Março Lilás – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Thu, 18 Mar 2021 22:38:19 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png Março Lilás – SPSP https://spsp.org.br 32 32 Desmistificando a UTI Neonatal https://spsp.org.br/desmistificando-a-uti-neonatal/ Thu, 05 Mar 2020 18:15:00 +0000 https://www.pediatraorienta.org.br/?p=3040 Meu filho nasceu prematuro e foi para a UTI. E agora? No Brasil, em 2017, 11% dos nascidos vivos foram prematuros e 1,4% dos recém-nascidos pesaram menos que 1.500 gramas. Alguns prematuros necessitam de cuidados especiais e, por isso, logo após o nascimento, são encaminhados para a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Na UTIN, eles recebem todos os cuidados para tratar as doenças da prematuridade e, ao mesmo tempo, dar condições para o seu corpo continuar a se desenvolver. Quais são os cuidados que ele vai receber? Na UTIN, os cuidados são dados aos bebês prematuros de acordo com a necessidade de cada um. Os bebês podem precisar de ajuda para respirar e por isso recebem oxigênio, que pode ser administrado de diversas maneiras. A pressão arterial do prematuro pode oscilar e pode ser necessário o uso de medicações. Além disso, outros problemas que ele porventura apresente são rapidamente identificados e tratados. Ele faz alguns exames para detectar problemas no cérebro, nos olhos e na audição, que não são percebidos com o exame físico do bebê e que são tratados se necessário. E como eu vou amamentar meu filho? Os prematuros muito pequenos não conseguem se alimentar sozinhos. No início, eles podem receber a nutrição parenteral, que é administrada diretamente na veia, mas tão logo seja possível, começa-se a oferecer o leite materno da própria mãe, de preferência cru, ou se não for possível, o leite humano que é pasteurizado no Banco de Leite Humano. Assim, é muito importante, caso o bebê não consiga mamar, que se faça a extração do leite da mãe para que possa ser oferecido a ele, com orientação dos profissionais de enfermagem. Como o prematuro muito pequeno não consegue coordenar a sucção, a respiração e a deglutição, o leite da mãe é oferecido por uma sonda que vai direto ao estômago. À medida que o bebê for crescendo, ele adquire essa capacidade. O fonoaudiólogo faz uma avaliação e diz quando é possível começar a oferecer o leite pela boca, direto do seio materno. Nos horários em que a mãe não estiver na UTIN, o leite é oferecido pelo copinho. E quem vai cuidar do meu bebê? A UTIN tem uma equipe multiprofissional, composta por pediatras, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos e outros profissionais que trabalham de forma integrada para oferecer o melhor cuidado para cada bebê. Diariamente, os diferentes profissionais se reúnem para discutir cada paciente e definir, em conjunto, o que é melhor para ele em um cuidado individualizado. O que é o cuidado individualizado? O cuidado individualizado para o prematuro tem como objetivo ajudar o desenvolvimento do seu cérebro enquanto ele está na UTIN. O ambiente da UTIN apresenta vários estímulos visuais e auditivos que podem causar estresse ao bebê: os tratamentos necessários para salvar a sua vida podem causar desconforto e a separação do bebê de seus pais pode interferir na formação do vínculo entre eles. Todos esses fatores podem dificultar o desenvolvimento do cérebro do prematuro, requerendo, dessa forma, um cuidado planejado. Cada procedimento deve ser adaptado de acordo com a sensibilidade de cada um. O cuidado individualizado baseia-se nas respostas comportamentais do bebê e é adaptado para que o prematuro se mantenha calmo e organizado a maior parte do tempo e, assim, seu cérebro se desenvolva. E os pais podem participar do cuidado ao prematuro? A participação dos pais no cuidado do bebê prematuro não só é possível, como também é recomendada. Ela traz muitos benefícios como, por exemplo, o fortalecimento do vínculo dos pais com o bebê. Para isso, é recomendado que os pais venham diariamente a UTIN e fiquem com o seu bebê o maior tempo possível. Com o passar dos dias, os pais se acostumam com o ambiente da UTIN, ficam menos estressados e passam a interagir cada vez mais com os profissionais que lá atuam, contribuindo para um melhor cuidado nesse primeiro lar do prematuro. Durante a internação, os pais vão conhecendo cada dia mais o seu filho e a melhor maneira de realizar os procedimentos com o bebê. Quando for possível, os pais passam a cuidar do bebê, trocando as fraldas, dando banho e alimentando, de forma que, ao chegar no momento da alta, eles estejam preparados para continuar com os cuidados ao seu filho no novo lar. ___Relatora:Dra. Marina Carvalho de Moraes Barros Departamento de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo]]>

Meu filho nasceu prematuro e foi para a UTI. E agora?

No Brasil, em 2017, 11% dos nascidos vivos foram prematuros e 1,4% dos recém-nascidos pesaram menos que 1.500 gramas. Alguns prematuros necessitam de cuidados especiais e, por isso, logo após o nascimento, são encaminhados para a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Na UTIN, eles recebem todos os cuidados para tratar as doenças da prematuridade e, ao mesmo tempo, dar condições para o seu corpo continuar a se desenvolver.

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Quais são os cuidados que ele vai receber?

Na UTIN, os cuidados são dados aos bebês prematuros de acordo com a necessidade de cada um. Os bebês podem precisar de ajuda para respirar e por isso recebem oxigênio, que pode ser administrado de diversas maneiras. A pressão arterial do prematuro pode oscilar e pode ser necessário o uso de medicações.

Além disso, outros problemas que ele porventura apresente são rapidamente identificados e tratados. Ele faz alguns exames para detectar problemas no cérebro, nos olhos e na audição, que não são percebidos com o exame físico do bebê e que são tratados se necessário.

E como eu vou amamentar meu filho?

Os prematuros muito pequenos não conseguem se alimentar sozinhos. No início, eles podem receber a nutrição parenteral, que é administrada diretamente na veia, mas tão logo seja possível, começa-se a oferecer o leite materno da própria mãe, de preferência cru, ou se não for possível, o leite humano que é pasteurizado no Banco de Leite Humano. Assim, é muito importante, caso o bebê não consiga mamar, que se faça a extração do leite da mãe para que possa ser oferecido a ele, com orientação dos profissionais de enfermagem.

Como o prematuro muito pequeno não consegue coordenar a sucção, a respiração e a deglutição, o leite da mãe é oferecido por uma sonda que vai direto ao estômago. À medida que o bebê for crescendo, ele adquire essa capacidade. O fonoaudiólogo faz uma avaliação e diz quando é possível começar a oferecer o leite pela boca, direto do seio materno. Nos horários em que a mãe não estiver na UTIN, o leite é oferecido pelo copinho.

E quem vai cuidar do meu bebê?

A UTIN tem uma equipe multiprofissional, composta por pediatras, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos e outros profissionais que trabalham de forma integrada para oferecer o melhor cuidado para cada bebê. Diariamente, os diferentes profissionais se reúnem para discutir cada paciente e definir, em conjunto, o que é melhor para ele em um cuidado individualizado.

O que é o cuidado individualizado?

O cuidado individualizado para o prematuro tem como objetivo ajudar o desenvolvimento do seu cérebro enquanto ele está na UTIN. O ambiente da UTIN apresenta vários estímulos visuais e auditivos que podem causar estresse ao bebê: os tratamentos necessários para salvar a sua vida podem causar desconforto e a separação do bebê de seus pais pode interferir na formação do vínculo entre eles.

Todos esses fatores podem dificultar o desenvolvimento do cérebro do prematuro, requerendo, dessa forma, um cuidado planejado. Cada procedimento deve ser adaptado de acordo com a sensibilidade de cada um. O cuidado individualizado baseia-se nas respostas comportamentais do bebê e é adaptado para que o prematuro se mantenha calmo e organizado a maior parte do tempo e, assim, seu cérebro se desenvolva.

E os pais podem participar do cuidado ao prematuro?

A participação dos pais no cuidado do bebê prematuro não só é possível, como também é recomendada. Ela traz muitos benefícios como, por exemplo, o fortalecimento do vínculo dos pais com o bebê. Para isso, é recomendado que os pais venham diariamente a UTIN e fiquem com o seu bebê o maior tempo possível. Com o passar dos dias, os pais se acostumam com o ambiente da UTIN, ficam menos estressados e passam a interagir cada vez mais com os profissionais que lá atuam, contribuindo para um melhor cuidado nesse primeiro lar do prematuro. Durante a internação, os pais vão conhecendo cada dia mais o seu filho e a melhor maneira de realizar os procedimentos com o bebê. Quando for possível, os pais passam a cuidar do bebê, trocando as fraldas, dando banho e alimentando, de forma que, ao chegar no momento da alta, eles estejam preparados para continuar com os cuidados ao seu filho no novo lar.

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Relatora:
Dra. Marina Carvalho de Moraes Barros
Departamento de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo

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Campanha Março Lilás – Atenção ao cuidado do bebê prematuro https://spsp.org.br/campanha-marco-lilas-atencao-ao-cuidado-do-bebe-prematuro-2-2/ Fri, 01 Mar 2019 18:44:21 +0000 http://www.pediatraorienta.org.br/?p=2474 Neste mês de março, a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) promove mais uma campanha: Março Lilás – Atenção ao cuidado do bebê prematuro, um tema muito importante, uma vez que no Brasil nascem ao redor de 3 milhões de crianças por ano e, destas, cerca de 11% são prematuras (com idade gestacional abaixo de 37 semanas). Em São Paulo, o número de nascimentos ao ano é ao redor de 600 mil crianças, mantendo a mesma proporção de prematuros.

De acordo com a coordenadora da campanha, Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck, vice-presidente da SPSP e presidente do Departamento de Neonatologia da SPSP, esses prematuros nascem por diversas causas, que devem ser avaliadas e discutidas junto às Sociedades de Pediatria, Obstetrícia e órgãos públicos, com o objetivo de prevenir a prematuridade. “Para isso, temos o dia 17 de novembro como o Dia Mundial da Prematuridade, celebrado em mais de 50 países, com o intuito de lembrar as causas da prematuridade e discutir estratégias para diminuir essa taxa”, afirma.

março lilás

Atenção à saúde do prematuro

Conforme explica Lilian, os pediatras e neonatologistas, preocupados com os cuidados e desafios relacionados aos bebês que nascem prematuros, batalharam e conseguiram a promulgação, em 2009, do Projeto de lei nº 146, que instituiu o Dia da Atenção ao Cuidado do Bebê Prematuro, comemorado todo o dia 14 de março, no âmbito do Estado de São Paulo. “Em 2017, a SPSP lançou a campanha Março Lilás, ampliando a atenção à saúde do prematuro para todo o mês de março”, comenta a médica.

“Um dos motivos pelos quais lançamos campanha foi, em primeiro lugar, devido ao aumento no número de casos de prematuros no Brasil e em São Paulo. Além do alto índice no nascimento de prematuros, também observamos um número cada vez mais crescente de prematuros com idade gestacional mais baixa”, revela Claudio Barsanti, presidente da SPSP, enfatizando que a atenção neonatal se desenvolveu muito nas últimas décadas e que, atualmente, o cuidado ao bebê prematuro, mesmo aqueles com menos idade e peso, tem obtido muito mais sucesso.

O médico ressalta que existem cuidados que devem ser dirigidos especificamente ao bebê prematuro, pois existem riscos que são inerentes (ou maiores) nesta população. Ele declara que é fundamental que haja uma atenção muito bem-feita, seja no pós-natal imediato como também após a alta, durante o acompanhamento desse bebê. “Dessa forma, diante do aumento na incidência de prematuros e da importância de se ter um atendimento/seguimento adequado, a SPSP destacou esse tema como uma de suas campanhas”, afirma Barsanti.

Equipe bem treinada

No período da campanha, deve-se intensificar a capacitação das equipes multiprofissionais, constituídas por neonatologistas, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoterapeutas, psicólogos, nutricionistas e assistentes sociais, na prestação dos cuidados especializados que o bebê prematuro e sua família necessitam, não só durante a internação, mas também durante o acompanhamento após a alta hospitalar. “É importante não só melhorar as taxas de sobrevida desses pacientes, como também garantir uma qualidade de vida adequada”, relata Lilian.

De acordo com a neonatologista, os cuidados essenciais com o prematuro já começam no momento do nascimento, com uma boa atenção obstétrica e neonatal nesse período de grande vulnerabilidade, que é a transição da vida intra-uterina para a extra-uterina. “Para isso, é necessário uma equipe treinada para fazer a recepção e realizar todas as manobras de reanimação que o bebê prematuro poderá necessitar. Isso já implica que ele deve nascer em um serviço capacitado”, aponta a médica, esclarecendo que após o nascimento, um grande número desses bebês irá necessitar de cuidados intensivos, como suporte ventilatório, monitorização dos sinais vitais e nutrição parenteral.

Lilian destaca, ainda, que durante sua internação, o bebê prematuro poderá apresentar uma série de intercorrências que irão demandar algum cuidado do neonatologista e da equipe multiprofissional, além de outras especialidades médicas. “Quanto mais prematuro maior o risco de morrer e maior o tempo de internação. Vale ressaltar que a mortalidade entre os RN prematuros é muito elevada: dados do DataSUS, de 2016, mostram que 79 (no Brasil) e 70 (em São Paulo) para cada mil RN nascidos prematuros evoluem a óbito no período neonatal (até 28 dias de vida)”, informa a neonatologista.

Para Barsanti, é preocupação constante da SPSP, desde a sua fundação, dar enfoque na discussão e na apresentação de temas de grande importância da Pediatria, o que inclui as campanhas promovidas pela SPSP, entre as quais o Março Lilás – Atenção ao cuidado do bebê prematuro”. “A SPSP já vem promovendo reuniões, encontros e palestras científicas diretamente relacionadas à abordagem do recém-nascido e à área neonatal, e daremos maior ênfase ao tema durante o mês de março, quando ocorre a campanha. Assim teremos não só a possibilidade de realizar um uptodate e discutir ações com os profissionais dessa área, como também estaremos presentes para a sociedade em geral, alertando as pessoas para o risco da prematuridade e como deve ser esse acompanhamento”, conclui o presidente da SPSP.

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Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP.

Publicado em 01/03/2019.

Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.

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Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.

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Março Lilás: atenção ao cuidado do bebê prematuro https://spsp.org.br/marco-lilas-atencao-ao-cuidado-do-bebe-prematuro-3/ Fri, 09 Mar 2018 18:20:53 +0000 http://www.pediatraorienta.org.br/?p=1981 No Brasil, de um total de aproximadamente três milhões de nascimentos em 2015, 326.879 (11%) foram prematuros, segundo dados do DataSUS. No estado de São Paulo a taxa de prematuridade é de 10,8%, portanto nascem cerca de 68 mil crianças prematuras por ano. Os bebês que nascem com idade gestacional menor do que 37 semanas irão necessitar, muito frequentemente, de internação em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal para receber cuidados especializados, administrados por uma equipe multiprofissional. Esses dados enfatizam a importância desse segmento de pacientes e justificam a promulgação, em 2009, do Projeto de Lei nº 146, que instituiu o Dia da Atenção ao Cuidado do Bebê Prematuro, comemorado todo o dia 14 de março, no âmbito do Estado de São Paulo. Campanha Março Lilás Em 2017, a SPSP lançou uma campanha denominada Março Lilás – Atenção ao cuidado do bebê prematuro, ampliando a atenção à saúde do prematuro para todo o mês de março. Nesse período, deve-se intensificar a capacitação das equipes multiprofissionais, constituídas por neonatologistas, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoterapeutas, psicólogos, nutricionistas e assistentes sociais, na prestação dos cuidados especializados que o bebê prematuro e sua família necessitam, não só durante a internação, mas também durante o acompanhamento após a alta hospitalar. Também se deve atuar frente às famílias de bebês prematuros proporcionando informações confiáveis sobre sua evolução e a importância de sua participação durante a internação e no seguimento do tratamento. Pais e cuidadores de bebês prematuros podem acessar o Manual de Orientação aos pais, familiares e cuidadores de prematuros após a alta hospitalar – clique aqui. ____ Relatora: Dra. Lilian dos Santos R. Sadeck Departamento Científico de Neonatologia da SPSP. Publicado em 9/03/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.]]>

No Brasil, de um total de aproximadamente três milhões de nascimentos em 2015, 326.879 (11%) foram prematuros, segundo dados do DataSUS. No estado de São Paulo a taxa de prematuridade é de 10,8%, portanto nascem cerca de 68 mil crianças prematuras por ano.

Os bebês que nascem com idade gestacional menor do que 37 semanas irão necessitar, muito frequentemente, de internação em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal para receber cuidados especializados, administrados por uma equipe multiprofissional. Esses dados enfatizam a importância desse segmento de pacientes e justificam a promulgação, em 2009, do Projeto de Lei nº 146, que instituiu o Dia da Atenção ao Cuidado do Bebê Prematuro, comemorado todo o dia 14 de março, no âmbito do Estado de São Paulo.

Campanha Março Lilás

Em 2017, a SPSP lançou uma campanha denominada Março Lilás – Atenção ao cuidado do bebê prematuro, ampliando a atenção à saúde do prematuro para todo o mês de março. Nesse período, deve-se intensificar a capacitação das equipes multiprofissionais, constituídas por neonatologistas, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoterapeutas, psicólogos, nutricionistas e assistentes sociais, na prestação dos cuidados especializados que o bebê prematuro e sua família necessitam, não só durante a internação, mas também durante o acompanhamento após a alta hospitalar.

Também se deve atuar frente às famílias de bebês prematuros proporcionando informações confiáveis sobre sua evolução e a importância de sua participação durante a internação e no seguimento do tratamento.

Pais e cuidadores de bebês prematuros podem acessar o Manual de Orientação aos pais, familiares e cuidadores de prematuros após a alta hospitalar – clique aqui.

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Relatora:
Dra. Lilian dos Santos R. Sadeck
Departamento Científico de Neonatologia da SPSP.

Publicado em 9/03/2018.

Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.

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