Crises – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Mon, 22 Jun 2026 18:29:15 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png Crises – SPSP https://spsp.org.br 32 32 Respirar bem também é coisa de criança https://spsp.org.br/respirar-bem-tambem-e-coisa-de-crianca/ Mon, 22 Jun 2026 18:29:12 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=57548 ]]>

Em 21 de junho, lembramos o Dia Nacional de Controle da Asma, uma data importante para reforçar que a asma é comum, pode ser séria, mas tem tratamento eficaz. Para muitas crianças e famílias, a asma não significa apenas “chiado no peito”. Ela pode trazer noites mal dormidas, faltas à escola, limitação para brincar, medo de crises, idas frequentes ao pronto-atendimento e grande ansiedade para pais e responsáveis.

A asma é uma doença inflamatória crônica das vias respiratórias. Isso significa que os brônquios ficam mais sensíveis e podem reagir exageradamente a vírus respiratórios, poeira, mofo, ácaros, fumaça, cheiros fortes, mudanças de temperatura, esforço físico e outros gatilhos. Durante uma crise, pode haver tosse persistente, chiado, falta de ar, cansaço, aperto no peito ou dificuldade para falar e se alimentar, podendo em casos graves necessitar de atendimento de urgência.

Apesar disso, a mensagem principal é positiva: a maioria das crianças com asma pode levar uma vida normal quando recebe diagnóstico adequado, acompanhamento regular e tratamento preventivo. Com a doença controlada, a criança dorme bem, brinca, pratica atividades físicas e frequenta a escola sem limitações importantes.

Ao longo da história, a asma já foi tratada de muitas formas. Algumas fazem sentido até hoje; outras ficaram no passado. Pode parecer absurdo, mas já existiram “cigarros para asma”, usados em uma época em que se entendia muito menos sobre a doença e sobre os riscos da fumaça. Hoje sabemos que qualquer exposição ao tabaco, inclusive fumo passivo, piora a saúde respiratória e deve ser evitada.

Por outro lado, alguns tratamentos antigos continuam atuais quando bem indicados. É o caso da imunoterapia alérgeno-específica, conhecida como “vacina para alergia”. Em pacientes com asma alérgica e com sensibilização comprovada (especialmente a ácaros, pólens ou outros alérgenos inalatórios), a imunoterapia pode reduzir sintomas, diminuir a necessidade de medicamentos e modificar a evolução da doença alérgica. Deve ser sempre indicada e acompanhada por especialista.

Nas últimas décadas, houve avanços importantes: medicamentos inalatórios mais seguros e eficazes, dispositivos melhores e, para casos selecionados de asma grave, medicamentos biológicos. Eles atuam em mecanismos específicos da inflamação e podem mudar a vida de crianças e adolescentes que continuam com sintomas ou crises apesar do tratamento convencional. Não são necessários para a maioria dos pacientes, mas representam uma grande conquista para os casos mais difíceis.

Um ponto essencial é evitar o tratamento inadequado baseado apenas em crises. Muitas crianças recebem repetidas doses de corticoide sistêmico, como prednisolona ou dexametasona, em pronto-atendimento, mas continuam sem tratamento preventivo adequado. O corticoide oral ou injetável pode ser necessário em algumas crises, porém seu uso repetido não é inofensivo. Quando usado com frequência, pode causar efeitos indesejáveis, como ganho de peso, alterações de comportamento e sono, aumento da pressão, alteração da glicemia, prejuízo ao crescimento e maior risco de outros problemas. Se a criança precisa ir muitas vezes ao pronto-atendimento, usar inalador de alívio com frequência ou receber corticoide sistêmico repetidamente, isso é sinal de alerta: a asma não está bem controlada.

Também é importante lembrar que o tratamento preventivo da asma não deve ser interrompido sem recomendação médica. Muitas vezes, quando a criança melhora, a família tem a impressão de que o medicamento não é mais necessário. No entanto, a melhora geralmente acontece justamente porque a inflamação dos brônquios está controlada. Quando o tratamento é suspenso antes da hora, essa inflamação pode voltar silenciosamente, aumentando o risco de novas crises, piora progressiva dos sintomas, faltas à escola, procura por pronto-atendimento e necessidade de corticoide sistêmico. Por isso, qualquer redução ou suspensão do tratamento deve ser planejada pelo médico, de forma segura e no momento adequado.

O pediatra tem papel central no cuidado da criança com asma. Ele pode reconhecer os sintomas, orientar o uso correto dos inaladores, acompanhar o crescimento, revisar gatilhos ambientais, tratar doenças associadas, como rinite alérgica, e ajustar o tratamento preventivo. Nos casos mais persistentes, graves, com dúvida diagnóstica, internações, uso frequente de corticoide sistêmico ou necessidade de terapias mais avançadas, a avaliação conjunta com alergista pediátrico e pneumologista pediátrico é muito importante.

Algumas atitudes simples ajudam muito: não expor a criança à fumaça de cigarro ou de cigarro eletrônico; manter acompanhamento regular, mesmo fora das crises; usar os medicamentos exatamente como prescritos; aprender a técnica correta dos inaladores, muitas vezes com espaçador; tratar a rinite quando presente; reconhecer sinais de piora; e ter um plano de ação para saber o que fazer em casa e quando procurar atendimento.

No Dia Nacional de Controle da Asma, vale lembrar: asma não deve ser tratada apenas na emergência. Controle de verdade acontece no acompanhamento, na prevenção e na parceria entre família, pediatra e especialistas quando necessário. Respirar bem é parte indispensável de uma infância feliz e ativa.

 

Relator:
Tim Markus Müller
Presidente do Departamento Científico de Alergia e Imunologia da SPSP

]]>
Asma – conhecimento, cuidado e qualidade de vida! https://spsp.org.br/asma-conhecimento-cuidado-e-qualidade-de-vida/ Sat, 21 Jun 2025 12:55:26 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=51860 Hoje, 21 de junho, celebramos o Dia Nacional de Controle da AsmaTrata-se de uma oportunidade importante para lembrar que, mesmo sendo uma doença crônica, a asma pode]]>


Hoje, 21 de junho, celebramos o Dia Nacional de Controle da Asma
Trata-se de uma oportunidade importante para lembrar que, mesmo sendo uma doença crônica, a asma pode (e deve) ser bem controlada.

Asma: cada paciente, uma história diferente
A asma não tem cura, mas tem tratamento! E hoje falamos muito em medicina de precisão: um tratamento feito sob medida para cada pessoa, levando em conta as características de sua doença.
Desde os casos leves — que podem ser controlados com medidas simples e medicamentos preventivos — até os casos mais graves, em que, se necessário, o médico pode indicar o uso de imunobiológicos: medicamentos modernos e altamente eficazes para quem tem asma grave não controlada.

Olhar o paciente como um todo: as comorbidades importam!
Para controlar bem a asma, precisamos cuidar de todo o corpo. Muitas vezes, a rinite alérgica — que causa espirros, coriza e congestão nasal — passa despercebida ou mal controlada. Mas ela pode agravar muito a asma se não for tratada.
Além disso, a obesidade, cada vez mais comum na infância e na adolescência, também pode dificultar o controle da asma e aumentar a frequência das crises. Por isso, o cuidado com o peso saudável desde cedo é fundamental.

Atividade física: um grande aliado
Incentivar as crianças (e adultos!) a se manterem ativas desde cedo é um dos pilares no manejo da asma.
A prática regular de exercícios melhora o condicionamento pulmonar e ajuda a reduzir o uso de medicamentos.
Sedentarismo e asma não combinam!

Vacinas em dia, sempre!
Outro ponto importante no cuidado com a asma é manter a carteira de vacinação atualizada.
A vacina contra a gripe, por exemplo, deve ser feita todos os anos.
As infecções respiratórias são um dos principais gatilhos de crises de asma, e prevenir essas infecções ajuda muito a manter a doença sob controle.

A asma ao longo da vida
A asma pode se manifestar de formas diferentes ao longo da vida. É mais comum em meninos na infância, e na fase adulta torna-se mais frequente nas mulheres.
Felizmente, com o avanço da ciência, já há estudos mostrando que, em alguns casos, pode haver até mesmo remissão da doença.
A medicina personalizada tem um papel fundamental para entendermos melhor cada paciente e as diferentes formas de expressão da asma.

O futuro é promissor
Embora a asma ainda não tenha cura, o conhecimento científico e os avanços da medicina de precisão nos trazem cada vez mais opções para personalizar o tratamento, controlar os sintomas, reduzir crises e melhorar a qualidade de vida.

No Dia Nacional de Controle da Asma, vamos reforçar uma mensagem importante: asma controlada significa liberdade, segurança e qualidade de vida. Procure seu médico, siga o tratamento, mantenha-se ativo e cuide de sua saúde integralmente. Respirar bem é viver bem!

#DiaNacionalDeControleDaAsma #AsmaTemControle #MedicinaDePrecisão #VacinasEmDia #AtividadeFísica #RiniteControlada #ObesidadeInfantil #QualidadeDeVida

Relatora:
Marina Buarque de Almeida
Presidente do Departamento Científico de Pneumologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo

]]>
A epilepsia em crianças https://spsp.org.br/a-epilepsia-em-criancas/ Wed, 26 Mar 2025 15:24:45 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=50723 ]]>

O Dia Mundial de Conscientização sobre a Epilepsia é celebrado no dia 26 de março. É também conhecido como “Dia Roxo” (Purple Day); assim, todos os anos no dia 26/03, pessoas ao redor do mundo são convidadas a usar a cor roxa e promover eventos que tragam esclarecimentos sobre a doença.

A epilepsia é uma das condições neurológicas mais prevalentes no mundo, comprometendo cerca de 1% dos indivíduos. Mais especialmente em crianças, essa prevalência ocorre em 2% dos casos, cifra bastante significativa. Sua ocorrência é mais expressiva nos primeiros três anos de vida.

A característica da epilepsia  é sua tendência à repetição das convulsões. Manifesta-se por convulsões com características diversas, sendo a mais conhecida a do tipo generalizado, com tremores difusos nos braços e pernas e contratura muscular, às vezes concomitantes na face, com perda de consciência. É o tipo mais comum e de maior conhecimento público.

Entretanto, existem outras formas, como por exemplo: crises com tremores somente na face, ou só num membro superior, consideradas parciais; crises de ausência, nas quais há um curto período de desligamento ou perda de contato e pronta recuperação; crises de contraturas ou espasmos musculares em flexão dos membros; ou súbitas perdas de tônus muscular e queda. Enfim, são múltiplas expressões clínicas, e que podem caracterizar tipos de síndromes epilépticas.

É importante lembrar que convulsão não é sinônimo de epilepsia e que pode ocorrer em outras circunstâncias: insolação, hipoglicemia, infecções do sistema nervoso, traumas cranianos.

A sua ocorrência implica sempre em um procedimento médico de emergência e investigação na busca do esclarecimento da causa e conduta a seguir, e exames complementares necessários, como o eletroencefalograma, obtenção de imagens radiológicas e outros que possam ser indicados.

Após os esclarecimentos, a criança e familiares deverão ser encaminhados para Serviço Especializado em Epilepsia para acompanhamento adequado da terapia medicamentosa, realização de exames complementares e em consultas com os especialistas, por determinados períodos estabelecidos em protocolos.

O tratamento  medicamentoso com anticonvulsivantes tem bom prognóstico em grande parte dos casos. Nos casos de convulsões refratárias, o profissional procederá na busca de alternativas, como mudança do esquema de medicamentos ou em alguns casos a possibilidade cirúrgica.

 

Relator:
Saul Cypel
Professor Livre-Docente de Neurologia Infantil
Membro do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Sociedade de Pediatria de São Paulo

]]>
Síndrome PFAPA https://spsp.org.br/sindrome-pfapa/ Tue, 28 Nov 2023 18:21:34 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=40874 A síndrome PFAPA (abreviatura do inglês Periodic fever accompanied by aphthous stomatitis, pharyngitis and cervical adenitis syndrome, significa em português: Febre Periódica, Aftas]]>

A síndrome PFAPA (abreviatura do inglês Periodic fever accompanied by aphthous stomatitis, pharyngitis and cervical adenitis syndrome, significa em português: Febre Periódica, Aftas, Faringite e Adenite) é uma inflamação sem causa específica ou aparente. A febre aparece com periodicidade, acompanhada por amigdalite/faringite em 90% dos casos, gânglios aumentados na região do pescoço (adenite) em 70% e aftas em 50% das vezes.

É uma doença benigna, que aparece após o primeiro ano de idade e tende a desaparecer após os 10 anos, com resolução espontânea.

Nos primeiros episódios febris, quando a criança vai aos Serviços de Emergência, a doença pode passar despercebida. Em muitos casos, pode até receber antibióticos frequentemente, sem necessidade. Somente após vários surtos é que se começa a pensar na possibilidade da PFAPA. A febre é súbita, subindo rapidamente (39-40oC), com duração entre 4-5 dias e frequência entre 3-6 semanas. O intervalo entre as crises pode ser mais longo ou mais curto.

A doença será diagnosticada com base na combinação da clínica, exame físico e testes laboratoriais. Antes de confirmar o diagnóstico, é obrigatório excluir todas as outras doenças que podem apresentar sintomas semelhantes.

Que tipo de testes laboratoriais são necessários?

Não existem exames de laboratório ou de imagem específicos para o diagnóstico de PFAPA. Os valores dos testes, tal como a velocidade de hemossedimentação (VHS) ou os níveis de Proteína C Reativa (PCR) no sangue aumentam durante os episódios, mas voltam a ficar normais nos períodos entre eles.

Como a PFAPA não é uma doença infecciosa, a pesquisa de agentes virais ou bacterianos sempre é negativa, sendo de suma importância excluir essas infecções durante as crises. O tratamento com 1-2 doses de corticoide, orientado pelo médico (pediatra e/ou otorrinolaringologista) que está acompanhando a criança é um sinal importante para confirmar o diagnóstico.

Existe também tratamento profilático com alguns medicamentos, que podem ser prescritos pelo otorrinolaringologista que está acompanhando a criança. Em alguns casos, quando o intervalo entre as crises de febre e a administração de corticoide ficar cada vez mais curta, a cirurgia de amigdalectomia – retirada das amígdalas – pode levar a um bom desfecho, com o desaparecimento da doença.

É importante considerar o tratamento medicamentoso somente quando a qualidade de vida dos pacientes e familiares estiver muito impactada, e a decisão da indicação de cirurgia deverá ser tomada em conjunto pelos pais, pediatra e otorrinolaringologista que acompanham a criança, para se encerrar, através da cirurgia, em caráter definitivo, essas crises febris.

 

Relatoras:
Tania Sih
Renata Di Francesco
Departamento Científico de Otorrinolaringologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo

 

]]>
Epilepsia: o que é e como tratar? https://spsp.org.br/epilepsia-o-que-e-e-como-tratar/ Mon, 27 Mar 2023 15:13:12 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=36641 No dia 26 de março é comemorado o Dia Mundial de Conscientização sobre a Epilepsia. Considera-se um quadro de epilepsia duas ou mais crises não provocadas com intervalo maior que]]>

No dia 26 de março é comemorado o Dia Mundial de Conscientização sobre a Epilepsia. Considera-se um quadro de epilepsia duas ou mais crises não provocadas com intervalo maior que 24 horas entre elas ou crises associadas a lesões estruturais causadas por insulto cerebral remoto, como acidentes vasculares, infecção ou trauma ou diagnóstico de uma síndrome epiléptica.

O principal sintoma da epilepsia é a crise convulsiva. As causas podem ser estruturais, genéticas, infecciosas, metabólicas, imunológicas ou desconhecidas. Pode manifestar-se em qualquer idade, no entanto, sem dúvida, é mais preocupante em pacientes mais jovens.

O tratamento existe para todos os tipos de pacientes, entretanto não quer dizer que haja controle efetivo.

As principais recomendações durante uma crise são manter a calma, proteger o paciente, especialmente a cabeça, para que não bata contra o solo ou outra superfície, jamais colocar o dedo na boca de quem está tendo a crise, não fazer “respiração boca a boca”, jamais dar comida ou líquido para quem está tendo a crise e chamar socorro imediatamente. Deixar a cabeça sempre lateralizada.

Em alguns casos, quando não controlada, a epilepsia pode levar a distúrbio de aprendizado e muitas outras complicações de médio e longo prazo, de acordo com a etiologia. Há também descrição de morte súbita em epilepsia.

A criança não consegue controlar o quadro, por isso é importante tentar ensinar os pacientes a evitar possíveis desencadeantes de crise, como por exemplo: privação de sono, alguns estímulos luminosos, alterações de ciclo circadiano. Nos adolescentes, evitar uso de álcool e⁄ou drogas Ilícitas ou medicamentos.

Por fim, vale lembrar que é necessário acompanhamento com neurologista infantil, bem como realizar exames complementares, como ressonância e eletroencefalograma em sono e vigília.

 

Relator:
Carlos Takeuchi
Vice-Presidente do Departamento Científico de Neurologia e Neurocirurgia da Sociedade de Pediatria de São Paulo

]]>
Crianças com alergia crônica https://spsp.org.br/criancas-com-alergia-cronica/ Tue, 13 Dec 2022 10:59:00 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=35833 ]]>

Podemos definir a alergia crônica como uma resposta exagerada do sistema imunológico a várias substâncias (alérgenos), que dura um longo período e/ou melhora e piora ao longo da vida. Acontece em pessoas que apresentam predisposição genética para isso e que são expostas a esses alérgenos pela via respiratória, cutânea ou até por ingestão no ambiente em que elas vivem.

Exemplo muito comum são as alergias respiratórias como asma e rinite; as de pele (dermatite atópica) e até as urticárias, que podem durar uma vida inteira. Deve ser dada uma atenção especial a esses problemas, porque o curso crônico e recidivante compromete a qualidade de vida das pessoas e, em muitos casos, o paciente pode apresentar a forma grave da doença ou ainda piorar com o tempo.

O ideal é que os pacientes sejam encaminhados para alergistas e imunologistas, médicos capazes de identificar a causa do problema crônico, aplicar o tratamento correto e inclusive indicar uma forma de preveni-lo. Para melhor entendimento, podemos comentar sobre uma criança com asma alérgica que desde pequena chiava o peito e quando entrava em contato com poeira as suas crises pioravam muito.

O especialista poderá verificar qual o principal alérgeno desencadeante, indicar formas de prevenção para evitar o contato do alérgeno específico, diagnosticá-la e tratá-la adequadamente com medicamentos, na maioria das vezes, inalatórios. Uma criança que apresenta uma doença alérgica precisa conhecer quais são os gatilhos para as crises, saber tratá-la e acompanhar com o especialista, uma vez que não se fala em cura, mas em remissão, para uma melhor qualidade de vida!

 

Relatora:
Vera Esteves Vagnozzi Rullo
Vice-Presidente do Departamento Científico de Alergia e Imunologia da SPSP

]]>