Antivacina – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Thu, 18 Mar 2021 22:38:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png Antivacina – SPSP https://spsp.org.br 32 32 Campanha Abril Azul – Confiança nas vacinas: eu cuido, eu confio, eu vacino https://spsp.org.br/campanha-abril-azul-confianca-nas-vacinas-eu-cuido-eu-confio-eu-vacino-2/ Mon, 01 Apr 2019 22:36:38 +0000 http://www.pediatraorienta.org.br/?p=2508 Em abril, a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) promove a campanha Abril Azul – Confiança nas vacinas: eu cuido, eu confio, eu vacino, uma iniciativa dos Departamentos Científicos de Imunizações e Infectologia da SPSP, cujo objetivo primordial é levar informações sobre a importância da vacinação, aumentando, assim, a confiança e a valorização das vacinas, além de discutir e mostrar os riscos da recusa vacinal.

abril azul - confianca nas vacinas

De acordo com o pediatra Marco Aurélio Sáfadi, presidente do Departamento de Imunizações da SPSP e coordenador da campanha Abril Azul, poucas intervenções em saúde pública tiveram tanto impacto na humanidade como as vacinas. “Os benefícios são inequívocos, com redução de mortes, hospitalizações, sequelas, e especialmente contribuindo para a melhora da qualidade de vida da nossa população”, salienta o médico. Ele comenta que essa história de sucesso iniciou-se no século XVIII, com as pesquisas do médico inglês Edward Jenner, que culminaram com o desenvolvimento da vacina contra a varíola, responsável pela erradicação dessa doença no mundo no final da década de 1970.

“Para termos uma ideia da magnitude dessa conquista, estima-se que a varíola foi responsável pela morte de 300 milhões de pessoas durante o século XX”, explica o pediatra. Ele revela que as vacinas contribuíram, ainda, para a eliminação de doenças como a poliomielite (hoje restrita a poucos países no mundo), e controle de outras, como o sarampo, a rubéola, a difteria e o tétano (reduzidas a um número muito menor de ocorrências em comparação ao passado). “Nesse contexto, a campanha Abril Azul – Confiança nas vacinas tem como objetivo essencial reforçar a credibilidade das vacinas, destacar a importância de mantermos elevadas coberturas vacinais, impedindo, dessa forma, o ressurgimento dessas temidas doenças na nossa comunidade”, declara.

Para Claudio Barsanti, presidente da SPSP, as vacinas têm um papel extremamente importante na erradicação e controle de doenças e a recusa vacinal pode ter um impacto muito negativo para a saúde pública, inclusive contribuindo para emergir doenças que já estavam controladas ou até mesmo erradicadas. “Vale lembrar que a vacina tem também grande relevância na nossa economia e aspecto social. A vacinação leva a uma redução de custos com consultas, tratamentos e internações e proporciona melhores condições de saúde”, afirma o médico.

Segundo a pediatra Silvia Regina Marques, presidente do Departamento de Infectologia da SPSP, as vacinas representam a melhor intervenção em saúde em termos de custo-benefício, evitam dois a três milhões de mortes a cada ano em todo o mundo e aumentam a expectativa de vida. “Não vacinar as crianças coloca-as em risco de desenvolver doenças potencialmente fatais (sarampo, tétano, difteria meningite etc.) e causadoras de sequelas para o resto da vida, como paralisia (poliomielite), surdez (meningite por H influenzae, caxumba), retardo no desenvolvimento, entre outras”, alerta a especialista.

Silvia relembra que a região das Américas foi a primeira do mundo a receber, em 2016, da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), o certificado da erradicação do sarampo, rubéola e rubéola congênita. “No entanto, o Brasil acaba de perder esse certificado em março deste ano, considerando o número crescente de casos em alguns estados brasileiros. As baixas taxas de cobertura vacinal contra a doença foram as responsáveis por este insucesso”, lamenta a médica.

Movimentos antivacinas

Sáfadi explica que a situação do sarampo na Europa ilustra muito bem as consequências negativas de movimentos antivacinas, que insinuavam associações mentirosas e falsos eventos adversos às vacinas, levando à queda das coberturas vacinais. “Em 2018 foram reportados mais de 12 mil casos de sarampo na Europa, com 33 mortes. Recentemente, tivemos a confirmação do primeiro caso de tétano nos últimos 30 anos no Oregon, EUA, em um menino de seis anos não vacinado”, relata.

“Temos ainda o total descaso e abandono das autoridades sanitárias, como o que está ocorrendo atualmente na Venezuela, que fez com que o esse país tivesse o registro de surtos de sarampo e difteria com centenas de mortes e hospitalizações associadas”, continua o pediatra, informando que a entrada de imigrantes venezuelanos no Brasil deflagrou o retorno do sarampo ao nosso País, com mais de dez mil casos e pelo menos 12 mortes registradas em 2018. “Isso demonstra a fragilidade das nossas coberturas vacinais e a presença de grandes bolsões de suscetibilidade às doenças imunopreveníveis”, acrescenta.

O especialista diz que, por tudo isso, a campanha Abril Azul é essencial. Claudio Barsanti comenta que a SPSP organiza, para abril, uma programação especial para ampliar os conhecimentos a respeito de assunto tão importante, como é a questão da vacinação. “Essas ações são fundamentais porque, enquanto sociedade científica, somos formadores de opinião, e não só da sociedade em geral, mas dos médicos pediatras. Portanto, é nosso dever informar o que está acontecendo e tentar reverter os rumos da história da recusa vacinal”, conclui o presidente da SPSP.

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Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP.

Publicado em 1/04/2019.

Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.

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Futuro em risco: o perigo de não vacinar as crianças https://spsp.org.br/futuro-em-risco-o-perigo-de-nao-vacinar-as-criancas/ Thu, 26 Apr 2018 18:30:04 +0000 http://www.pediatraorienta.org.br/?p=2055 Especialistas defendem por que a vacinação infantil é crucial para termos um mundo mais saudável e livre de surtos e epidemias. Por Dr. Guido Carlos Levi, infectologista, e Dra. Monica Levi, pediatra Recentemente, no final de uma palestra sobre imunização para uma sala lotada de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, alguém da plateia levantou a mão e nos fez essa surpreendente pergunta: “Mas as vacinas são realmente necessárias?” Poderíamos ter respondido com um monossilábico “sim”, mas preferimos adotar outra tática para sermos mais convincentes. Por isso, devolvemos para a plateia: — Quem de vocês já viu um caso de varíola? Ninguém havia visto. — Quem de vocês já viu um caso de sarampo? Como o encontro ocorreu antes dos recentes surtos dessa doença, a resposta foi unânime: nenhuma pessoa na plateia tinha visto. Continuamos: — E quem de vocês já viu uma criança com pólio? Novamente ninguém se manifestou. Veja só: há coisa de um pouco mais de 50 anos, nossos hospitais abrigavam numerosos casos de varíola em adultos e crianças, com altas taxas de mortalidade. Na década de 1980, havia enfermarias lotadas de crianças com sarampo. O problema era, inclusive, a segunda causa mais frequente de doença infecciosa a vitimar nossa população infantil. E a pólio, então, uma das principais razões por trás de crianças com limitações de movimento até a década de 1960. Como vocês acham que essas doenças, tão comuns e graves, tornaram-se desconhecidas na atualidade? Não adianta pensar em explicações esotéricas ou alternativas. A resposta é uma só: graças ao sucesso das vacinas. Os imunizantes trouxeram, e continuam trazendo, enormes benefícios na prevenção desses e de outros males infecciosos. Onde foi parar a difteria? A rubéola congênita? E o tétano neonatal? Não precisamos nos alongar muito para deixar claro que as vacinas são o maior presente que a Medicina ofereceu à humanidade. No entanto, apesar dos inegáveis resultados positivos, nunca estiveram tão ativos, no mundo todo, grupos contrários às imunizações. Eles vêm incendiando a mídia, especialmente a eletrônica, com informações e orientações contra o uso de vacinas. Suas motivações são variadas: • Religiosas: “Só Deus pode decidir sobre o destino dos homens.” • Filosóficas: “Só o que é natural é bom. As vacinas não são naturais. Logo, não são boas.” • Pseudomédicas: “As vacinas sobrecarregam o sistema imunológico da criança.” Sim, há uma miscelânea de argumentos. Todos, porém, têm algumas características em comum: • A absoluta falta de base científica • O total desconhecimento histórico • A impermeabilidade a provas contrárias a seu ponto de vista • O alarmismo de suas manifestações Como consequência desse movimento, muitas das doenças que poderiam ter sido erradicadas, ou pelo menos controladas, ainda dão origem a surtos e até mesmo epidemias. Se o ressurgimento da difteria e do sarampo na Venezuela, assim como a pólio e o sarampo na Nigéria, no Paquistão e no Afeganistão, pode em grande parte ser atribuído à pobreza, ao descaso das autoridades locais, à falta de infraestrutura no atendimento a saúde e a conflitos civis, os mesmos argumentos não servem para justificar os recentes surtos de sarampo em vários países da Europa. Eles foram causados principalmente pela insuficiente cobertura da vacina, ainda que o agente imunizante estivesse amplamente disponível. A atuação dos grupos antivacina foi lamentavelmente decisiva para esses surtos. Pode-se alegar que o temor das reações adversas das vacinas também está por trás de boa parcela dos casos de recusa. De fato, as imunizações são potencialmente acompanhadas de efeitos colaterais indesejáveis. Contudo, eles são muito inferiores, quando aparecem, do que é propagado por aí pelos grupos antivacinas. No balanço entre riscos e benefícios, são incomparavelmente mais brandos do que as doenças evitadas com seu uso. Para reverter a subutilização dessa arma tão segura e eficaz e proteger a população dos sofrimentos impostos pelas enfermidades infecciosas, é necessário conscientizar permanentemente a população sobre as vantagens da vacinação. Para tanto, é importante, inclusive, que os profissionais de saúde — em particular aqueles em maior contato com os pais e responsáveis pelas crianças — conheçam as evidências científicas a respeito para que possam esclarecer as pessoas sobre os benefícios das vacinas e o que fazer diante de eventuais efeitos adversos — e isso precisa ser feito, claro, com paciência e linguagem clara e acessível. Da mesma maneira, é fundamental que os profissionais e a sociedade se empenhem em combater as notícias falsas (tão em moda hoje), divulgadas sem qualquer embasamento científico. A mídia tradicional deve ser uma aliada, como aliás tem se mostrado na maioria das vezes, na luta e na conscientização para uma saúde cada vez melhor. E o campo da vacinação não permite acomodações, sob pena de retrocessos inaceitáveis numa área da medicina cujos benefícios já estão mais que comprovados. O futuro aponta para uma progressiva expansão das imunizações, tanto em termos de alcance quanto no número de vacinas disponíveis. Não há sentido em permitir que a desinformação e movimentos sem sentido comprometam os avanços inestimáveis da vacinação, algo capaz de colocar em risco as crianças e um mundo melhor e mais saudável. ___ Texto produzido por Dr. Guido Carlos Levi, infectologista, e Dra. Monica Levi, pediatra para o site SAÚDE. Link original: https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/futuro-em-risco-o-perigo-de-nao-vacinar-as-criancas/ A Dra. Monica Levi é pediatra, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), membro da Sociedade de Pediatria de São Paulo e coautora do livro Vacinar, Sim ou Não? (MG Editores). O Dr. Guido Carlos Levi é infectologista, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim) e coautor do livro Vacinar, Sim ou Não? (MG Editores). Revisão técnica: Dr. Marco Aurélio Sáfadi, pediatra, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e diretor do Departamento de Imunizações da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Publicado em 26/04/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.]]>

Especialistas defendem por que a vacinação infantil é crucial para termos um mundo mais saudável e livre de surtos e epidemias.
Por Dr. Guido Carlos Levi, infectologista, e Dra. Monica Levi, pediatra

Recentemente, no final de uma palestra sobre imunização para uma sala lotada de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, alguém da plateia levantou a mão e nos fez essa surpreendente pergunta: “Mas as vacinas são realmente necessárias?”

Poderíamos ter respondido com um monossilábico “sim”, mas preferimos adotar outra tática para sermos mais convincentes. Por isso, devolvemos para a plateia:

— Quem de vocês já viu um caso de varíola?

Ninguém havia visto.

— Quem de vocês já viu um caso de sarampo?

Como o encontro ocorreu antes dos recentes surtos dessa doença, a resposta foi unânime: nenhuma pessoa na plateia tinha visto.

Continuamos:

— E quem de vocês já viu uma criança com pólio?

Novamente ninguém se manifestou.

Veja só: há coisa de um pouco mais de 50 anos, nossos hospitais abrigavam numerosos casos de varíola em adultos e crianças, com altas taxas de mortalidade. Na década de 1980, havia enfermarias lotadas de crianças com sarampo. O problema era, inclusive, a segunda causa mais frequente de doença infecciosa a vitimar nossa população infantil. E a pólio, então, uma das principais razões por trás de crianças com limitações de movimento até a década de 1960.

Como vocês acham que essas doenças, tão comuns e graves, tornaram-se desconhecidas na atualidade? Não adianta pensar em explicações esotéricas ou alternativas. A resposta é uma só: graças ao sucesso das vacinas.

ast25rulos | Pixabay

Os imunizantes trouxeram, e continuam trazendo, enormes benefícios na prevenção desses e de outros males infecciosos. Onde foi parar a difteria? A rubéola congênita? E o tétano neonatal? Não precisamos nos alongar muito para deixar claro que as vacinas são o maior presente que a Medicina ofereceu à humanidade.

No entanto, apesar dos inegáveis resultados positivos, nunca estiveram tão ativos, no mundo todo, grupos contrários às imunizações. Eles vêm incendiando a mídia, especialmente a eletrônica, com informações e orientações contra o uso de vacinas. Suas motivações são variadas:

• Religiosas: “Só Deus pode decidir sobre o destino dos homens.”
• Filosóficas: “Só o que é natural é bom. As vacinas não são naturais. Logo, não são boas.”
• Pseudomédicas: “As vacinas sobrecarregam o sistema imunológico da criança.”

Sim, há uma miscelânea de argumentos. Todos, porém, têm algumas características em comum:

• A absoluta falta de base científica
• O total desconhecimento histórico
• A impermeabilidade a provas contrárias a seu ponto de vista
• O alarmismo de suas manifestações

Como consequência desse movimento, muitas das doenças que poderiam ter sido erradicadas, ou pelo menos controladas, ainda dão origem a surtos e até mesmo epidemias. Se o ressurgimento da difteria e do sarampo na Venezuela, assim como a pólio e o sarampo na Nigéria, no Paquistão e no Afeganistão, pode em grande parte ser atribuído à pobreza, ao descaso das autoridades locais, à falta de infraestrutura no atendimento a saúde e a conflitos civis, os mesmos argumentos não servem para justificar os recentes surtos de sarampo em vários países da Europa. Eles foram causados principalmente pela insuficiente cobertura da vacina, ainda que o agente imunizante estivesse amplamente disponível. A atuação dos grupos antivacina foi lamentavelmente decisiva para esses surtos.

Pode-se alegar que o temor das reações adversas das vacinas também está por trás de boa parcela dos casos de recusa. De fato, as imunizações são potencialmente acompanhadas de efeitos colaterais indesejáveis. Contudo, eles são muito inferiores, quando aparecem, do que é propagado por aí pelos grupos antivacinas. No balanço entre riscos e benefícios, são incomparavelmente mais brandos do que as doenças evitadas com seu uso.

Para reverter a subutilização dessa arma tão segura e eficaz e proteger a população dos sofrimentos impostos pelas enfermidades infecciosas, é necessário conscientizar permanentemente a população sobre as vantagens da vacinação. Para tanto, é importante, inclusive, que os profissionais de saúde — em particular aqueles em maior contato com os pais e responsáveis pelas crianças — conheçam as evidências científicas a respeito para que possam esclarecer as pessoas sobre os benefícios das vacinas e o que fazer diante de eventuais efeitos adversos — e isso precisa ser feito, claro, com paciência e linguagem clara e acessível.

Da mesma maneira, é fundamental que os profissionais e a sociedade se empenhem em combater as notícias falsas (tão em moda hoje), divulgadas sem qualquer embasamento científico. A mídia tradicional deve ser uma aliada, como aliás tem se mostrado na maioria das vezes, na luta e na conscientização para uma saúde cada vez melhor. E o campo da vacinação não permite acomodações, sob pena de retrocessos inaceitáveis numa área da medicina cujos benefícios já estão mais que comprovados.

O futuro aponta para uma progressiva expansão das imunizações, tanto em termos de alcance quanto no número de vacinas disponíveis. Não há sentido em permitir que a desinformação e movimentos sem sentido comprometam os avanços inestimáveis da vacinação, algo capaz de colocar em risco as crianças e um mundo melhor e mais saudável.

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Texto produzido por Dr. Guido Carlos Levi, infectologista, e Dra. Monica Levi, pediatra para o site SAÚDE.
Link original: https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/futuro-em-risco-o-perigo-de-nao-vacinar-as-criancas/

A Dra. Monica Levi é pediatra, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), membro da Sociedade de Pediatria de São Paulo e coautora do livro Vacinar, Sim ou Não? (MG Editores).

O Dr. Guido Carlos Levi é infectologista, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim) e coautor do livro Vacinar, Sim ou Não? (MG Editores).

Revisão técnica: Dr. Marco Aurélio Sáfadi, pediatra, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e diretor do Departamento de Imunizações da Sociedade de Pediatria de São Paulo.

Publicado em 26/04/2018.

Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.

Licença Creative Commons
Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.

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