passa por orientações sobre a importância da amamentação, estimular que os bebês prematuros possam ir de forma precoce para o seio materno e estimulação à coleta frequente do leite materno para que a produção láctea da mãe não diminua.

Nas crises climáticas, os profissionais da saúde devem ficar atentos ao assédio das indústrias de fórmulas infantis nas doações e distribuições de forma indiscriminadas. Devemos ficar atentos ao Código Internacional de Comercialização de Substitutos do Leite Materno (NBCAL) que regulamenta a distribuição de fórmulas.

Nos casos de diferenças racial e social, que existam sistemas públicos que ofereçam grupos de apoio à mulher e às suas famílias com informações oportunas e precisas, bem como apoio prático e emocional para promover a amamentação ideal na iniciação e estimulação à manutenção do aleitamento materno.  

O aleitamento materno é um dos melhores investimentos em Saúde Global. Ao intervir para que possamos prolongar a amamentação, melhoraremos a saúde e sobrevivência de mães e crianças e teremos a melhoria do meio ambiente, que ficarão mais livres de resíduos e substâncias tóxicas.    

ESTE MATERIAL FOI ELABORADO A PARTIR DO SITE DA WABA E DA IBFAN BRASIL.

Saiba mais:

– WABA (Word Alliance for Breastfeeding Action). https://waba.org.my/

– IBFAN (Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar – International Baby Food Action Network). http://www.ibfan.org.br/site/

 

Relatora:
Rosângela Gomes dos Santos
Presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo

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Dia Internacional das Crianças Desaparecidas https://spsp.org.br/dia-internacional-das-criancas-desaparecidas-3/ Sat, 25 May 2024 12:51:42 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=46236 Todos os anos, no dia 25 de maio, desde 1983, o mundo se reúne para comemorar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, um dia dedicado a aumentar a sensibilização]]>

Todos os anos, no dia 25 de maio, desde 1983, o mundo se reúne para comemorar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, um dia dedicado a aumentar a sensibilização para a questão alarmante das crianças desaparecidas e a oferecer esperança às suas famílias.

Desde então, outros países ao redor do mundo adotaram comemorações semelhantes. Em 2001, o dia 25 de maio foi formalmente reconhecido pela primeira vez como o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas.

A edição deste ano marca a 41ª celebração do Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, que tem como símbolo o miosótis; o que começou como um dia de comemoração, agora destaca os esforços daqueles que trabalham para trazer as crianças e adolescentes desaparecidos para casa e a necessidade de ação e cooperação contínuas por parte de indivíduos, agências de aplicação da lei e governos.

Os números são surpreendentes e exigem atenção imediata. Na Europa, os dados revelam o desaparecimento de 250 mil crianças anualmente – o que equivale a uma criança desaparecida a cada dois minutos. A maioria destes incidentes envolveu crianças que fugiram, representando 66% dos novos casos notificados, 24% envolveram raptos parentais e 3% envolveram crianças desaparecidas na migração.

Nos EUA, estima-se que 2.300 crianças desaparecem todos os dias e 460 mil são dadas como desaparecidas todos os anos. Quase 90% das crianças desaparecidas se perderam ou fugiram de casa, menos de 1% do total de casos de crianças desaparecidas é coberto pelos noticiários e uma em cada seis crianças desaparecidas acaba no tráfico sexual.

No Brasil, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2023), em 2022 foram registrados 74.061 pessoas desaparecidas, média de 203 desaparecimentos diários.

O desconhecimento dos desaparecimentos dificulta o estabelecimento do perfil; no triênio 2019-2021, foram analisados mais de 300 mil registros, sendo que 29,3% são adolescentes com idades entre 12 e 17 anos e as crianças representam 3,1%.

Como proceder em caso de desaparecimento de crianças?

O registro do desaparecimento deve ser imediato – não se deve esperar transcorrer 24 horas – e pode ser realizado em qualquer unidade da Polícia Civil, Polícia Militar ou até mesmo pela Delegacia Virtual;

Ao perceber que seu filho – ou qualquer outra criança – não retornou para casa, ou até mesmo se perdeu, registrar imediatamente o Boletim de Ocorrência para que as buscas possam se iniciar;

As primeiras horas são as mais críticas em casos de crianças desaparecidas. Portanto, é importante entrar em contato com a polícia local e fornecer imediatamente informações sobre a criança;

Será necessária uma foto recente da criança, informar o que ela estava vestindo e detalhes sobre quando e onde ela foi vista pela última vez;

Após notificar as autoridades, é importante manter a calma – para que possam lembrar com mais facilidade de detalhes sobre o desaparecimento da criança;

Existe a obrigatoriedade de notificação a portos, aeroportos, Polícia Rodoviária e companhias de transporte interestaduais e internacionais.

Criado pela Lei nº 13.812, de 16 de março de 2019, que instituiu a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas, o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas (CNPD) é uma ferramenta fundamental para uma resposta do poder público brasileiro aos casos de desaparecimento no Brasil, crescentes a cada ano.

O projeto de lei (PL 2.099/2019) determina que será obrigatória a inclusão das informações sobre o desaparecimento de menores no Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos e no Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas – que integra o Sistema Nacional de Localização e Identificação de Desaparecidos (Sinalid).

Em 2022 foi feita uma parceria entre a Sociedade Brasileira de Pediatria e o Conselho Nacional do Ministério Público, com uma campanha de peso sobre as crianças desaparecidas, que vem para ajudar a reverter esta situação tão dramática e impactante.

O dia 25 de maio homenageia todos aqueles que trabalham dia e noite para saber mais sobre as crianças desaparecidas, mostra como as pessoas podem contribuir e agradece a todas as organizações relevantes pelos seus esforços.

Como indivíduos, profissionais e organizações, temos a responsabilidade de proteger nossas crianças e adolescentes.

Juntos podemos ajudar a trazê-los para casa!

 

Saiba mais:

– FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. 17º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. São Paulo: Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2023. Disponível em: https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2023/07/anuario-2023.pdf. Acesso em: 15/05/2024.

– FATOS SOBRE CRIANÇAS DESAPARECIDAS QUE VOCÊ NÃO SABIA. National Missing Children’s Day – May 25, 2024. Disponível em: https://nationaltoday.com/national-missing-childrens-day/

– Every 2 Minutes A Child Disappears in Europe – Urgent Call to Action on International Missing Children’s Day. Missing Children Europe. Disponível em: https://missingchildreneurope.eu/press-release-imcd-2023/

 

Relatora:
Renata D Waksman
Presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo
Coordenadora do Blog Pediatra Orienta da SPSP

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Uma pequena vela acesa na escuridão da noite https://spsp.org.br/uma-pequena-vela-acesa-na-escuridao-da-noite/ Fri, 18 Aug 2023 19:06:40 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=39038 O sofrimento humano, assim como o mal, serão sempre temas desafiadores para o entendimento de qualquer pessoa. Acredito que a melhor maneira ]]>

O sofrimento humano, assim como o mal, serão sempre temas desafiadores para o entendimento de qualquer pessoa. Acredito que a melhor maneira de continuar sendo “otimista” com a humanidade é destacar que atos de bondade e de justiça continuam sendo realizados em extraordinária quantidade.

Faz parte do lado bom desse cenário ruim a comemoração do Dia Mundial Humanitário. É uma data especial, destinada a homenagear e reconhecer o trabalho incansável e altruísta de profissionais e organizações humanitárias em todo o mundo.

A origem do Dia Mundial Humanitário remonta a 2008, quando a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou uma resolução designando o dia 19 de agosto como um momento para prestar homenagem aos trabalhadores em atividades de assistência humanitária e para lembrar o público sobre as vidas perdidas nessas missões. A data foi escolhida por recordar o trágico atentado à sede da ONU em Bagdá, Iraque, em 2003, que tirou a vida de 22 funcionários, incluindo o então enviado especial das Nações Unidas, o embaixador brasileiro Sérgio Vieira de Mello.

O objetivo do Dia Mundial Humanitário vai além da justa homenagem a esses “heróis”. Lembra-nos, também, que aqueles que estão em vulnerabilidade, seja por desastres naturais, fome, doenças ou outras emergências, têm pressa absoluta.

Os assim chamados trabalhadores humanitários são verdadeiros exemplos de dedicação, compaixão e coragem. Eles se dedicam a prestar assistência médica, providenciar abrigo, água potável, alimentos e apoio emocional para milhões de pessoas afetadas por guerras, catástrofes naturais e outras crises humanitárias. Muitas vezes, enfrentam condições perigosas e desafiadoras para oferecer ajuda e alívio aos mais necessitados; operam, frequentemente, em ambientes hostis, com ameaça à sua segurança e o risco de se tornarem alvo de violência.

Recordo aqui a morte trágica, no Haiti, da Dra. Zilda Arns Neumann, pediatra e sanitarista, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança e coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa, organismos de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que, em 12 de janeiro de 2010, ao término da palestra que realizava no prédio paroquial da Igreja Sacré Coeur, em Porto Príncipe, capital do Haiti, acabou atingida por destroços do prédio que ruiu pelo violento terremoto que estava devastando aquela cidade.

A celebração dessa data nos convida a refletir sobre a nossa humanidade. É, também, um chamamento para oferecer apoio formal e objetivo para organizações e projetos envolvidos nessas atividades.

O altruísmo é a disposição ou comportamento de ajudar ou beneficiar os outros sem esperar algo em troca. Esse comportamento envolve amor ao próximo, compaixão e empatia. No trabalho humanitário, assim como na vida, a jornada é tão significativa quanto o destino. A verdadeira realização no trabalho humanitário não está na grandiosidade dos resultados, mas no compromisso sincero de tocar vidas e ser uma fonte de esperança.

Imagine uma pequena vela acesa na escuridão da noite. Essa vela representa o trabalho humanitário, cujo propósito é trazer luz e calor para as vidas que foram envolvidas pelas sombras do sofrimento. A luz de uma vela pode parecer insignificante diante da vastidão da escuridão, mas é capaz de acender outras velas ao seu redor.

Parece que, paradoxalmente, nesse trabalho humanitário, aquele que se dá é quem mais recebe.

 

Relator:
Fernando MF Oliveira
Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP

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