Dr. Marcelo Otsuka
Presidente do Departamento de Infectologia da SPSP
Coordenador do Comitê de Infectologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Infectologia
Com a participação de Denise Feliciano, do Departamento de Aleitamento Materno e do Núcleo de Estudos de Saúde Mental da SPSP, este podcast fala sobre a necessidade de apoio por parte da mãe que está amamentando e sobre seu estado emocional.
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O Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma acontece em 18 de setembro. O retinoblastoma é um tumor maligno originado na retina que acomete sobretudo crianças nos primeiros anos de vida. É o câncer intraocular mais frequente da infância, com cerca de 400 novos casos estimados por ano no Brasil, o que significa que muitos pediatras atenderão pouquíssimos casos ao longo da carreira e que a maior parte das famílias nunca ouviu falar da doença até que ela apareça em alguém próximo. Essa raridade torna o tema delicado. Como doença que pode demorar para ser detectada, no caso do retinoblastoma, o intervalo entre a primeira alteração percebida e a avaliação oftalmológica tem relevância no desfecho. Quando o tumor ainda está restrito ao olho, as taxas de cura são altas e existe chance concreta de preservar o globo ocular e alguma visão útil. Em fases mais avançadas, o tratamento se torna mais complexo e as alternativas se estreitam. O sinal mais característico é a leucocoria, um reflexo esbranquiçado na pupila que substitui o reflexo avermelhado normal. Costuma aparecer em fotografias com flash ou quando a criança olha em determinada direção sob certa iluminação, e é conhecida popularmente como “olho de gato”. A leucocoria tem várias causas possíveis, entre elas catarata congênita e outras doenças da retina, e na maioria das vezes não se trata de câncer. O que não se pode fazer é observar a alteração e esperar que ela desapareça. O segundo sinal relevante é o estrabismo, particularmente quando surge em uma criança cujos olhos eram alinhados. Alterações na visão, olho vermelho que não melhora, dor ocular e aumento do volume do olho também podem ocorrer, embora sejam manifestações mais tardias ou menos frequentes. Uma dúvida comum das famílias é como o tumor pode estar presente se a criança parece enxergar normalmente. Crianças pequenas raramente percebem ou verbalizam que a visão piorou ou que está embaçada, e quando um dos olhos está preservado vai compensar a perda, de modo que a criança continua brincando, reconhecendo pessoas e se deslocando sem dificuldade aparente. Por isso a observação dos adultos importa mais do que a queixa da criança, e qualquer mudança no aspecto da pupila ou no alinhamento dos olhos merece avaliação, mesmo que tudo o mais pareça normal. O retinoblastoma pode acometer um olho ou os dois. A maioria dos casos é unilateral, enquanto as formas bilaterais estão associadas a alterações genéticas hereditárias e tendem a se manifestar mais cedo. Quando há história familiar da doença, irmãos ou futuros filhos precisam de acompanhamento oftalmológico desde o nascimento, e o aconselhamento genético passa a fazer parte do cuidado. O tratamento é definido caso a caso, considerando tamanho e localização do tumor, estadiamento e envolvimento de um ou dos dois olhos. Existem hoje terapias locais, como laser e crioterapia, quimioterapia sistêmica, intra-arterial e intravítrea, além da braquiterapia, e a retirada do olho continua sendo necessária em parte dos casos mais avançados. A ordem de prioridades é sempre a mesma: preservar a vida da criança e, sempre que isso for possível, preservar o olho e a visão. A Sociedade de Pediatria de São Paulo aproveita este mês para reforçar uma orientação prática aos pais e pediatras. Se uma fotografia mostrar um reflexo esbranquiçado em uma das pupilas, se um olho começar a desviar ou se algo no olhar da criança parecer diferente, o encaminhamento ao oftalmologista deve ser feito urgentemente, e não na próxima consulta de rotina. Relator:Marcelo Alexandre A. CavalcantePresidente do Departamento Científico de Oftalmologia da SPSP]]>
O Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma acontece em 18 de setembro.
O retinoblastoma é um tumor maligno originado na retina que acomete sobretudo crianças nos primeiros anos de vida. É o câncer intraocular mais frequente da infância, com cerca de 400 novos casos estimados por ano no Brasil, o que significa que muitos pediatras atenderão pouquíssimos casos ao longo da carreira e que a maior parte das famílias nunca ouviu falar da doença até que ela apareça em alguém próximo.
Essa raridade torna o tema delicado. Como doença que pode demorar para ser detectada, no caso do retinoblastoma, o intervalo entre a primeira alteração percebida e a avaliação oftalmológica tem relevância no desfecho. Quando o tumor ainda está restrito ao olho, as taxas de cura são altas e existe chance concreta de preservar o globo ocular e alguma visão útil. Em fases mais avançadas, o tratamento se torna mais complexo e as alternativas se estreitam.
O sinal mais característico é a leucocoria, um reflexo esbranquiçado na pupila que substitui o reflexo avermelhado normal. Costuma aparecer em fotografias com flash ou quando a criança olha em determinada direção sob certa iluminação, e é conhecida popularmente como “olho de gato”. A leucocoria tem várias causas possíveis, entre elas catarata congênita e outras doenças da retina, e na maioria das vezes não se trata de câncer. O que não se pode fazer é observar a alteração e esperar que ela desapareça.
O segundo sinal relevante é o estrabismo, particularmente quando surge em uma criança cujos olhos eram alinhados. Alterações na visão, olho vermelho que não melhora, dor ocular e aumento do volume do olho também podem ocorrer, embora sejam manifestações mais tardias ou menos frequentes.
Uma dúvida comum das famílias é como o tumor pode estar presente se a criança parece enxergar normalmente. Crianças pequenas raramente percebem ou verbalizam que a visão piorou ou que está embaçada, e quando um dos olhos está preservado vai compensar a perda, de modo que a criança continua brincando, reconhecendo pessoas e se deslocando sem dificuldade aparente. Por isso a observação dos adultos importa mais do que a queixa da criança, e qualquer mudança no aspecto da pupila ou no alinhamento dos olhos merece avaliação, mesmo que tudo o mais pareça normal.
O retinoblastoma pode acometer um olho ou os dois. A maioria dos casos é unilateral, enquanto as formas bilaterais estão associadas a alterações genéticas hereditárias e tendem a se manifestar mais cedo. Quando há história familiar da doença, irmãos ou futuros filhos precisam de acompanhamento oftalmológico desde o nascimento, e o aconselhamento genético passa a fazer parte do cuidado.
O tratamento é definido caso a caso, considerando tamanho e localização do tumor, estadiamento e envolvimento de um ou dos dois olhos. Existem hoje terapias locais, como laser e crioterapia, quimioterapia sistêmica, intra-arterial e intravítrea, além da braquiterapia, e a retirada do olho continua sendo necessária em parte dos casos mais avançados.
A ordem de prioridades é sempre a mesma: preservar a vida da criança e, sempre que isso for possível, preservar o olho e a visão.
A Sociedade de Pediatria de São Paulo aproveita este mês para reforçar uma orientação prática aos pais e pediatras. Se uma fotografia mostrar um reflexo esbranquiçado em uma das pupilas, se um olho começar a desviar ou se algo no olhar da criança parecer diferente, o encaminhamento ao oftalmologista deve ser feito urgentemente, e não na próxima consulta de rotina.
Relator:
Marcelo Alexandre A. Cavalcante
Presidente do Departamento Científico de Oftalmologia da SPSP
Realizado 17 de setembro de 2026 Das 19h30 às 21h30 Formato Evento online e ao vivo Plataforma Transmissão pela plataforma Zoom Informações do evento Realização SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo Organização Diretoria de Cursos e EventosDC de InfectologiaDC de Otorrinolaringologia da SPSP Coordenação Dr. Marcelo OtsukaDr. Manoel da Nóbrega Público-alvo Pediatras Objetivo Atualizar o manejo das Infecções de Vias Aéreas Superiores Prazo geral: até 16 de setembro de 2026 Inscreva-se Para se inscrever, é necessário cadastro prévio no site www.spspeduca.org.br Valores de inscrição Inscrição Valor Taxa Total Associados da SPSP Gratuito Gratuito Gratuito Não associados da SPSP R$ 80,00 R$ 4,00 R$ 84,00 A taxa de serviços administrativos refere-se aos valores cobrados pela PagSeguro para emissão de boletos bancários ou pagamentos por cartão de crédito Programação 19h30 – 21h30 – Mesa – A Mudança de Paradigma: 5 Dias de Antibiótico como Nova Rotina para Infecções Respiratórias em Pediatria Coordenação e moderação: Dr. Marcelo Otsuka 19h30 – 19h35 Abertura Dr. Marcelo Otsuka e Dr. Manoel da Nóbrega 19h35 – 20h05 Apresentação do artigo “Give me five”. Antibiótico por menos tempo: estamos prontos para mudar? Dr. Eitan Naaman Berezin 20h05 – 20h25 Faringoamigdalite por Estreptococo do Grupo A (GAS) Dra. Flavia Jacqueline Almeida 20h25 – 20h45 Otite Média Aguda Dr. Carlos Eduardo Borges Rezende 20h45 – 21h05 Rinossinusites Bacterianas Agudas Dr. Manoel da Nóbrega 21h05 – 21h30 Debate: Considerações finais e respostas às perguntas do chat Todos os Palestantes Coordenação e palestrantes Dr. Marcelo Otsuka Presidente do Departamento de Infectologia da SPSP Coordenador do Comitê de Infectologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Infectologia Dr. Manoel da Nóbrega Presidente do DC de Otorrinolaringologia da SPSP Médico Especialista em Otorrinolaringologia pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial Dr. Eitan Naaman Berezin Secretário do Departamento de Infectologia da SPSP Professor Titular de Pediatria da Santa Casa de São Paulo Dra. Flavia Jacqueline Almeida Vice-presidente do DC de Infectologia da SPSP Chefe do serviço de Infectologia Pediátrica da Santa Casa de SP Diretora do departamento de Pediatria da FCMSCSP Dr. Carlos Eduardo Borges Rezende Membro do DC de Otorrinolaringologia da SPSP Professor Assistente da Disciplina de Otorrinolaringologia da FMABC]]>
SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo
Diretoria de Cursos e Eventos
DC de Infectologia
DC de Otorrinolaringologia da SPSP
Dr. Marcelo Otsuka
Dr. Manoel da Nóbrega
Pediatras
Atualizar o manejo das Infecções de Vias Aéreas Superiores
Prazo geral: até 16 de setembro de 2026
Inscreva-sePara se inscrever, é necessário cadastro prévio no site www.spspeduca.org.br
| Inscrição | Valor | Taxa | Total |
|---|---|---|---|
| Associados da SPSP | Gratuito | Gratuito | Gratuito |
| Não associados da SPSP | R$ 80,00 | R$ 4,00 | R$ 84,00 |
A taxa de serviços administrativos refere-se aos valores cobrados pela PagSeguro para emissão de boletos bancários ou pagamentos por cartão de crédito
Presidente do Departamento de Infectologia da SPSP
Coordenador do Comitê de Infectologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Infectologia
Presidente do DC de Otorrinolaringologia da SPSP
Médico Especialista em Otorrinolaringologia pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial
Secretário do Departamento de Infectologia da SPSP
Professor Titular de Pediatria da Santa Casa de São Paulo
Vice-presidente do DC de Infectologia da SPSP
Chefe do serviço de Infectologia Pediátrica da Santa Casa de SP
Diretora do departamento de Pediatria da FCMSCSP
Membro do DC de Otorrinolaringologia da SPSP
Professor Assistente da Disciplina de Otorrinolaringologia da FMABC
Com a participação de Ana Paula Sakamoto, do Departamento Científico de Reumatologia da SPSP, este vídeo fala sobre aspectos relacionados à dor do crescimento.
Assista:
Em 12 de setembro, foi realizado o Café da Manhã com o Professor – Obesidade na Prática Pediátrica: Prevenindo e Tratando, ação em prol da campanha Setembro Laranja. Organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Departamento Científico (DC) de Nutrição da SPSP, o evento, cujo público-alvo era de pediatras, aconteceu presencialmente, no auditório da SPSP, e teve por objetivo apresentar e discutir o manejo clínico da prevenção, diagnóstico e tratamento da obesidade na prática clínica do pediatra.
O Café da Manhã foi coordenado por Mauro Fisberg, com moderação e coordenação da mesa de Tulio Konstantyner, respectivamente presidente e secretário do DC de Nutrição da SPSP, contando, ainda, com a participação de Carlos Alberto Nogueira de Almeida, Rosana Tumas, que realizou a abertura da atividade, Fernanda Luisa Ceragioli Oliveira e Daniela França Gomes, respectivamente vice-presidente e membro do DC de Nutrição da SPSP, e presidente e secretária do Departamento Científico de Suporte Nutricional da SPSP.
Os temas das palestras englobaram: Diagnóst



Sociedade de Pediatria de São Paulo
Diretoria de Cursos e Eventos da SPSP e Programa Brasileiro de Reanimação Neonatal SBP/SPSP
Dra. Mandira Daripa Kawakami
Dra. Silvia Heloisa M. Loffredo
24 vagas presenciais
Ensinar enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, fisioterapeutas e outros profissionais da área da saúde que atendem ao neonato na sala de parto e/ou unidade neonatal a ser parte da equipe que realiza os procedimentos de reanimação em recém-nascidos com idade gestacional ≥34 semanas, conforme as diretrizes SBP 2026.
Carga horária de 8 horas com 2 aulas teóricas e 5 aulas práticas. Nas aulas práticas com manequins de ventilação, de intubação e reanimadores manuais, cada instrutor credenciado do PRN-SBP ministra o treinamento para o máximo de 6 profissionais de saúde não médicos.
Reanimação do recém-nascido ≥34 semanas em sala de parto: Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria 2026
Ventilação com pressão positiva com balão autoinflável e máscara facial em recém-nascido ≥34 semanas e Inserção da máscara laríngea para reanimação neonatal
O certificado será fornecido pelo Programa Brasileiro de Reanimação Neonatal da SBP mediante o cumprimento de todos os critérios abaixo:
15 dias após a conclusão do curso o certificado poderá ser obtido mediante a utilização do CPF do participante.
Consultar CertificadoPrazo para inscrição: até 25 de novembro de 2026
Inscreva-seÉ necessário fazer cadastro prévio no site www.spspeduca.org.br
| Categoria | Valor | Taxa | Total |
|---|---|---|---|
| Profissionais de Saúde | R$ 680,00 | R$ 34,00 | R$ 714,00 |
A taxa de serviços administrativos refere-se aos valores cobrados pela PagSeguro para emissão de boletos bancários ou pagamentos por cartão de crédito.
Portaria nº 371/2014 SAS/MS – 08/05/2014
Normatização técnica da capacitação de profissionais médicos e de enfermagem em reanimação neonatal para atenção a recém-nascido no momento do nascimento.
Nota Técnica nº 16/2014 CRIALM/DAPES/SAS/MS – 13/06/2014
Trata da Normatização Técnica para Capacitação de Profissionais Médicos e de Enfermagem em Reanimação Neonatal para atenção a recém-nascido no momento do Nascimento, em estabelecimentos de saúde do SUS.
Capítulo V – Seção X – Da Obrigatoriedade da Presença de Profissional Habilitado em Reanimação Neonatal na Sala de Parto
Artigo 103 – É obrigatória em hospitais, clínicas e outras unidades integrantes do Sistema Único de Saúde – SUS, a presença de profissional habilitado em reanimação neonatal na sala de parto, assegurado o direito de assistência à mulher e ao recém-nascido, no momento do parto.
Sociedade de Pediatria de São Paulo
Diretoria de Cursos e Eventos da SPSP e Programa Brasileiro de Reanimação Neonatal SBP/SPSP
Dra. Mandira Daripa Kawakami
Dra. Silvia Heloisa M. Loffredo
32 vagas presenciais
Ensinar médicos e estudantes de 5º e 6º ano de medicina a realizar os procedimentos de reanimação ao nascimento em recém-nascidos com idade gestacional ≥34 semanas, conforme as diretrizes SBP 2026.
Carga horária de 8 horas com 2 aulas teóricas e 5 aulas práticas. Nas aulas práticas com manequins de ventilação, de intubação e reanimadores manuais, cada instrutor credenciado do PRN-SBP ministra o treinamento para o máximo de 8 médicos.
Reanimação do recém-nascido ≥34 semanas em sala de parto: Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria 2026
Ventilação com pressão positiva com balão autoinflável e máscara facial em recém-nascido ≥34 semanas e Inserção da máscara laríngea para reanimação neonatal
O certificado será fornecido pelo Programa Brasileiro de Reanimação Neonatal da SBP mediante o cumprimento de todos os critérios abaixo:
15 dias após a conclusão do curso o certificado poderá ser obtido mediante a utilização do CPF do participante.
Consultar CertificadoPrazo para inscrição: até 11 de novembro de 2026
Inscreva-seÉ necessário fazer cadastro prévio no site www.spspeduca.org.br
| Categoria | Valor | Taxa | Total |
|---|---|---|---|
| Médico associado da SPSP/SBP | R$ 560,00 | R$ 28,00 | R$ 588,00 |
| Médico não associado da SPSP/SBP | R$ 800,00 | R$ 40,00 | R$ 840,00 |
A taxa de serviços administrativos refere-se aos valores cobrados pela PagSeguro para emissão de boletos bancários ou pagamentos por cartão de crédito.
Portaria nº 371/2014 SAS/MS – 08/05/2014
Normatização técnica da capacitação de profissionais médicos e de enfermagem em reanimação neonatal para atenção a recém-nascido no momento do nascimento.
Nota Técnica nº 16/2014 CRIALM/DAPES/SAS/MS – 13/06/2014
Trata da Normatização Técnica para Capacitação de Profissionais Médicos e de Enfermagem em Reanimação Neonatal para atenção a recém-nascido no momento do Nascimento, em estabelecimentos de saúde do SUS.
Capítulo V – Seção X – Da Obrigatoriedade da Presença de Profissional Habilitado em Reanimação Neonatal na Sala de Parto
Artigo 103 – É obrigatória em hospitais, clínicas e outras unidades integrantes do Sistema Único de Saúde – SUS, a presença de profissional habilitado em reanimação neonatal na sala de parto, assegurado o direito de assistência à mulher e ao recém-nascido, no momento do parto.
O Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo divulga a frase campeã do Concurso Agosto Dourado 2026. O objetivo era criar uma frase associada ao tema deste ano da Semana Mundial de Aleitamento Materno, AMAMENTAÇÃO E INICIATIVAS DE SUCESSO.
A frase vencedora foi “Amamentar é oferecer mais que alimento: é entregar proteção, fortalecer vínculos e escrever, em cada gota de leite, o primeiro capítulo de uma vida com mais saúde e amor”, de autoria de Elizangela Katia Chaves Santos.
Parabéns à vencedora e demais participantes!
]]>O Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo divulga a frase campeã do Concurso Agosto Dourado 2026. O objetivo era criar uma frase associada ao tema deste ano da Semana Mundial de Aleitamento Materno, AMAMENTAÇÃO E INICIATIVAS DE SUCESSO.
As dez frases selecionadas que irão para votação são:
o Amamentar, um valiosissímo presente para o futuro.
o Quando a amamentação encontra apoio, o amor alimenta o presente e transforma o futuro.
o Amamentar transforma o presente e fortalece o futuro
o Pequenas gotas hoje, grandes mudanças para sempre.
o Amamentar é um ato de amor que ultrapassa o alimento: é acolhimento, vínculo e saúde para toda a vida. Apoiar essa jornada é cuidar de gerações.
o Amamentação! O primeiro sucesso nasce no peito!
o Amamentação é conexão, é alimentar o corpo e a alma de um ser que te acalma. É doar um alimento vivo que traz benefício expressivo. É a nutrição com muito emoção!
o Amamentar é oferecer mais que alimento: é entregar proteção, fortalecer vínculos e escrever, em cada gota de leite, o primeiro capítulo de uma vida com mais saúde e amor.
o Fortaleça mães, multiplique vidas saudáveis
o O melhor começo para a vida também é o primeiro investimento em um futuro sustentável.
Parabéns aos autores das frases escolhidas. Em breve divulgaremos a frase campeã!
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Texto divulgado em 15/09/26 A Revista Paulista de Pediatria publicou o manuscrito de autoria de Oliveira AM et al “Impactos da Covid-19 em pacientes pediátricos com cardiopatia congênita: revisão sistemática”. O estudo constatou que a pandemia impactou significativamente a saúde e o manejo de cardiopatias congênitas, levando a complicações clínicas e piora no acompanhamento. Estudos adicionais são necessários para fortalecer as evidências e aprimorar o tratamento desses pacientes. Leia o artigo publicado na RPPED no volume 43, 2025]]>
Texto divulgado em 15/09/26
A Revista Paulista de Pediatria publicou o manuscrito de autoria de Oliveira AM et al “Impactos da Covid-19 em pacientes pediátricos com cardiopatia congênita: revisão sistemática”.
O estudo constatou que a pandemia impactou significativamente a saúde e o manejo de cardiopatias congênitas, levando a complicações clínicas e piora no acompanhamento. Estudos adicionais são necessários para fortalecer as evidências e aprimorar o tratamento desses pacientes.
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