Práticas de Esportes – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Wed, 22 Jul 2026 15:56:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png Práticas de Esportes – SPSP https://spsp.org.br 32 32 Documento Científico: Atividade física na criança e no adolescente com asma https://spsp.org.br/documento-cientifico-atividade-fisica-na-crianca-e-no-adolescente-com-asma/ Wed, 01 Jul 2026 15:11:07 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=57650 ]]>

Texto divulgado em 01/07/26


O Núcleo de Estudos da Prática de Atividade Física e Esportes da SPSP preparou o documento científico “Atividade física na criança e no adolescente com asma” redigido por Hélida Torres, Marcelo Bernasconi Daniel e Roberto Bittar.

O artigo tem como objetivo fornecer ao pediatra subsídios práticos para a promoção da atividade física em crianças e adolescentes com asma, abordando os mecanismos da broncoconstrição induzida pelo exercício, os benefícios do exercício, as barreiras à participação, as modalidades recomendadas e as estratégias de manejo preventivo.

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Documento Científico: Atividade física como ferramenta terapêutica na saúde mental da infância e adolescência https://spsp.org.br/documento-cientifico-atividade-fisica-como-ferramenta-terapeutica-na-saude-mental-da-infancia-e-adolescencia/ Thu, 25 Jun 2026 19:37:23 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=57592 ]]>

Texto divulgado em 25/06/26


O Núcleo de Estudos da Prática de Atividade Física e Esportes da SPSP preparou o documento científico “Atividade física como ferramenta terapêutica na saúde mental da infância e adolescência” redigido por Lygia T. Durigon, Mauro Victor de Medeiros Filho e Roberto Bittar.

O artigo ressalta que a atividade física deve sempre ser considerada como recurso terapêutico, baseado em evidências, em crianças e adolescentes com transtornos mentais.

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Esporte é essencial para formar crianças mais saudáveis e confiantes https://spsp.org.br/esporte-e-essencial-para-formar-criancas-mais-saudaveis-e-confiantes/ Tue, 23 Jun 2026 18:41:19 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=57566 ]]>

Para a criança, brincar para se movimentar e crescer com saúde é inicialmente o melhor esporte.

A atividade física faz parte do desenvolvimento saudável de toda criança, tanto para a parte motora quanto para a neurológica.

Mais do que melhorar o condicionamento físico, movimentar-se ajuda o crescimento dos ossos e músculos, o desenvolvimento da coordenação motora, da autoestima, da socialização e até do desempenho escolar.

Em uma época em que telas ocupam cada vez mais espaço no dia a dia, incentivar a prática de esportes tornou-se uma missão importante para pais, familiares e cuidadores.

Correr, pular, arremessar, pedalar e nadar são os chamados gestos olímpicos; estando também presentes no brincar ao ar livre, são atividades que ajudam a criança a descobrir suas capacidades, desenvolver confiança e criar hábitos saudáveis, que poderão acompanhá-la por toda a vida adulta.

O esporte também ensina valores fundamentais. Através dele, nossos filhos aprendem sobre disciplina, respeito às regras, trabalho em equipe, superação de desafios e convivência com vitórias e derrotas. Essas experiências contribuem para a formação de cidadãos mais resilientes e preparados para enfrentar as dificuldades da vida.

É importante lembrar que nem toda criança precisa ser atleta. O principal objetivo deve ser o prazer de se movimentar, de participar das atividades, sem a obrigação do bom desempenho.

Cada criança possui interesses, habilidades e ritmos diferentes. Algumas se identificam mais com esportes coletivos, como futebol, vôlei ou basquete. Outras preferem atividades individuais, como natação, ginástica, dança, artes marciais ou ciclismo. O mais importante é encontrar uma atividade que proporcione alegria e motivação.

Pais e cuidadores têm papel essencial nesse processo. O exemplo dos adultos costuma ser uma das maiores fontes de incentivo. Quando a família valoriza a atividade física e participa de momentos de lazer ativo, a criança tende a incorporar esses hábitos de forma mais natural.

Dicas para pais e cuidadores:

Incentive pelo exemplo; pratique atividades físicas sempre que possível; valorize a participação, não apenas os resultados; respeite os limites físicos e emocionais da criança/adolescente, evitando cobranças excessivas e comparações com outras crianças.

Certifique-se de que a criança esteja bem hidratada e utilize equipamentos de proteção quando necessários. Procure orientação médica caso haja dúvidas sobre a prática esportiva. Escolha uma atividade que ela goste.

Lembre-se de que aprender e se divertir são mais importantes do que vencer.

Neste Dia Nacional do Esporte, celebrado em 23 de junho, é essencial falar que este não forma apenas atletas; forma crianças mais saudáveis, confiantes e preparadas para os desafios da vida.

 

Relator:

Nei Botter Montenegro
Presidente do Departamento Científico de Ortopedia da SPSP

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TV Cultura – Benefícios das brincadeiras ao ar livre para a saúde mental infantil, com Roberto Bittar https://spsp.org.br/tv-cultura-beneficios-das-brincadeiras-ao-ar-livre-para-a-saude-mental-infantil-com-roberto-bittar/ Tue, 16 Jun 2026 11:42:23 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=57706 Veículo: Jornal da Tarde (TV Cultura)

Data: 15/06/2026

As brincadeiras ao ar livre são fundamentais para o desenvolvimento infantil. Um estudo realizado por uma universidade do Reino Unido, com cerca de 4 mil crianças, apontou os benefícios dessas atividades para o desenvolvimento cerebral e emocional. Para falar sobre este tema, o Jornal da Tarde, da TV Cultura, entrevistou o pediatra Roberto Bittar, presidente do Núcleo de Estudos da Prática de Atividade Física e Esportes da SPSP, que explicou que quando as crianças não brincam ao ar livre podem desenvolver uma série de sintomas, como por exemplo irritabilidade e descontrole emocional, além de outros mais internalizantes, como ficarem mais cansadas, deprimidas e quietas.

Assista à entrevista: 

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Portal Dráuzio Varella – Os benefícios da atividade física na infância, com Roberto Bittar https://spsp.org.br/portal-drauzio-varella-os-beneficios-da-atividade-fisica-na-infancia-com-roberto-bittar/ Tue, 09 Jun 2026 12:18:25 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=57513 Veículo: Portal Dráuzio Varella

Data: 09/06/2026

O portal Dráuzio Varella entrevistou o pediatra Roberto Bittar, presidente do Núcleo de Estudos da Prática de Atividade Física e Esportes da SPSP, sobre os benefícios da atividade física na infância. De acordo com o médico, intervenções focadas em atividade física conseguem reduzir o risco de obesidade em crianças e adolescentes de 6 a 18 anos a médio prazo. Ele diz que crianças ativas na pré-escola, por exemplo, ganham substancialmente menos gordura subcutânea ao longo dos anos em comparação com crianças inativas, e esclarece que os benefícios dos exercícios vão muito além da balança, estando diretamente ligados ao desenvolvimento cognitivo e social.

Leia mais: https://drauziovarella.uol.com.br/atividade-fisica/quanto-mais-cedo-melhor-os-beneficios-da-atividade-fisica-na-infancia/

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Desporto escolar: uma ferramenta de saúde e desenvolvimento https://spsp.org.br/desporto-escolar-uma-ferramenta-de-saude-e-desenvolvimento/ Mon, 25 May 2026 11:00:00 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=57045 ]]>

O Dia Nacional do Desporto Escolar, celebrado em 25 de maio e instituído pela Lei nº 14.579/2023, reforça um ponto essencial: o esporte na escola não é complemento. É parte da formação.

Quando falamos em desporto escolar, não estamos falando de rendimento ou de formar atletas. Estamos falando de um espaço educativo – onde a criança experimenta o movimento, aprende regras, convive, erra, tenta de novo e se desenvolve.

É nesse contexto que entra um conceito ainda pouco explorado na prática: a alfabetização física.

Alfabetizar fisicamente significa dar à criança as ferramentas básicas para se movimentar com confiança e competência: correr, saltar, arremessar, receber, equilibrar, mudar de direção. Essas habilidades motoras fundamentais têm uma janela de desenvolvimento privilegiada entre os 3 e 8 anos de idade – período em que a plasticidade motora é maior e a base se consolida para toda a vida ativa que virá.

E os números mostram por que isso importa. A Organização Mundial da Saúde recomenda pelo menos 60 minutos diários de atividade física moderada a vigorosa para crianças e adolescentes de 5 a 17 anos. No Brasil, a maioria não chega perto desse alvo e o tempo de tela em pré-escolares, com frequência, ultrapassa três horas diárias – o triplo do limite recomendado para essa faixa etária.

Crianças que não desenvolvem competência motora tendem a evitar a atividade física. E esse afastamento não atinge apenas o corpo: impacta a autoestima, a função executiva, gera sintomas ansiosos e depressivos, atrapalha o sono e convivência social. A literatura é consistente em mostrar que crianças mais ativas apresentam melhor desempenho cognitivo e maior bem-estar emocional.

O desporto escolar tem papel central nesse cenário. É, muitas vezes, o primeiro – e em alguns casos o único – contato estruturado da criança com o esporte. Quando bem conduzido, ensina a lidar com frustração, respeitar regras, trabalhar em grupo e persistir. Valores que não aparecem em boletins, mas formam comportamento, autonomia e convivência.

Diferente do esporte competitivo, aqui o foco não é resultado. É vivência. É processo.

O que cada um de nós pode fazer

  • Pediatras: incluir, na puericultura de rotina, perguntas sobre tempo ativo, aulas de Educação Física e tempo de tela – com a mesma naturalidade com que perguntamos sobre alimentação e sono.
  • Famílias: valorizar e priorizar a Educação Física escolar; criar oportunidades diárias de brincar ativo, ao ar livre sempre que possível.
  • Escolas: garantir tempo, espaço e qualidade nas aulas de Educação Física, e formar professores capazes de promover alfabetização física com prazer e segurança.

No fim, não é só sobre esporte. É sobre promover saúde e formar crianças mais seguras, confiantes e preparadas para a vida.

 

Relatora:
Brizza Valeria Foianini Biassi
Membro do Núcleo de Estudos da Prática de Atividade Física e Esportes na Infância e Adolescência da SPSP

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Sedentarismo: um problema de saúde pública que começa na infância https://spsp.org.br/sedentarismo-um-problema-de-saude-publica-que-comeca-na-infancia/ Tue, 10 Mar 2026 13:40:01 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=55376 O sedentarismo já é uma das principais causas de adoecimento e morte no mundo e começa cada vez mais cedo. Segundo a Organização Mundial]]>

O sedentarismo já é uma das principais causas de adoecimento e morte no mundo e começa cada vez mais cedo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente um terço da população adulta mundial é fisicamente inativa e cerca de 5 milhões de mortes por ano estão associadas à inatividade física. Estima-se ainda que, entre 2020 e 2030, quase 500 milhões de pessoas poderão desenvolver doenças cardiovasculares, obesidade ou outras condições relacionadas à inatividade física, caso não haja mudanças estruturais nas políticas públicas globais.

No Brasil, o cenário também preocupa: cerca de 47% dos adultos são sedentários, e aproximadamente 300 mil mortes anuais estão associadas a doenças relacionadas à inatividade física. O dado mais alarmante, porém, está entre os jovens: aproximadamente 84% não atingem níveis adequados de atividade física.

O problema começa cedo

A recomendação é clara: crianças e adolescentes devem acumular pelo menos 60 minutos diários de atividade física de intensidade moderada a vigorosa. Entretanto, análise global publicada no The Lancet Child & Adolescent Health, envolvendo 1,6 milhão de adolescentes de 146 países, demonstrou que 81% dos jovens entre 11 e 17 anos são insuficientemente ativos. Entre meninas, esse percentual chega a 84,7%, sem melhora significativa ao longo dos anos.

Além da baixa prática de atividade física, observa-se aumento progressivo do tempo em comportamento sedentário, especialmente diante de telas. É importante destacar que comportamento sedentário e atividade física não são opostos absolutos: longos períodos sentados representam fator de risco independente para doenças crônicas, mesmo entre pessoas que praticam exercício regularmente. Ou seja, não basta “fazer exercício” algumas vezes por semana; é necessário reduzir o tempo total de inatividade ao longo do dia.

Muito além das doenças no futuro

Quando falamos em sedentarismo, muitas vezes pensamos apenas nas doenças crônicas da vida adulta. No entanto, seus efeitos já são observados na infância e adolescência.

A prática regular de atividade física está associada a melhor aptidão cardiorrespiratória, maior força e resistência muscular, melhor mineralização óssea, melhora do perfil metabólico, redução da pressão arterial, melhor desempenho cognitivo e maior autoestima.

Por outro lado, a prática insuficiente de atividade física está relacionada ao aumento do sobrepeso e obesidade, prejuízo funcional musculoesquelético, piora da qualidade do sono, maior vulnerabilidade emocional e redução da competência motora. São impactos que já se manifestam no presente e podem se perpetuar ao longo da vida.

Não é só sedentarismo

O problema não é apenas “não praticar esporte”, mas as consequências desse padrão de comportamento. Nos últimos anos, o conceito de Tríade da Inatividade Pediátrica tem ampliado a compreensão sobre os impactos do sedentarismo na infância. Essa tríade é composta por três elementos inter-relacionados:

  1. Transtorno do Déficit de Exercício – níveis de atividade física abaixo do recomendado, configurando condição pré-mórbida;
  2. Dinapenia Pediátrica – baixos níveis de força e potência muscular;
  3. Analfabetismo físico (ou motor) – falta de competência, confiança e motivação para se engajar em atividades físicas.

Essa abordagem mostra que não estamos falando apenas de ausência de movimento, mas de um comprometimento progressivo do desenvolvimento motor, musculoesquelético, cardiometabólico e psicossocial. Crianças com baixa competência motora tendem a evitar atividades físicas, e ao evitar o movimento desenvolvem menor força, menor desempenho e maior frustração, entrando em um ciclo de inatividade que se retroalimenta.

O papel do pediatra

Diante desse cenário, o pediatra ocupa posição estratégica. Assim como avaliamos peso, estatura e pressão arterial, o nível de atividade física deve ser considerado um indicador essencial da saúde pediátrica. A avaliação da prática de atividade física precisa fazer parte da anamnese de rotina, incluindo investigação do tempo de tela e do padrão de movimento da criança e da família. Mais do que identificar “sedentarismo”, é fundamental reconhecer o Transtorno do Déficit de Exercício como condição prevenível.

A consulta pediátrica é um espaço privilegiado para:

  • Detectar precocemente fatores de risco cardiometabólicos;
    • Estabelecer metas progressivas e realistas;
    • Engajar pais como modelos ativos;
    • Identificar e trabalhar barreiras familiares e sociais;
    • Incentivar experiências motoras positivas desde a primeira infância.

Promover atividade física não é recomendação acessória. É intervenção clínica estruturante.

Um compromisso coletivo

Se mantido o ritmo atual, a meta global de redução da inatividade física até 2030 dificilmente será alcançada. O enfrentamento do sedentarismo pediátrico exige integração entre saúde, escola e família; ampliação de espaços seguros; educação motora desde os primeiros anos de vida; redução do tempo de tela; e fortalecimento de políticas públicas intersetoriais.

Neste 10 de março, o Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo nos convida à reflexão. Combater o sedentarismo não é apenas prevenir doenças futuras. É proteger o desenvolvimento físico, cognitivo e emocional de uma geração. E o pediatra tem papel fundamental nessa transformação.

 

Relatora:

Brizza Valeria Foianini Biassi
Membro do Núcleo de Estudos da Prática de Atividade Física e Esportes na Infância e Adolescência da SPSP 

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Documento Científico: Modalidades Esportivas: Como e Quando Começar? https://spsp.org.br/documento-cientifico-modalidades-esportivas-como-e-quando-comecar/ Mon, 19 Jan 2026 12:48:52 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=54793 ]]>

Texto divulgado em 19/01/26


O Núcleo de Estudos da Prática de Atividade Física e Esporte da SPSP preparou o documento Científico “Modalidades Esportivas: Como e Quando Começar?”, redigido por Diego Lopes Valiukevicius, Rubens  Romualdo da Silva e Ana Celia Osso.

O estudo destaca algumas modalidades esportivas, seus benefícios para a saúde e quais as formas mais comuns para se iniciar a sua prática de forma segura e conveniente para a rotina familiar.

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Documento Científico: Avaliação Pré-Participação Esportiva na Infância e Adolescência https://spsp.org.br/documento-cientifico-avaliacao-pre-participacao-esportiva-na-infancia-e-adolescencia/ Wed, 29 Oct 2025 14:25:23 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=53959 ]]>

Texto divulgado em 29/10/25


O Núcleo de Estudos da Prática de Atividade Física e Esporte da SPSP preparou o documento científico “Avaliação Pré-Participação Esportiva na Infância e Adolescência”, redigido por Brizza Valeria Foianini Biassi e revisado por Denise Derani Gomes.

O estudo destaca os objetivos da avaliação pré-participação esportiva, bem como sua importância para orientar a família quanto a hábitos de vida mais saudáveis.

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Documento Científico: Atividade Física Adaptada para Crianças e Adolescentes com Deficiência https://spsp.org.br/documento-cientifico-atividade-fisica-adaptada-para-criancas-e-adolescentes-com-deficiencia/ Wed, 29 Oct 2025 14:07:21 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=53955 ]]>

Texto divulgado em 29/10/25


O Núcleo de Estudos da Prática de Atividade Física e Esporte da SPSP preparou o documento científico “Atividade Física Adaptada para Crianças e Adolescentes com Deficiência”, redigido por Carla Fernanda de Oliveira Panonko e Denise Derani Gomes.

O estudo ressalta a importância da atividade física adaptada para crianças e adolescentes com deficiência, com grande impacto na percepção de competência e autoestima, além de ganhos objetivos em aptidão física e funcionalidade.

 

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