Doação de Órgãos – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Fri, 26 Sep 2025 14:47:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png Doação de Órgãos – SPSP https://spsp.org.br 32 32 Um gesto que transforma a vida! https://spsp.org.br/um-gesto-que-transforma-a-vida/ Sat, 27 Sep 2025 10:45:00 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=53317 ]]>

No dia 27 de setembro celebramos o Dia Nacional da Doação de Órgãos, uma data criada para reforçar a importância desse ato de solidariedade e amor ao próximo. Quando falamos em transplante, pensamos com frequência em adultos, mas é fundamental lembrar que crianças e adolescentes também podem ser doadores e receptores. Para muitos deles, o transplante representa a única chance de viver, crescer e se desenvolver plenamente.

A lista de espera por órgãos no Brasil é longa, e, entre os milhares de pacientes cadastrados, há meninos e meninas em idade escolar, bebês e adolescentes que convivem diariamente com doenças graves do coração, fígado, pulmões ou rins. No caso da nefrologia pediátrica, por exemplo, o transplante renal é o tratamento de escolha para crianças com doença renal crônica em estágio terminal, permitindo uma vida mais próxima do normal do que a terapia dialítica poderia oferecer.

Ao contrário do que muitos pensam, no Brasil a doação de órgãos por crianças e adolescentes de qualquer idade é possível, com a autorização da família após a morte do menor. Isso significa que não basta expressar em vida o desejo de ser doador, mas que também é fundamental conversar abertamente sobre o assunto com os familiares. Esse diálogo pode ser transformador, especialmente quando envolve pais e filhos. Crianças e adolescentes aprendem desde cedo sobre empatia, solidariedade e cidadania quando presenciam seus responsáveis tratando desse tema com clareza e sensibilidade.

No contexto pediátrico, há uma particularidade: pais podem autorizar a doação de órgãos dos filhos menores em situações de morte encefálica confirmada. Trata-se de uma decisão extremamente delicada, mas que pode significar esperança para várias outras crianças e adolescentes. Muitas famílias que aceitaram a doação relatam que esse gesto trouxe conforto diante da dor da perda, por saberem que parte de seu filho continua vivendo em outra criança.

O transplante de órgãos na infância não significa apenas salvar uma vida. Ele representa a possibilidade de ir à escola, brincar, praticar esportes, fazer planos para o futuro. É devolver à infância aquilo que a doença havia limitado. Para os adolescentes, significa retomar o caminho para a vida adulta com maior independência e qualidade de vida. Na nefrologia pediátrica, acompanhamos de perto histórias de crianças que dependiam de sessões frequentes de diálise, com restrições severas na alimentação e no cotidiano. Após o transplante, essas mesmas crianças conseguem brincar, viajar com a família e planejar uma vida mais livre. É difícil imaginar um contraste mais nítido entre a limitação e a possibilidade.

O pediatra, que acompanha a criança desde os primeiros dias de vida, tem um papel fundamental na educação em saúde sobre doação de órgãos. Ele pode orientar pais e responsáveis, esclarecer dúvidas, desmistificar medos e reforçar que a doação é um ato seguro, ético e cercado de critérios médicos rigorosos. Além disso, o pediatra pode ser um elo entre famílias e equipes de transplante, ajudando na identificação precoce de doenças graves que podem evoluir para necessidade de transplante.

Como falar sobre doação de órgãos com crianças e adolescentes? A maneira de abordar o tema deve respeitar a idade e o grau de compreensão da criança: Para os pequenos, podemos falar em linguagem simples, destacando a ideia de que doar é ajudar outra pessoa a ficar bem. Já com os adolescentes, é possível discutir de forma mais direta, incluindo informações sobre cidadania, empatia e responsabilidade social. Essas conversas abrem espaço para formar uma geração mais consciente e solidária.

O Dia Nacional da Doação de Órgãos é uma oportunidade para refletirmos sobre como cada um de nós pode fazer a diferença. Declarar-se doador é um gesto simples, mas com impacto imensurável. No caso das crianças e adolescentes que aguardam na fila, cada doação significa a chance de uma vida inteira pela frente.

Como médicos e cidadãos, temos a responsabilidade de difundir essa mensagem. A doação de órgãos não é apenas um ato de generosidade: é a concretização da esperança. Que possamos, juntos, transformar essa esperança em realidade para milhares de crianças e adolescentes.

 

Relator:

Flavio de Oliveira Ihara
Secretário do Departamento Científico de Nefrologia da SPSP

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Setembro Verde – Doação de Órgãos https://spsp.org.br/setembro-verde-doacao-de-orgaos/ Fri, 27 Sep 2024 15:37:09 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=48172 Setembro é o mês de conscientização e incentivo à doação de órgãos e no dia 27 é celebrado o Dia Nacional da Doação de Órgãos, criado pela lei 11.584/2007, com o objetivo]]>

Setembro é o mês de conscientização e incentivo à doação de órgãos e no dia 27 é celebrado o Dia Nacional da Doação de Órgãos, criado pela lei 11.584/2007, com o objetivo de conscientizar a sociedade brasileira sobre a importância da doação de órgãos e de tecidos.

A doação de órgãos é um ato por meio do qual podem ser retirados órgãos ou tecidos de uma pessoa viva ou falecida (doadores) para serem utilizados no tratamento de outras pessoas (receptores), com a finalidade de restabelecer as funções de um órgão ou tecido doente.

A pessoa que esteja precisando de um órgão ou tecido o receberá por meio da realização de um procedimento chamado transplante. O transplante é um procedimento cirúrgico em que um órgão ou tecido presente na pessoa doente (receptor) é substituído por um órgão ou tecido sadio proveniente de um doador. Os órgãos que podem ser doados são rins, fígado, coração, pulmões, pâncreas, intestino, córneas, valvas cardíacas, pele, ossos e tendões. Com isso, inúmeras pessoas podem ser beneficiadas com os órgãos e tecidos provenientes de um mesmo doador. Em relação ao fígado, por meio de uma técnica chamada “split liver”, o mesmo órgão pode ser usado por dois receptores diferentes. Na maioria das vezes, o transplante pode ser a única esperança de vida ou a oportunidade de um recomeço para as pessoas que precisam da doação. Todos os anos, milhares de vidas são salvas por meio desse gesto.

Você sabia que o Brasil é referência mundial na área de transplantes e possui o maior sistema público de transplantes do mundo? Em números absolutos, o Brasil é o 2º maior transplantador do mundo, atrás apenas dos EUA. A rede pública de saúde fornece assistência integral e gratuita, incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos para o pós-transplante.

Apesar disso, a lista de espera por órgãos e tecidos ainda é grande. O principal obstáculo a ser vencido é encontrar pessoas dispostas a doar. Muitas famílias, no entanto, segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), dizem “não” à doação e, consequentemente, deixam de ajudar outras. E quando a doação envolve crianças e adolescentes, as famílias ficam mais ressentidas em autorizar. É preciso que a população se conscientize da importância do ato de doar um órgão.

Muitas pessoas têm dúvidas sobre o diagnóstico de morte encefálica. Morte encefálica é a parada definitiva e irreversível do encéfalo, provocando em poucos minutos a falência de todo o organismo. O encéfalo é responsável pelas funções essenciais do organismo, como o controle da pressão, da temperatura e da respiração, entre outras. Quando constatada a morte encefálica, significa que a pessoa está morta e que, nessa situação, os órgãos podem ser doados para transplante, se a família consentir. O diagnóstico de morte encefálica é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina. Dois médicos diferentes examinam o paciente, sempre com a comprovação de um exame complementar, que é interpretado por um terceiro médico.

No Brasil, a doação de órgãos e tecidos só será realizada após a autorização familiar. Se você deseja ser doador de órgãos e tecidos, a primeira coisa a fazer é avisar sua família sobre a sua vontade. A doação de órgãos é um ato de amor, pois pode salvar vidas.

Essas e outras informações, bem como histórias de amor e superação, você pode ver acessando o site https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/snt

 

Relatora:

Adriana M. A. de Tommaso
Médica Assistente do Serviço de Gastroenterologia e Hepatologia da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP.
Médica Assistente do Serviço de Transplante Hepático Pediátrico do Gastrocentro/UNICAMP.
Presidente do Departamento Científico de Hepatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo

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Segunda chance https://spsp.org.br/segunda-chance/ Wed, 27 Sep 2023 18:40:08 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=39507 Foi instituído no Brasil o Dia Nacional da Doação de Órgãos, celebrado no dia 27 de setembro. Uma ocasião para conscientização, reflexão e reconhecimento da importância desse ]]>

Foi instituído no Brasil o Dia Nacional da Doação de Órgãos, celebrado no dia 27 de setembro. Uma ocasião para conscientização, reflexão e reconhecimento da importância desse ato de generosidade, que tem o poder de salvar vidas e proporcionar uma segunda chance a quem parecia não ter mais esperança alguma.

A doação de órgãos é um ato de altruísmo, solidariedade, de imensa generosidade. Transforma a vida de quem recebe um órgão e dignifica a memória de quem é doador e faz emergir, em meio ao sofrimento e dor dos que perderam um ente querido, aquela expressão mais nobre da alma humana – a compaixão. 

 Cada um de nós é um potencial doador, bem como um potencial receptor.

A intenção sobre a doação de órgãos deveria fazer parte dos assuntos discutidos em família – talvez não à mesa da macarronada do domingo, mas em outro momento oportuno. Nossos parentes só saberão das nossas intenções sobre esse tema se souberem o que pensamos sobre isso. No momento final da vida, poderemos não ter controle algum, sendo, então, nossos parentes que terão a possibilidade de tornar real a nossa vontade antecipada.

O Dia Nacional da Doação de Órgãos é uma oportunidade para celebrar não apenas as vidas salvas, mas também para agradecer a todos os profissionais de saúde, equipes de transplante e organizações envolvidas, cujos esforços incansáveis tornam possível a realização desses procedimentos complexos.

Um único doador tem o potencial de mudar a trajetória de várias vidas, oferendo várias segundas chances. Um único doador pode oferecer a oportunidade para que vários órgãos e partes do seu corpo continuem gerando vida, ou dando melhor qualidade de vida a outras pessoas. Um único doador pode salvar até dez vidas. A doação inclui córneas, rins, fígado, pulmões, coração, pâncreas, intestino, além de pele e ossos.

Além do impacto direto nos receptores, os transplantes também têm um efeito positivo no sistema de saúde como um todo. Ao reduzir a dependência de tratamentos prolongados e caros, os transplantes aliviam a pressão sobre os recursos médicos, permitindo que mais receitas sejam disponibilizadas para outras áreas de cuidados de saúde. Isso cria um ciclo virtuoso em que a doação de órgãos não apenas salva vidas, mas também aprimora a eficiência dos sistemas de saúde.

O Brasil é o segundo país do mundo que mais realiza transplantes, atrás apenas dos Estados Unidos. O nosso país tem o maior sistema público (gratuito) para transplantes de órgãos do mundo. Hoje, o Brasil conta com mais de 600 hospitais autorizados para a realização de transplantes. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2021, foram feitos cerca de 23,5 mil procedimentos. Desse total, cerca de 4,8 mil foram transplantes de rim, 2 mil de fígado, 334 de coração e 84 de pulmão, entre outros.

O modelo brasileiro de transplantes de órgãos foi inspirado no modelo da Espanha – que é referência por sua eficiência no mundo. A versão brasileira foi criada em 1997 e começou a ser regulamentada pela Lei 9.434 de 1997 (esta é a lei que, inclusive, proíbe a venda de órgãos no país).  “A retirada de tecidos, órgãos e partes do corpo de pessoas falecidas para transplantes ou outra finalidade terapêutica, dependerá da autorização do cônjuge ou parente, maior de idade, obedecida a linha sucessória, reta ou colateral, até o segundo grau inclusive, firmada em documento subscrito por duas testemunhas presentes à verificação da morte”, afirma a lei ajustada (em 2001) e até hoje em vigor.

Os órgãos doados vão para pacientes que necessitam de transplante e estão aguardando em uma lista de espera única, organizada por estado ou região, e monitorada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT).

Apesar do bem estabelecido sistema brasileiro para doações de órgãos, através do SUS, um dos problemas ainda é a falta de doadores, já que muitas famílias não se sentem confortáveis em autorizar a doação, por razões diversas: daí o diálogo permanente para esclarecimentos e as campanhas de conscientização serem indispensáveis.

Entre a morte de um paciente e o transplante de um coração, por exemplo, o tempo de isquemia (período limite de sobrevivência do órgão fora do corpo) é de apenas 4 horas. É necessário que hospitais e equipes multiprofissionais sejam capacitadas para agir no momento da captação de órgãos.

Por causa dessas questões, no Brasil, são estimados 13,8 doadores efetivos para cada 1 milhão de habitantes. Em alguns países, este número é mais que o triplo. Por exemplo, este índice chega a ser de 41,6 nos EUA e 40,8 na Espanha. A recusa familiar é o principal motivo que impede a doação de órgãos no Brasil, de acordo com uma pesquisa conduzida pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Em 2022, mais de 45% das famílias não concordaram com a doação. Atualmente, mais de 59 mil pessoas estão na fila esperando por um órgão.

Os transplantes realizados entre pessoas vivas são possíveis desde que sejam de órgãos duplos e que haja possibilidade do doador ter uma vida com saúde normal após o transplante. Um dos rins ou pulmões, parte do fígado, do pâncreas e da medula óssea são exemplos de órgãos que podem ser doados ainda em vida. Pessoas em boas condições de saúde, capazes juridicamente e que concordem com a doação podem ser consideradas aptas a doar em vida. Por lei, pais, irmãos, filhos, avós, tios e primos podem ser doadores. A doação por pessoas que não são parentes pode acontecer somente com autorização judicial.

Saiba mais:

Relatório de Transplantes Realizados (Brasil) – Evolução 2001 – 2021 – Sistema Nacional de Transplantes (SNT). Ministério da Saúde (MS): https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/snt/estatisticas/transplantes-serie-historica/transplantes-realizados/relatorio-de-transplantes-realizados-brasil-evolucao-2001-2021/view

Relator:

Fernando MF Oliveira

Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP

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27 de setembro: Dia Nacional de Doação de Órgãos https://spsp.org.br/27-de-setembro-dia-nacional-de-doacao-de-orgaos/ Wed, 28 Sep 2022 17:45:59 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=34633 Vamos falar sobre transplante e doação de órgãos? Também conhecido como “Setembro Verde”, o “Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos” foi instituído pela Lei no 11.584/2007 e é comemor]]>

Vamos falar sobre transplante e doação de órgãos?

Também conhecido como “Setembro Verde”, o “Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos” foi instituído pela Lei no 11.584/2007 e é comemorado no dia 27 deste mês, data atribuída à realização do primeiro transplante da humanidade. Conta-se que São Cosme e São Damião, irmãos gêmeos e médicos, realizaram o primeiro transplante de um membro nesse dia e desde então o mês de setembro é dedicado à conscientização pública sobre os potenciais doadores de órgãos, bem como à sensibilização de seus familiares sobre a importância da doação.

Apesar do Brasil ter o maior programa público de transplante de órgãos do mundo, há quase 60.000 brasileiros – incluindo crianças – na fila de espera aguardando por um rim, fígado, coração, entre outros órgãos e tecidos. Durante a pandemia de covid-19 houve uma queda de 13% no número de transplantes. Com o avanço da vacinação e a redução do número de casos de covid-19, os programas de transplante vêm testemunhando um aumento do número de procedimentos, porém o crescimento da fila de espera ainda é maior do que a oferta de doadores e é fundamental a conscientização da população sobre esse assunto.

Pode parecer uma questão insignificante e distante, mas quem já vivenciou o drama de um parente, amigo, um pai, uma mãe ou um filho com um problema de saúde grave, incapacitante, progressivo e irreversível, certamente considerou o tema “doação de órgãos” como uma prioridade para a realização de um transplante. Nestes casos, o transplante pode ser a única esperança e recomeço não só de uma, mas de várias vidas beneficiadas por esse ato louvável e soberano.

A legislação atual exige o consentimento, a permissão e a autorização final dos familiares para a doação de um órgão de um potencial doador em morte encefálica, mesmo que ele tenha manifestado ou registrado o seu desejo em vida.

Num cenário crítico de um potencial doador de órgãos, a equipe médica realiza um protocolo bem estabelecido e rígido, incluindo a história, dados clínicos e o exame físico, adicionados à realização de testes especiais e complementares para a constatação inquestionável da morte encefálica.

Um paciente se encontra em morte encefálica quando há a confirmação da interrupção da irrigação sanguínea e morte das células do sistema nervoso central. Este cenário é irreversível e incompatível com a vida. Nesse período, ainda há uma circulação sanguínea temporária e breve para outros órgãos. É justamente nessa “janela de tempo” que se realiza o processo da retirada desses órgãos do doador (considerado morto) para o paciente receptor de órgãos, o qual se encontra em espera na fila. Desta forma, é vital a brevidade na autorização dos familiares para o órgão se manter viável para esse ato de amor e caridade.

Após essa autorização e a efetivação da doação, as Centrais de Transplante Estaduais realizam a seleção de doadores compatíveis, através de um registro de lista de espera, incluindo também algumas situações especiais de prioridade, estabelecidas por lei. Após a retirada dos órgãos e tecidos da pessoa morta, os cortes realizados são suturados e todos os cuidados são realizados, de tal forma que não há nenhuma percepção de qualquer deformidade. Posteriormente, o corpo poderá ser velado por seus familiares e sepultado.

É muito importante se informar e esclarecer as dúvidas sobre este tema ainda polêmico e pouco compreendido. Conversar com seus familiares e amigos, comunicar sobre o seu desejo de doação e quebrar as barreiras e as superstições envolvidas são fundamentais para o sucesso dos programas de transplante dos adultos e de nossas crianças.

A doação de órgãos é um dos maiores gestos de amor e humanidade! Um doador pode salvar mais de 8 vidas (ABTO – Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).

Doe órgãos, doe vida.

 

Relatores:
Olberes Vitor Braga de Andrade
Lilian Monteiro Pereira Palma
Membros dos Departamentos de Nefrologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo e de Nefrologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Nefrologia

 

Foto: @atlascompany / www.freepik.com

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