Doença Renal Crônica – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Wed, 17 Mar 2021 17:15:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png Doença Renal Crônica – SPSP https://spsp.org.br 32 32 Covid-19 e envolvimento renal https://spsp.org.br/covid-19-e-envolvimento-renal-2/ Fri, 24 Apr 2020 18:02:03 +0000 https://www.pediatraorienta.org.br/?p=3163 Até o momento, sabemos que a grande maioria das crianças com diagnóstico da doença relacionada ao novo coronavírus (Covid-19) não apresenta sintomas ou, quando apresenta, em geral são quadros leves. Nas crianças com manifestações clínicas, os sintomas são muito semelhantes aos quadros de gripe, cursando com tosse, febre, dor de garganta, coriza, dor de cabeça, dores musculares e, algumas vezes, vômitos, diarreia, manifestações oculares, quadros inespecíficos de pele, entre outros sintomas.

Notícias de envolvimento renal nas crianças são raras ou inexistentes. Há relatos da presença de sangue ou proteína na urina, entretanto, sem gravidade nas crianças. Em adultos, pode ocorrer mau funcionamento dos rins (insuficiência renal) com necessidade de diálise (recurso artificial para substituição da função dos rins) nos casos graves, mas não observamos essa complicação, até o momento, em nossas crianças sem fatores de risco.

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Nem todas as crianças portadoras de doenças renais estão no grupo de risco para as complicações da Covid-19, diferente do que é observado naquelas que apresentam cardiopatias, hipertensão arterial, diabetes mellitus, doenças pulmonares crônicas, obesidade e outras condições.

Devido à variabilidade muito grande das doenças renais, o grupo de risco e a preocupação das equipes médicas recaem nas crianças que apresentam comprometimento de sua imunidade ou que recebem medicações imunossupressoras. Esses pacientes são os portadores de síndrome nefrótica, renais crônicos em diálise, transplantados renais e aqueles que fazem uso de corticosteroides, ciclosporina, mofetil micofenolato ou outros medicamentos imunossupressores. Além disso, muitas crianças com comprometimento renal apresentam também outras comorbidades com maior risco, tais como doenças genéticas, vasculites (como o lúpus eritematoso disseminado sistêmico) e doenças metabólicas.

Orientações para portadoras de doenças renais

Neste momento, devem ser reforçadas as orientações de se evitar a utilização de medicações potencialmente nefrotóxicas (como os anti-inflamatórios não-hormonais) e a manutenção da aderência medicamentosa prescrita, incluindo os medicamentos anti-hipertensivos. É fundamental, também, manter a programação da terapia dialítica no hospital, evitando a perda de sessões de hemodiálise, por exemplo.

Toda a população e os pacientes devem seguir as orientações dos órgãos do sistema de saúde evitando aglomerações, praticando o distanciamento social e as medidas comportamentais e de higienização. Importante redobrar a atenção à lavagem das mãos com água e sabão e/ou álcool gel e a utilização de máscaras faciais, conforme as recomendações do serviço de saúde e das sociedades de Pediatria. Lembrar que é importante a correta utilização e manipulação dos revestimentos faciais de tecidos caseiros!

Os pais e cuidadores devem sempre entrar em contato com seu pediatra, nefrologista pediátrico ou equipe médica responsável pelo seu atendimento para esclarecer qualquer dúvida ou preocupação. É importante rediscutir individualmente, não só a condição de fator de risco do seu filho, como também as medidas preventivas de contágio, a programação das medicações, a disponibilização das receitas e medicações especiais, o reagendamento das consultas ambulatoriais eletivas, entre outras dúvidas.

Neste momento de grande uso das redes sociais, deve-se também ter o cuidado de avaliar a fonte das diversas informações compartilhadas. Siga sempre as recomendações da sua equipe de saúde e, juntos, vamos vencer esta pandemia!

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Relator:
Dr. Olberes Vitor Braga de Andrade
Departamento Científico de Nefrologia Pediátrica da Sociedade de Pediatria de São Paulo



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Dia Mundial do Rim https://spsp.org.br/dia-mundial-do-rim-2/ Thu, 12 Mar 2020 13:25:00 +0000 https://www.pediatraorienta.org.br/?p=3054 No dia 12 de março de 2020, comemoramos o Dia Mundial do Rim. Idealizada pela Sociedade Internacional de Nefrologia e, no Brasil, coordenada pela Sociedade Brasileira de Nefrologia, esta data, celebrada anualmente na segunda quinta-feira de março, tem como objetivo reduzir o impacto da doença renal em todo o mundo. Os rins participam do controle e do equilíbrio do organismo, incluindo a filtração e depuração de toxinas e metabolitos como a creatinina, regulação do volume de sangue, controle da pressão arterial, balanço hidroeletrolítico e interação com o metabolismo de outros órgãos. Em 2020, o tema da campanha do Dia Mundial do Rim é: “Saúde dos rins para todos. Ame seus rins. Dose sua creatinina!”. A dosagem é um exame simples e primordial para o diagnóstico da doença renal crônica (DRC) e deve fazer parte de qualquer exame de rotina. A DRC é um problema de saúde pública e apresenta proporções epidêmicas. O Departamento Científico de Nefrologia Pediátrica da SPSP abraça essa campanha diante da importância da prevenção dessa doença desde a infância. O objetivo é facilitar a identificação precoce, incentivar um estilo de vida saudável nas crianças e seus pais para combater o aumento de um problema evitável nos rins e adotar medidas terapêuticas apropriadas. A DRC se caracteriza pela perda progressiva e irreversível da função renal e pela evidência de anormalidades estruturais e funcionais dos rins. A caracterização da perda da função renal é estabelecida de forma direta ou indireta através da análise da creatinina sérica. Em geral, nos estágios iniciais, a DRC é silenciosa, ou seja, não há sintomas ou estes são discretos e inespecíficos. Na infância, o impacto da DRC pode ser devastador, levando a várias complicações, como a dificuldade no crescimento, deformidades ósseas, anemia, pressão alta, entre outras consequências graves somadas à perda da qualidade de vida. A principal causa da DRC na infância são as malformações do trato urinário, as quais, muitas vezes, não são diagnosticadas no pré-natal ou em outras situações de risco, tais como glomerulopatias e doenças sistêmicas que podem comprometer os rins. Além disso, em várias ocasiões estes pacientes não são prontamente e devidamente encaminhados para um seguimento especializado. Saúde dos rins para todos. Ame seus rins. Dose sua creatinina! Relatora:Natalia Andréa da CruzDepartamento Científico de Nefrologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo]]>

No dia 12 de março de 2020, comemoramos o Dia Mundial do Rim. Idealizada pela Sociedade Internacional de Nefrologia e, no Brasil, coordenada pela Sociedade Brasileira de Nefrologia, esta data, celebrada anualmente na segunda quinta-feira de março, tem como objetivo reduzir o impacto da doença renal em todo o mundo.

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Os rins participam do controle e do equilíbrio do organismo, incluindo a filtração e depuração de toxinas e metabolitos como a creatinina, regulação do volume de sangue, controle da pressão arterial, balanço hidroeletrolítico e interação com o metabolismo de outros órgãos.

Em 2020, o tema da campanha do Dia Mundial do Rim é: “Saúde dos rins para todos. Ame seus rins. Dose sua creatinina!”. A dosagem é um exame simples e primordial para o diagnóstico da doença renal crônica (DRC) e deve fazer parte de qualquer exame de rotina.

A DRC é um problema de saúde pública e apresenta proporções epidêmicas. O Departamento Científico de Nefrologia Pediátrica da SPSP abraça essa campanha diante da importância da prevenção dessa doença desde a infância. O objetivo é facilitar a identificação precoce, incentivar um estilo de vida saudável nas crianças e seus pais para combater o aumento de um problema evitável nos rins e adotar medidas terapêuticas apropriadas.

A DRC se caracteriza pela perda progressiva e irreversível da função renal e pela evidência de anormalidades estruturais e funcionais dos rins. A caracterização da perda da função renal é estabelecida de forma direta ou indireta através da análise da creatinina sérica. Em geral, nos estágios iniciais, a DRC é silenciosa, ou seja, não há sintomas ou estes são discretos e inespecíficos. Na infância, o impacto da DRC pode ser devastador, levando a várias complicações, como a dificuldade no crescimento, deformidades ósseas, anemia, pressão alta, entre outras consequências graves somadas à perda da qualidade de vida.

A principal causa da DRC na infância são as malformações do trato urinário, as quais, muitas vezes, não são diagnosticadas no pré-natal ou em outras situações de risco, tais como glomerulopatias e doenças sistêmicas que podem comprometer os rins. Além disso, em várias ocasiões estes pacientes não são prontamente e devidamente encaminhados para um seguimento especializado.

Saúde dos rins para todos. Ame seus rins. Dose sua creatinina!

Relatora:
Natalia Andréa da Cruz
Departamento Científico de Nefrologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo



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Doença renal crônica na infância: tire suas dúvidas https://spsp.org.br/doenca-renal-cronica-na-infancia-tire-suas-duvidas/ Tue, 16 May 2017 18:10:28 +0000 http://www.pediatraorienta.org.br/?p=1645 O que é a doença renal crônica? A doença renal crônica (DRC) é caracterizada pela perda gradual e irreversível da função dos rins, órgãos responsáveis por filtrar o sangue, eliminando substâncias tóxicas ao organismo, além do excesso de líquidos. O rim tem papel ainda no controle da anemia, interfere no metabolismo ósseo e no controle da pressão arterial. A “crença” de que a DRC é um problema exclusivo de adultos é absolutamente errônea. Em estudo feito no Brasil foram estimados 1.300 pacientes pediátricos em tratamento com diálise em 2012, o que resulta em uma frequência de 20 casos por milhão de indivíduos com idade compatível. Em 2016, o tema central do Dia Mundial do Rim, foi A prevenção da doença renal crônica começa na infância, destacando a importância de tal condição. Como suspeitar da doença? Felizmente, a proporção de crianças com DRC é muito menor do que a de adultos, porém traz consequências devastadoras sobre o crescimento e desenvolvimento, além de resultar em aumento de adoecimento e até morte dos pacientes acometidos. Vale ressaltar que a DRC é uma condição “silenciosa”, em que os sinais e sintomas podem demorar a aparecer. Assim, a suspeita e encaminhamento para tratamento especializado tornam-se fundamentais, uma vez que o reconhecimento precoce e o tratamento das complicações relacionadas à DRC pediátrica, além de promoverem melhora do crescimento e desenvolvimento da criança, podem afetar positivamente a qualidade de vida do conjunto criança-família. Os pais e pediatras devem atentar para sinais e sintomas que possam indicar doença renal, tais como: inchaço no corpo (edema), vômitos frequentes, infecções urinárias recorrentes, atraso no crescimento e desenvolvimento, problemas ósseos, alterações em cor e aspecto da urina, alterações do hábito miccional, anemia de difícil tratamento e hipertensão arterial. Cabe lembrar que a pressão arterial deve ser aferida em toda consulta pediátrica a partir dos três anos de idade e, na presença de fatores de risco, antes dessa faixa etária. Exceto quando há questões congênitas, a prevenção começa com uma boa alimentação, oferta hídrica adequada e educação para a prática de exercícios físicos. Como tratar a doença renal crônica? O tratamento específico da DRC em pacientes pediátricos depende em grande parte da sua causa, sendo possíveis diferentes abordagens a depender da causa. Exemplos: cirurgias urológicas para correção do trato urinário em pacientes com anomalias congênitas do aparelho urinário, utilização de medicamentos imunossupressores, nos casos de doenças mediadas por alterações imunológicas, dentre outras. Além do tratamento direcionado para a causa da doença, a abordagem do paciente pediátrico com DRC envolve medidas para retardar a progressão da doença, o chamado tratamento conservador, incluindo medidas para controle da anemia, abordagem de alterações nos níveis de colesterol e/ou triglicérides, controle dos níveis de pressão arterial, além de evitar outras agressões ao rim doente, como infecções e uso de medicamentos com potencial tóxico ao rim. Nos casos em que a função dos rins se mostra gravemente comprometida são necessários métodos que substituam a função dos rins, incluindo diálise (hemodiálise ou diálise peritoneal) ou transplante renal, sendo fundamental uma integração entre nefrologistas, pediatras e toda a equipe multiprofissional para um suporte satisfatório, principalmente nos estágios mais avançados da doença. A alimentação influencia na doença renal crônica? Para a prevenção da DRC, uma alimentação saudável é fundamental, sendo cada vez mais enfatizado o papel da obesidade como fator de risco. Nas crianças com DRC é comum a ocorrência de desnutrição e atraso de crescimento, assim o tratamento nutricional tem com objetivo favorecer o crescimento, melhorar da condição nutricional, além de controlar a evolução da DRC. Mas, em casos em que o comprometimento renal já se encontrada instalado, podem ser necessárias restrições alimentares, particularmente em relação à oferta de sódio, potássio e fósforo e ao consumo de líquidos para os pacientes que apresentam volume de urina reduzido. Em relação à oferta de proteínas, não se recomenda restrição para crianças, tendo-se em vista se tratar de uma fase de intenso crescimento, devendo-se respeitar as recomendações de ingestão diária, privilegiando proteínas de alto valor biológico. Ressalta-se a contraindicação à oferta de carambola para pacientes com disfunção renal, em decorrência da presença de toxina com efeitos deletérios para o sistema neurológico, podendo causar confusão mental, convulsões e até mesmo morte em pacientes com DRC. ___ Relator: Departamento Científico de Nefrologia da SPSP. Publicado em 16/05/2017. photo credit: Aqua Mechanical | Flirck.com Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.]]>

O que é a doença renal crônica?
A doença renal crônica (DRC) é caracterizada pela perda gradual e irreversível da função dos rins, órgãos responsáveis por filtrar o sangue, eliminando substâncias tóxicas ao organismo, além do excesso de líquidos. O rim tem papel ainda no controle da anemia, interfere no metabolismo ósseo e no controle da pressão arterial.

A “crença” de que a DRC é um problema exclusivo de adultos é absolutamente errônea. Em estudo feito no Brasil foram estimados 1.300 pacientes pediátricos em tratamento com diálise em 2012, o que resulta em uma frequência de 20 casos por milhão de indivíduos com idade compatível. Em 2016, o tema central do Dia Mundial do Rim, foi A prevenção da doença renal crônica começa na infância, destacando a importância de tal condição.

Como suspeitar da doença?
Felizmente, a proporção de crianças com DRC é muito menor do que a de adultos, porém traz consequências devastadoras sobre o crescimento e desenvolvimento, além de resultar em aumento de adoecimento e até morte dos pacientes acometidos.

Vale ressaltar que a DRC é uma condição “silenciosa”, em que os sinais e sintomas podem demorar a aparecer. Assim, a suspeita e encaminhamento para tratamento especializado tornam-se fundamentais, uma vez que o reconhecimento precoce e o tratamento das complicações relacionadas à DRC pediátrica, além de promoverem melhora do crescimento e desenvolvimento da criança, podem afetar positivamente a qualidade de vida do conjunto criança-família.

Os pais e pediatras devem atentar para sinais e sintomas que possam indicar doença renal, tais como: inchaço no corpo (edema), vômitos frequentes, infecções urinárias recorrentes, atraso no crescimento e desenvolvimento, problemas ósseos, alterações em cor e aspecto da urina, alterações do hábito miccional, anemia de difícil tratamento e hipertensão arterial. Cabe lembrar que a pressão arterial deve ser aferida em toda consulta pediátrica a partir dos três anos de idade e, na presença de fatores de risco, antes dessa faixa etária.

Exceto quando há questões congênitas, a prevenção começa com uma boa alimentação, oferta hídrica adequada e educação para a prática de exercícios físicos.

Como tratar a doença renal crônica?
O tratamento específico da DRC em pacientes pediátricos depende em grande parte da sua causa, sendo possíveis diferentes abordagens a depender da causa. Exemplos: cirurgias urológicas para correção do trato urinário em pacientes com anomalias congênitas do aparelho urinário, utilização de medicamentos imunossupressores, nos casos de doenças mediadas por alterações imunológicas, dentre outras.

Além do tratamento direcionado para a causa da doença, a abordagem do paciente pediátrico com DRC envolve medidas para retardar a progressão da doença, o chamado tratamento conservador, incluindo medidas para controle da anemia, abordagem de alterações nos níveis de colesterol e/ou triglicérides, controle dos níveis de pressão arterial, além de evitar outras agressões ao rim doente, como infecções e uso de medicamentos com potencial tóxico ao rim.

Nos casos em que a função dos rins se mostra gravemente comprometida são necessários métodos que substituam a função dos rins, incluindo diálise (hemodiálise ou diálise peritoneal) ou transplante renal, sendo fundamental uma integração entre nefrologistas, pediatras e toda a equipe multiprofissional para um suporte satisfatório, principalmente nos estágios mais avançados da doença.

A alimentação influencia na doença renal crônica?
Para a prevenção da DRC, uma alimentação saudável é fundamental, sendo cada vez mais enfatizado o papel da obesidade como fator de risco. Nas crianças com DRC é comum a ocorrência de desnutrição e atraso de crescimento, assim o tratamento nutricional tem com objetivo favorecer o crescimento, melhorar da condição nutricional, além de controlar a evolução da DRC.

Mas, em casos em que o comprometimento renal já se encontrada instalado, podem ser necessárias restrições alimentares, particularmente em relação à oferta de sódio, potássio e fósforo e ao consumo de líquidos para os pacientes que apresentam volume de urina reduzido.

Em relação à oferta de proteínas, não se recomenda restrição para crianças, tendo-se em vista se tratar de uma fase de intenso crescimento, devendo-se respeitar as recomendações de ingestão diária, privilegiando proteínas de alto valor biológico.

Ressalta-se a contraindicação à oferta de carambola para pacientes com disfunção renal, em decorrência da presença de toxina com efeitos deletérios para o sistema neurológico, podendo causar confusão mental, convulsões e até mesmo morte em pacientes com DRC.

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Relator:
Departamento Científico de Nefrologia da SPSP.

Publicado em 16/05/2017.
photo credit: Aqua Mechanical | Flirck.com

Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.

Licença Creative Commons
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