Brinquedo – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Wed, 15 Apr 2026 17:41:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png Brinquedo – SPSP https://spsp.org.br 32 32 Dia do “Desarmamento Infantil” https://spsp.org.br/dia-do-desarmamento-infantil/ Wed, 15 Apr 2026 16:22:25 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=56339 ]]>

Desde 2001, no dia 15 de abril é comemorado o Dia do Desarmamento Infantil, data criada com o objetivo principal de debater as consequências que o uso de armas por crianças (incluindo as de brinquedo e as virtuais) pode causar em relação ao aumento da violência.

As armas de fogo são a principal causa de morte entre crianças e adolescentes nos EUA e em vários países do mundo. A maioria dos ferimentos, em crianças, está relacionada ao armazenamento inadequado das mesmas em casa.

Muito se fala a respeito de segurança com arma de fogo. O que se tem bem estabelecido é que a forma mais segura de proteger uma criança/adolescente de lesões é não ter armas em casa.

  • Crianças pequenas são curiosas, exploram e diante de uma arma não têm capacidade de entender o perigo.
  • Adolescentes, por outro lado, vivem fases de impulsividade, conflitos emocionais e busca por identidade. Nesse contexto, o acesso a uma arma pode transformar um momento passageiro em uma tragédia irreversível.

Se houver arma em casa, ela deverá estar armazenada adequadamente –

em cofre com chave ou segredo (que a criança/adolescente desconheçam) e estar descarregada (a munição deverá ser guardada separadamente).

Portanto, nem crianças nem adolescentes devem ter acesso a armas de fogo. Devem ser ensinados a não mexer caso encontrem uma arma, sair da área e avisar um adulto.

Mas e quanto à premissa de que crianças e adolescentes que brincam com armas de brinquedo ou virtuais podem se tornar adultos violentos?

Não há estudos consistentes mostrando que crianças que brincam com armas de brinquedo (revólveres, espingardas, espadas etc.) serão adultos mais violentos ou terão comportamento criminoso na vida adulta. Elas aprendem educando o imaginário, ao representar papéis como herói, polícia, vilão. Exploram conceitos de certo e errado, de justiça, poder e proteção. Brincar dessa forma pode ajudar a controlar impulsos agressivos e a aprender a autorregulação em um ambiente controlado.

A expressão de agressividade depende de uma série de fatores ambientais durante o desenvolvimento do indivíduo. Essa é a base da psicologia do desenvolvimento: o comportamento agressivo não nasce de um único fator, mas sim da interação entre a criança e o ambiente em que ela cresce. O modelo dos adultos com quem ela convive (pais, cuidadores, responsáveis), seu ambiente emocional (seguro x instável), a exposição à violência real (doméstica, comunitária), suas relações sociais (acolhimento x rejeição), cultura e valores familiares, essa interação de fatores, ensinam a criança como expressar emoções (inclusive raiva). Portanto, não é a arma de brinquedo que ensina violência – é o contexto que molda o significado da brincadeira.

Contudo, a segurança física é indispensável. Responsáveis devem garantir que os brinquedos sejam adequados à faixa etária e não se assemelhem excessivamente a armas reais. Equipamentos que disparam projéteis não devem ser utilizados em crianças de qualquer idade – e exigem dispositivos de proteção e supervisão, pois podem causar ferimentos graves.

O Dia do “Desarmamento Infantil” deve focar na prevenção de acidentes com armas de fogo, através da premissa bem estabelecida de que crianças não têm maturidade para lidar com armas reais

A prevenção deve estar em: reduzir acesso a armas reais, ensinar diferença entre fantasia e realidade e supervisão ativa.

 

Saiba mais:

. Smith S, Ferguson CJ, Beaver KM. Learning to blast a way into crime, or just good clean fun? Examining aggressive play with toy weapons and its relation with crime. Crim Behav Ment Health. 2018;28:313–323. https://doi.org/10.1002/cbm.2070

. Ferguson CJ. Does media violence predict societal violence? It depends on what you look at and when. Journal of Communication, November 2014. https://doi.org/10.1111/jcom.12129

. AAP – Pediatric patient education. A parent’s guide to toy safety. Apr 03 2025 Disponível em: https://www.pediatrust.com/safety/a-parents-guide-to-toy-safety

 

Relatora:

Tania Zamataro
Membro do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP
Coordenadora do Blog Pediatra Orienta da SPSP

 

 

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29 de outubro – Dia Nacional do Livro https://spsp.org.br/29-de-outubro-dia-nacional-do-livro/ Fri, 28 Oct 2022 15:58:34 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=35157 Dia 29 de outubro “Um livro é um brinquedo feito de letras”.* Esta frase do escritor Rubem Alves salienta um dos aspectos da importância do livro, não só para crianças, mas para todos - a leitura tem que gerar prazer. ]]>

“Um livro é um brinquedo feito de letras”.* Esta frase do escritor Rubem Alves salienta um dos aspectos da importância do livro, não só para crianças, mas para todos – a leitura tem que gerar prazer.

Livros perguntam e, também, respondem.

Livros inquietam, mas também relaxam e podem apaziguar a alma.

Livros tornam simples o complexo e podem revelar a profundidade do que é simples.

Livros nos transportam através da imaginação, para qualquer lugar.

Livro é um diálogo que não tem fim, entre o seu coração e ele.

Com um livro na mão não há solidão.

Livro é veículo de conhecimento e informação.

Monteiro Lobato disse que: “Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê”. Por isso, a leitura amplia seus horizontes e a sua capacidade de compreensão da realidade. Disse também: “Um país se faz com homens e livros”. **

A leitura estimula diversas áreas do cérebro e proporciona aumento da cultura geral. O hábito da leitura envolve imaginação, auxilia no processo de aprendizagem, na expansão do vocabulário, no desenvolvimento do raciocínio, na criatividade, na memória e na construção de senso crítico, na atenção/concentração, na modelagem emocional, na comunicação interpessoal, na inserção no mercado de trabalho.

O PISA(Programme for International Student Assessment) tornou-se o maior exame de estudantes do mundo, desde o ano 2000. O índice de leitura é utilizado nesse instrumento para medir o “compreender, usar, avaliar, refletir sobre e envolver-se com textos, a fim de alcançar um objetivo, desenvolver seu conhecimento e seu potencial, e participar da sociedade”.

De acordo com dados de 2018 do PISA – em estudo realizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em 79 países, a média de proficiência dos estudantes brasileiros em leitura foi de 413 em 550 pontos, 74 pontos abaixo da média dos países da OCDE (487). Nós ficamos atrás de países como Chile, Uruguai, Costa Rica e México. 

Os livros, como os conhecemos hoje, nasceram com a impressão da chamada Bíblia de Johannes Gutenberg. Foi o primeiro livro impresso no mundo, escrito em latim e com um total de 641 páginas. O trabalho teve início em 1455 e demorou 5 anos para ser concluído. Antes, porém, a humanidade já percebera a importância desses registros, seja em argila (escrita cuneiforme), seja em papiros (couro), em pedra (monolitos), ou mesmo na evanescente areia da praia. Hoje esse universo se expandiu e cabe na palma da mão, num tablet, num celular, através dos e-books, audiobooks.

O Brasil não está bem na “fita” no ranking da leitura e do consumo de livros.

Segundo o Instituto Pró-Livro, em estudo conduzido nos três últimos meses de 2019, o brasileiro leu, de forma geral, menos de um livro por mês. Quando comparados com o resto do mundo, ficamos muito abaixo dos principais países quando se trata de tempo de leitura semanal. A Índia encabeça a lista, com uma média de 10,7 horas semanais de leitura por habitante, em seguida vem a Tailândia (9,4 horas semanais), China (8 h), Filipinas (7,6 h) e Egito (7,5 h). O Brasil aparece em 27º lugar, com uma média semanal de 5,2 horas de leitura por habitante. Já com relação à faixa etária, o público que mais lê no Brasil são os adolescentes de 11 a 13 anos; destes, 84% leem com frequência. ***

A falta de tempo, para 43% dos entrevistados na pesquisa “Retratos” **** foi o principal motivo para não conseguirem ler mais. Entretanto, 23% dos entrevistados afirmaram que não gostariam de ter lido mais e 9% preferem outras atividades e não têm paciência para ler.

Hoje, o tempo é uma moeda de consumo valiosa e disputada. As mídias sociais competem extraordinariamente pela nossa atenção. Vemos e lemos muito através dessas mídias; entretanto, elas não permitem uma concentração atenta e demorada, são um consumo passivo e rápido, fazendo com que o conhecimento gerado seja superficial. Diferente da leitura de um livro.

O hábito da leitura se constrói aos poucos, precisa ser incentivado pelo adulto que lê para a criança; pela entrega de um livro que seja manuseado e se vejam as figuras; pelo contar histórias, pelo incentivar a leitura de um livro por inteiro, pelo trocar ideias sobre o assunto com a criança. E continuar o processo sem interrupções. Dia a dia. Ano a ano. Assim, o livro vira um eterno brinquedo!

Saiba mais:

*https://educacao.curitiba.pr.gov.br/noticias/um-livro-e-um-brinquedo
**https://jmonline.com.br/novo/?noticias,22,ARTICULISTAS,72573
***https://muraldoslivros.com/dados-sobre-a-leitura-no-brasil

Relator:
Fernando MF Oliveira

Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP

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O que levar em conta ao comprar um brinquedo para uma criança pequena https://spsp.org.br/o-que-levar-em-conta-ao-comprar-um-brinquedo-para-uma-crianca-pequena/ Thu, 11 Oct 2018 18:00:22 +0000 http://www.pediatraorienta.org.br/?p=2335 Médica elenca, especialmente para o Dia das Crianças, as principais características de um brinquedo lúdico e seguro para os pequenos de até 6 anos Brincar é essencial para o desenvolvimento de qualquer criança, sobretudo na primeira infância. Vai muito além da diversão e da fantasia. Envolve um processo permanente de descoberta. É no momento da brincadeira, aliás, que os pais, familiares e cuidadores demonstram que se importam com os pequenos, criando e consolidando laços afetivos. Nessas situações, a criança evolui em capacidades importantes, como atenção, memória, imitação e imaginação, sem contar que trabalha as habilidades motoras, emocionais e sociais. Não por acaso, já em 1959 a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovava por unanimidade a Declaração Universal dos Direitos da Criança, que tem como um de seus princípios o direito ao lazer infantil. Quando se pensa em comprar um brinquedo no Dia das Crianças, devemos ficar atentos a questões como adequação à faixa etária, segurança e necessidade de supervisão de um adulto. Outro ponto relevante é selecionar artigos que auxiliem no aprendizado ou estimulem a imaginação. Podemos resumir os principais cuidados nesse momento da seguinte forma: • No ato da compra, verifique ou exija o selo de identificação da conformidade ou selo de certificação do INMETRO. Ele demonstra que o produto atende a requisitos de segurança estabelecidos em normas e regulamentos. • Brinquedos comprados no comércio informal são frequentemente produtos irregulares ou falsificados e podem apresentar tintas tóxicas ou soltar peças capazes de provocar engasgos. Peça sempre a nota fiscal no estabelecimento da compra. • Antes de entregar o produto à criança, leia atentamente as instruções de uso. Cuidados especiais devem ser observados na retirada das embalagens, que podem ter grampos metálicos ou papéis com tintas inadequadas. • Fique de olho especialmente nos lares onde existem crianças com diferentes faixas etárias, pois peças pequenas são muito perigosas para irmãos menores. O ideal por faixa etária Vejamos agora quais são os tipos de brinquedo mais recomendados para cada um dos ciclos segundo o desenvolvimento da criança. De 0 a 12 meses: brinquedos coloridos, com som, de várias texturas estimulam os sentidos da visão, da audição e do tato. São indicados, por exemplo, móbiles, chocalhos, blocos de empilhar, bolas pequenas e leves, bonecas, livros com som, mordedores, acolchoado divertido, entre outros. De 1 a 3 anos: é a fase de maior independência, quando o mundo da criança se amplia e ela aprimora o andar e o falar. Nesse período, o aprendizado de atividades motoras e intelectuais é cada vez maior e vale iniciar os jogos de memória com imagens claras e grandes, de material resistente. Outros brinquedos bem-vindos a essa etapa são: bolas, livros, dominó, giz de cera grande, pinturas a dedo, fantasias, kits de médico, de cozinha, bonecas, carrinhos para empurrar, triciclo, marionetes, bloquinhos de construção e instrumentos musicais. De 3 a 6 anos: as crianças falam cada vez mais e melhor, interagem bastante, pedalam, param sobre um pé, pulam com as duas pernas, agarram bolas… Por isso, são indicados nessa fase brinquedos como triciclos, bicicletas, fantasias, tintas (adequadas para crianças, claro), casa de bonecas, carros, aviões, trens. Blocos de encaixe e construção com conceitos mais avançados (em cima, ao lado, embaixo…), jogos de tabuleiro, brinquedos que combinam letras e números. Jogos de computador podem entrar em cena nesse momento, mas devem ser indicados para a idade, utilizados por tempo limitado e sob supervisão. É importante ter em mente que o brinquedo mais educativo é aquele que favorece a interação de um adulto com a criança. E lembrar que brinquedos nunca devem substituir a atenção que um adulto deve dispensar para com o pequeno. ___ Texto produzido Dra. Sarah Saul para o site SAÚDE. Link original: https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/o-que-levar-em-conta-ao-comprar-um-brinquedo-para-uma-crianca-pequena/ Dra. Sarah Saul é pediatra e vice-presidente do Departamento Científico de Segurança Infantil da Sociedade de Pediatria de São Paulo. ___ Publicado em 11/10/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.]]>

Médica elenca, especialmente para o Dia das Crianças, as principais características de um brinquedo lúdico e seguro para os pequenos de até 6 anos

Brincar é essencial para o desenvolvimento de qualquer criança, sobretudo na primeira infância. Vai muito além da diversão e da fantasia. Envolve um processo permanente de descoberta. É no momento da brincadeira, aliás, que os pais, familiares e cuidadores demonstram que se importam com os pequenos, criando e consolidando laços afetivos. Nessas situações, a criança evolui em capacidades importantes, como atenção, memória, imitação e imaginação, sem contar que trabalha as habilidades motoras, emocionais e sociais. Não por acaso, já em 1959 a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovava por unanimidade a Declaração Universal dos Direitos da Criança, que tem como um de seus princípios o direito ao lazer infantil.

FeeLoona | Pixabay

Quando se pensa em comprar um brinquedo no Dia das Crianças, devemos ficar atentos a questões como adequação à faixa etária, segurança e necessidade de supervisão de um adulto. Outro ponto relevante é selecionar artigos que auxiliem no aprendizado ou estimulem a imaginação. Podemos resumir os principais cuidados nesse momento da seguinte forma:

• No ato da compra, verifique ou exija o selo de identificação da conformidade ou selo de certificação do INMETRO. Ele demonstra que o produto atende a requisitos de segurança estabelecidos em normas e regulamentos.
• Brinquedos comprados no comércio informal são frequentemente produtos irregulares ou falsificados e podem apresentar tintas tóxicas ou soltar peças capazes de provocar engasgos. Peça sempre a nota fiscal no estabelecimento da compra.
• Antes de entregar o produto à criança, leia atentamente as instruções de uso. Cuidados especiais devem ser observados na retirada das embalagens, que podem ter grampos metálicos ou papéis com tintas inadequadas.
• Fique de olho especialmente nos lares onde existem crianças com diferentes faixas etárias, pois peças pequenas são muito perigosas para irmãos menores.

O ideal por faixa etária

Vejamos agora quais são os tipos de brinquedo mais recomendados para cada um dos ciclos segundo o desenvolvimento da criança.

De 0 a 12 meses: brinquedos coloridos, com som, de várias texturas estimulam os sentidos da visão, da audição e do tato. São indicados, por exemplo, móbiles, chocalhos, blocos de empilhar, bolas pequenas e leves, bonecas, livros com som, mordedores, acolchoado divertido, entre outros.

De 1 a 3 anos: é a fase de maior independência, quando o mundo da criança se amplia e ela aprimora o andar e o falar. Nesse período, o aprendizado de atividades motoras e intelectuais é cada vez maior e vale iniciar os jogos de memória com imagens claras e grandes, de material resistente. Outros brinquedos bem-vindos a essa etapa são: bolas, livros, dominó, giz de cera grande, pinturas a dedo, fantasias, kits de médico, de cozinha, bonecas, carrinhos para empurrar, triciclo, marionetes, bloquinhos de construção e instrumentos musicais.

De 3 a 6 anos: as crianças falam cada vez mais e melhor, interagem bastante, pedalam, param sobre um pé, pulam com as duas pernas, agarram bolas… Por isso, são indicados nessa fase brinquedos como triciclos, bicicletas, fantasias, tintas (adequadas para crianças, claro), casa de bonecas, carros, aviões, trens. Blocos de encaixe e construção com conceitos mais avançados (em cima, ao lado, embaixo…), jogos de tabuleiro, brinquedos que combinam letras e números. Jogos de computador podem entrar em cena nesse momento, mas devem ser indicados para a idade, utilizados por tempo limitado e sob supervisão.

É importante ter em mente que o brinquedo mais educativo é aquele que favorece a interação de um adulto com a criança. E lembrar que brinquedos nunca devem substituir a atenção que um adulto deve dispensar para com o pequeno.

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Texto produzido Dra. Sarah Saul para o site SAÚDE.
Link original: https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/o-que-levar-em-conta-ao-comprar-um-brinquedo-para-uma-crianca-pequena/

Dra. Sarah Saul é pediatra e vice-presidente do Departamento Científico de Segurança Infantil da Sociedade de Pediatria de São Paulo.

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Publicado em 11/10/2018.

Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.

Licença Creative Commons
Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.

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