H1N1 – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Thu, 18 Mar 2021 22:38:44 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png H1N1 – SPSP https://spsp.org.br 32 32 Como funcionam e o que esperar das vacinas de gripe em crianças? https://spsp.org.br/como-funcionam-e-o-que-esperar-das-vacinas-de-gripe-em-criancas/ Fri, 03 Apr 2020 16:44:11 +0000 https://www.pediatraorienta.org.br/?p=3104 A gripe é uma infecção respiratória causada pelo vírus influenza. Ela é muito mais perigosa que o resfriado comum: a cada ano, milhões de crianças ficam doentes com gripe sazonal e, desses, milhares são hospitalizadas por pneumonia e desidratação, além de centenas de mortes. A melhor forma de se prevenir é através da vacinação – ela é segura para qualquer pessoa com seis meses de idade ou mais e protege a criança e as pessoas ao redor dela da infecção e de suas complicações.

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Por que as crianças devem receber a vacina contra a gripe?

As sociedades médicas de todo o mundo recomendam vacinação universal anual contra influenza para todos as crianças com seis meses de idade ou mais, adolescentes, adultos e idosos. O foco especial em crianças existe, pois aquelas com menos de cinco anos de idade – especialmente as menores de dois anos – correm alto risco de desenvolver complicações graves relacionadas à gripe. Além disso, são capazes de transmitir o vírus influenza de forma muito eficiente para indivíduos com alto risco de complicações relacionadas à infecção.

Como funcionam as vacinas contra a gripe?

As vacinas contra gripe são produzidas usando pequenos fragmentos de vírus inativados (denominadas fragmentadas inativadas) ou usando partículas projetadas para parecer com um vírus da gripe no sistema imunológico (chamadas subunitárias). Dessa forma, não são capazes de causar gripe no indivíduo vacinado, mas estimulam o sistema imunológico a produzir anticorpos cerca de duas semanas após a vacinação. Esses anticorpos fornecerão proteção unicamente contra os vírus que estão na vacina.

Os tipos de vírus contidos nas vacinas podem variar conforme o país e os produtos disponíveis em um determinado ano. Algumas das vacinas protegem contra quatro vírus da gripe diferentes, sendo chamadas quadrivalentes ou tetravalentes: dois vírus influenza A (um H1N1 e um H3N2) e dois vírus influenza B. Existem também algumas vacinas contra gripe que protegem contra três vírus diferentes, sendo chamadas trivalentes: dois vírus influenza A (um H1N1 e um H3N2) e um vírus influenza B. Na rede pública, este é o único tipo de vacina disponível até o momento.

Por que, diferentemente das outras vacinas do calendário de imunizações, devo vacinar contra gripe todos os anos?

Crianças entre seis meses e nove anos que tomam a vacina da gripe pela primeira vez devem receber duas doses com intervalo de, pelo menos, 30 dias entre elas. A partir dos anos seguintes, uma dose da vacina contra a gripe é necessária a cada ano por dois motivos. Primeiro porque, apesar da proteção imunológica de uma pessoa pela vacinação ser mais robusta nos 3-4 meses após a vacinação, ela diminui consideravelmente ao longo do tempo. Isso significa que, se a criança for vacinada em março/abril, a proteção será significativamente menor a partir de setembro/outubro do mesmo ano. Portanto, é necessária uma dose anual antes do período de circulação do vírus (preferencialmente em março) para uma proteção ideal em cada temporada de gripe. Segundo: como os vírus da gripe mudam constantemente, as vacinas contra influenza costumam sofrer atualizações de uma estação para a outra, de acordo com os vírus que circularam com maior frequência na temporada anterior. Assim, embora alguns indivíduos vacinados contra a gripe retenham a imunidade protetora de uma estação para a outra, isso é menos provável quando o tipo de vírus circulante muda.

Quais são os grupos considerados de risco para evoluírem com infecção grave por influenza e suas complicações?

Crianças menores de cinco anos de idade e idosos (acima de 65 anos) ocupam posição de destaque entre os indivíduos de risco aumentado. Gestantes e puérperas, trabalhadores em área de saúde, indígenas e professores também são grupos prioritários. Além disso, as seguintes condições clínicas se aplicam a todas as faixas etárias: doença respiratória crônica (incluindo asma), doença cardíaca crônica (incluindo cardiopatias congênitas), diabetes, doença neurológica crônica, imunossupressão (de qualquer tipo e causa), obesidade, doença renal crônica, doença hepática crônica, trissomias (alterações genéticas dos cromossomos) e transplantados.

O que posso esperar das vacinas contra a gripe nas crianças?

As vacinas contra gripe têm um excelente histórico de segurança. Centenas de milhões de brasileiros receberam vacinas contra a gripe com segurança nos últimos 40 anos, além de extensas pesquisas reforçando o seu perfil de segurança. Os efeitos colaterais comuns da vacina contra a gripe são geralmente leves e autolimitados (<72h) e incluem:
• Dor, vermelhidão e/ou inchaço no local da injeção
• Dor de cabeça
• Febre (em geral baixa)
• Náusea
• Dores musculares

Como outras injeções, pode ocasionalmente causar desmaios, especialmente em crianças maiores e adolescentes. Assim como em qualquer vacina, fique atento para condições incomuns como febre alta, alterações de comportamento ou sinais de reação alérgica grave após a vacinação. Reações alérgicas potencialmente fatais são extremamente raras e provavelmente aconteceriam de alguns minutos a algumas horas após a administração da vacina.

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Relator:
Dr. Daniel Jarovsky
Departamento Científico de Imunizações da Sociedade de Pediatria de São Paulo

abril azul - confianca nas vacinas


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Circulação antecipada do vírus influenza A-H1N1 em 2016 https://spsp.org.br/circulacao-antecipada-do-virus-influenza-a-h1n1-em-2016/ Wed, 30 Mar 2016 13:47:49 +0000 https://comunidadespsp.wordpress.com/?p=1115 Neste início de ano fomos surpreendidos pela circulação antecipada do vírus influenza: apenas no município de São Paulo foram notificados, nas primeiras semanas do ano, 103 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). O número de casos de influenza A- do tipo H1N1 já é três vezes maior quando comparado a igual período de 2015. Os surtos de vírus influenza (que geralmente ocorrem entre os meses de maio e agosto) foram registrados mais cedo em 2016, podendo ser observados em diversas escolas públicas e privadas e nas estatísticas dos serviços sentinela. Os dados do Ministério da Saúde, até o dia 5 de março de 2016, também corroboram esta informação: foram notificados 1.189 casos de SRAG. Entre as amostras já processadas, 21,1% foram por influenza. Dentre os casos de influenza, a grande maioria – 83,2% – foi o A, tipo H1N1 pdm09. Gripe A gripe é uma doença aguda contagiosa e de início abrupto, que provoca febre alta, dores musculares, dores de cabeça, sintomas respiratórios como tosse e coriza, mal-estar geral e, em algumas pessoas, vômitos e diarreia. A gripe ocorre em surtos, principalmente nos meses do outono e inverno. É sempre importante lembrar que a gripe é causada somente pelo vírus influenza e não deve ser confundida com os resfriados comuns e com outras infecções respiratórias virais. Apesar de ser, na maioria das vezes, doença benigna e autolimitada, pode evoluir com complicações, como a pneumonia, e levar a hospitalização, especialmente em determinados grupos mais vulneráveis, como crianças pequenas, idosos e pessoas portadoras de deficiência na imunidade. A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, por meio de partículas aéreas formadas pela tosse e/ou espirro, além da transmissão ao tocar objetos contaminados com os vírus e depois colocar a mão na boca, olhos ou nariz. Os vírus dos tipos A e B, os maiores responsáveis pelas epidemias sazonais, podem apresentar mutações frequentes e são facilmente transmitidos em casas, creches, escolas e em ambientes fechados ou semifechados. Definições • O período de incubação do vírus da gripe, ou seja, o tempo que decorre entre o momento em que uma pessoa é infectada e o aparecimento dos primeiros sintomas, pode variar de 1 a 7 dias. • Período de transmissibilidade do vírus – inicia-se 24 horas antes do início dos sintomas, sendo a transmissão máxima nos três primeiros dias do sintomas. Em crianças, especialmente as pequenas, o período de transmissibilidade costuma ser mais prolongado. • Síndrome gripal: febre alta (até 40ºC) de aparecimento súbito, com duração de 3 a 5 dias, cefaleia, dor muscular, dor de garganta, tosse. Cansaço é o sintoma mais comum, podendo durar, com a tosse, por até 3 semanas. • SRAG: dificuldade para respirar e risco de morte (pneumonia é a complicação mais observada). O Informe Técnico da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza foi divulgado em 11 de março, no portal da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), e o Ministério da Saúde promoverá a campanha de 30 de abril a 20 de maio, com dia de mobilização nacional em 30 de abril. Grupos de risco (prioridades nessa campanha) para vacinação • Crianças de seis meses a cinco anos incompletos; • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade, sob medidas socioeducativas; • Gestantes (em qualquer fase da gestação) e puérperas (até 45 dias após o parto); • Indivíduos com 60 anos ou mais de idade; • Povos indígenas; • Trabalhadores da área da saúde; • População privada de liberdade e funcionários do sistema prisional; • Portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais. A vacina disponibilizada na campanha do Ministério da Saúde é produzida pelo Instituto Butantan e Instituto Butantan/Sanofi Pasteur-França. Ela será composta de três cepas: • A/California/7/2009 (H1N1) pdm09 • A/Hong Kong/4891/2014 (H3N2) • B/Brisbane/60/2008 (linhagem Victoria) As clínicas privadas contarão com as vacinas trivalente (já disponíveis em algumas clínicas) e quadrivalente, que neste ano também apresenta mudanças: • A/California/7/2009 (H1N1) pdm09 • A/Hong Kong/4891/2014 (H3N2) • B/Brisbane/60/2008 (linhagem Victoria) • B/Phuket/3073/2013 (Yamagata) Esquema vacinal orientado pelo Ministério da Saúde • 6 a 35 meses de idade: 2 doses de 0,25 ml (meia dose) com intervalo mínimo de 4 semanas (30 dias após a 1ª dose) • 3 a 8 anos de idade: 2 doses 0,5 ml com intervalo mínimo de 4 semanas (30 dias após a 1ª dose) • A partir de 9 anos de idade e adultos: 1 dose única – 0,5 ml. Observações • Criança que já recebeu uma ou duas doses em 2015, deve receber apenas 1 dose em 2016; • Crianças de seis meses a nove anos incompletos que não receberam vacina em 2015 (serão vacinadas pela primeira vez), devem receber uma segunda dose (30 dias após a primeira dose); • Aplicação é intramuscular. Precauções e contraindicações • Doenças agudas febris moderadas ou graves recomenda-se adiar a vacinação até a resolução do quadro. • Quem tem história de alergia a ovo, que apresente apenas urticária após a exposição, pode receber a vacina da influenza, observando-se o indivíduo vacinado por, pelo menos, 30 minutos em ambiente com condições de atendimento de reações anafiláticas. • A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores, bem como a qualquer componente da vacina ou alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados. • Reações anafiláticas graves a doses anteriores também contraindicam doses subsequentes. Informe Técnico – Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza – 2016: http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2016/marco/11/informe-tecnico-campanha-vacinacao-influenza-2016.pdf ___ Relatores: Dr. Moises Chencinski Departamento de Pediatria Ambulatorial da SPSP Dr. Marco Aurélio Safadi Comitê Permanente de Assessoria de Imunizações da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e do Ministério da Saúde do Brasil; Professor adjunto de pediatria da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.   Publicado em 30/03/2016. photo credit: Fredleonero | Dreamstime.com Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta...]]>

Neste início de ano fomos surpreendidos pela circulação antecipada do vírus influenza: apenas no município de São Paulo foram notificados, nas primeiras semanas do ano, 103 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). O número de casos de influenza A- do tipo H1N1 já é três vezes maior quando comparado a igual período de 2015.

Os surtos de vírus influenza (que geralmente ocorrem entre os meses de maio e agosto) foram registrados mais cedo em 2016, podendo ser observados em diversas escolas públicas e privadas e nas estatísticas dos serviços sentinela. Os dados do Ministério da Saúde, até o dia 5 de março de 2016, também corroboram esta informação: foram notificados 1.189 casos de SRAG. Entre as amostras já processadas, 21,1% foram por influenza. Dentre os casos de influenza, a grande maioria – 83,2% – foi o A, tipo H1N1 pdm09.

Gripe
A gripe é uma doença aguda contagiosa e de início abrupto, que provoca febre alta, dores musculares, dores de cabeça, sintomas respiratórios como tosse e coriza, mal-estar geral e, em algumas pessoas, vômitos e diarreia. A gripe ocorre em surtos, principalmente nos meses do outono e inverno.

É sempre importante lembrar que a gripe é causada somente pelo vírus influenza e não deve ser confundida com os resfriados comuns e com outras infecções respiratórias virais. Apesar de ser, na maioria das vezes, doença benigna e autolimitada, pode evoluir com complicações, como a pneumonia, e levar a hospitalização, especialmente em determinados grupos mais vulneráveis, como crianças pequenas, idosos e pessoas portadoras de deficiência na imunidade.

A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, por meio de partículas aéreas formadas pela tosse e/ou espirro, além da transmissão ao tocar objetos contaminados com os vírus e depois colocar a mão na boca, olhos ou nariz. Os vírus dos tipos A e B, os maiores responsáveis pelas epidemias sazonais, podem apresentar mutações frequentes e são facilmente transmitidos em casas, creches, escolas e em ambientes fechados ou semifechados.

Definições
• O período de incubação do vírus da gripe, ou seja, o tempo que decorre entre o momento em que uma pessoa é infectada e o aparecimento dos primeiros sintomas, pode variar de 1 a 7 dias.
• Período de transmissibilidade do vírus – inicia-se 24 horas antes do início dos sintomas, sendo a transmissão máxima nos três primeiros dias do sintomas. Em crianças, especialmente as pequenas, o período de transmissibilidade costuma ser mais prolongado.
• Síndrome gripal: febre alta (até 40ºC) de aparecimento súbito, com duração de 3 a 5 dias, cefaleia, dor muscular, dor de garganta, tosse. Cansaço é o sintoma mais comum, podendo durar, com a tosse, por até 3 semanas.
• SRAG: dificuldade para respirar e risco de morte (pneumonia é a complicação mais observada).

O Informe Técnico da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza foi divulgado em 11 de março, no portal da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), e o Ministério da Saúde promoverá a campanha de 30 de abril a 20 de maio, com dia de mobilização nacional em 30 de abril.

Grupos de risco (prioridades nessa campanha) para vacinação
• Crianças de seis meses a cinco anos incompletos;
• Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade, sob medidas socioeducativas;
• Gestantes (em qualquer fase da gestação) e puérperas (até 45 dias após o parto);
• Indivíduos com 60 anos ou mais de idade;
• Povos indígenas;
• Trabalhadores da área da saúde;
• População privada de liberdade e funcionários do sistema prisional;
• Portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais.

A vacina disponibilizada na campanha do Ministério da Saúde é produzida pelo Instituto Butantan e Instituto Butantan/Sanofi Pasteur-França. Ela será composta de três cepas:
• A/California/7/2009 (H1N1) pdm09
• A/Hong Kong/4891/2014 (H3N2)
• B/Brisbane/60/2008 (linhagem Victoria)

As clínicas privadas contarão com as vacinas trivalente (já disponíveis em algumas clínicas) e quadrivalente, que neste ano também apresenta mudanças:
• A/California/7/2009 (H1N1) pdm09
• A/Hong Kong/4891/2014 (H3N2)
• B/Brisbane/60/2008 (linhagem Victoria)
• B/Phuket/3073/2013 (Yamagata)

Esquema vacinal orientado pelo Ministério da Saúde
• 6 a 35 meses de idade: 2 doses de 0,25 ml (meia dose) com intervalo mínimo de 4 semanas (30 dias após a 1ª dose)
• 3 a 8 anos de idade: 2 doses 0,5 ml com intervalo mínimo de 4 semanas (30 dias após a 1ª dose)
• A partir de 9 anos de idade e adultos: 1 dose única – 0,5 ml.

Observações
• Criança que já recebeu uma ou duas doses em 2015, deve receber apenas 1 dose em 2016;
• Crianças de seis meses a nove anos incompletos que não receberam vacina em 2015 (serão vacinadas pela primeira vez), devem receber uma segunda dose (30 dias após a primeira dose);
• Aplicação é intramuscular.

Precauções e contraindicações
• Doenças agudas febris moderadas ou graves recomenda-se adiar a vacinação até a resolução do quadro.
• Quem tem história de alergia a ovo, que apresente apenas urticária após a exposição, pode receber a vacina da influenza, observando-se o indivíduo vacinado por, pelo menos, 30 minutos em ambiente com condições de atendimento de reações anafiláticas.
• A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores, bem como a qualquer componente da vacina ou alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados.
• Reações anafiláticas graves a doses anteriores também contraindicam doses subsequentes.

Informe Técnico – Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza – 2016:
http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2016/marco/11/informe-tecnico-campanha-vacinacao-influenza-2016.pdf

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Relatores:
Dr. Moises Chencinski
Departamento de Pediatria Ambulatorial da SPSP
Dr. Marco Aurélio Safadi
Comitê Permanente de Assessoria de Imunizações da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e do Ministério da Saúde do Brasil; Professor adjunto de pediatria da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

 

Publicado em 30/03/2016.
photo credit: Fredleonero | Dreamstime.com

Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.

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