Desenvolvimento e Aprendizagem – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Mon, 14 Sep 2026 16:04:26 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png Desenvolvimento e Aprendizagem – SPSP https://spsp.org.br 32 32 Miopia em crianças: quando enxergar de longe começa a ficar difícil https://spsp.org.br/miopia-em-criancas-quando-enxergar-de-longe-comeca-a-ficar-dificil/ Fri, 04 Sep 2026 16:19:03 +0000 https://spsp.org.br/?p=58911 “Meu filho está apertando os olhos para enxergar a lousa.” “Ele quer assistir TV bem próximo da televisão.” “Será que prejudica passar muito tempo no celular?” Essas são dúvidas bastante comuns entre os pais. E podem indicar e ser sinais de que é hora de avaliar a visão da criança. A miopia é uma condição visual na qual a criança consegue ver bem os objetos próximos, mas tem dificuldade para enxergar os que estão mais distantes. Por isso, uma criança míope pode ler um livro ou usar o celular sem problemas, mas ter dificuldade para ver o que está escrito na lousa da escola. A miopia está se tornando cada vez mais comum entre crianças e adolescentes em várias partes do mundo. E isso merece atenção, porque quanto mais cedo a miopia aparece e quanto mais ela aumenta ao longo da infância, maior pode ser o grau no futuro. Altos graus de miopia estão associados a um maior risco de problemas oculares ao longo da vida. Como saber se uma criança está ficando míope? Nem sempre a criança vai chegar aos pais e dizer: “não estou enxergando bem”. Ela pode simplesmente achar que todo mundo enxerga daquele jeito. Por isso, alguns comportamentos podem servir de alerta: É importante lembrar que esses sinais não significam necessariamente que a criança tenha miopia. Eles apenas mostram que vale a pena avaliar a visão. E o celular? Ele causa miopia? Essa é provavelmente uma das perguntas que os pais mais fazem. A resposta não é simplesmente “sim”. O aumento do uso de celulares, tablets e computadores faz parte de uma mudança maior no estilo de vida das crianças. Hoje elas passam mais tempo dentro de casa, realizando atividades de perto (usando celular) e menos tempo brincando ao ar livre. Estudos indicam que passar pouco tempo ao ar livre é um dos fatores mais relacionados ao desenvolvimento da miopia. Atividades de perto por muito tempo, como usar o celular ou ler, também podem estar ligadas ao risco, principalmente quando feitas por longos períodos e muito perto dos olhos. Por isso, mais do que simplesmente proibir o celular, precisamos ajudar as crianças a encontrar um equilíbrio entre atividades de perto e tempo ao ar livre. Brincar ao ar livre faz bem para os olhos. Essa talvez seja uma das recomendações mais simples e importantes. Incentivar a criança a brincar, caminhar, praticar esportes ou simplesmente passar tempo ao ar livre durante o dia – a recomendação é passar entre 90 minutos a 2 horas por dia ao ar livre – pode ajudar a prevenir ou atrasar e reduzir o risco de desenvolver miopia. Não precisa ser uma atividade específica. O importante é sair de casa e passar tempo em ambientes externos, com luz natural. E se a criança já tem miopia? Nesse caso, o acompanhamento é ainda mais importante. Ter miopia não significa apenas precisar de óculos. Em algumas crianças, o grau pode aumentar rapidamente durante os anos escolares. Por isso, o acompanhamento com o oftalmologista é fundamental. Hoje existem diferentes estratégias para o controle da progressão da miopia, incluindo algumas lentes especiais para óculos, lentes de contato específicas e tratamentos medicamentosos, que serão prescritos pelo oftalmologista infantil quando indicado. Seu uso depende da idade da criança, do grau, da velocidade de progressão e de outras características individuais. Por isso, não existe uma única solução que sirva para todas as crianças. O que os pais podem fazer? Algumas atitudes simples podem fazer parte da rotina da família: •Mais tempo ao ar livre: incentive a criança a brincar e praticar atividades fora de casa, se possível todos os dias. •Pausas nas atividades de perto: durante o uso de telas, leitura ou estudos, faça pausas regulares e evite longos períodos contínuos olhando para perto.  •Distância adequada: livros, cadernos e telas não devem ficar excessivamente próximos dos olhos. •Óculos quando prescritos: se a criança precisa de correção, é importante utilizar os óculos conforme a orientação do oftalmologista. Usar óculos não faz a miopia aumentar. •Acompanhamento: crianças com miopia precisam ser acompanhadas regularmente para verificar se o grau está estável ou aumentando. Cuidar da visão é cuidar do futuro. A miopia não deve ser encarada apenas como uma questão de “colocar óculos”. Quando aparece muito cedo ou evolui rapidamente, ela merece acompanhamento porque o aumento excessivo da miopia pode elevar, no futuro, o risco de algumas doenças oculares. A boa notícia é que hoje sabemos muito mais sobre miopia do que sabíamos alguns anos atrás. E algumas medidas são simples, seguras e fazem parte de uma infância mais saudável: menos tempo em atividades de perto, mais brincadeiras ao ar livre e acompanhamento oftalmológico adequado. No fim das contas, cuidar da visão da criança para evitar a miopia é ajudar a montar uma rotina mais equilibrada, com espaço para estudar, brincar, usar a tecnologia, descansar e, claro, garantir momentos ao ar livre, longe das telas. Fontes: Organização Mundial da Saúde (OMS), International Myopia Institute (IMI) e Sociedade Brasileira de Pediatria. Relator:Marcelo Alexandre A. CavalcantePresidente do Departamento Científico de Oftalmologia da SPSP]]>

“Meu filho está apertando os olhos para enxergar a lousa.”

“Ele quer assistir TV bem próximo da televisão.”

“Será que prejudica passar muito tempo no celular?”

Essas são dúvidas bastante comuns entre os pais. E podem indicar e ser sinais de que é hora de avaliar a visão da criança.

A miopia é uma condição visual na qual a criança consegue ver bem os objetos próximos, mas tem dificuldade para enxergar os que estão mais distantes. Por isso, uma criança míope pode ler um livro ou usar o celular sem problemas, mas ter dificuldade para ver o que está escrito na lousa da escola.

A miopia está se tornando cada vez mais comum entre crianças e adolescentes em várias partes do mundo. E isso merece atenção, porque quanto mais cedo a miopia aparece e quanto mais ela aumenta ao longo da infância, maior pode ser o grau no futuro. Altos graus de miopia estão associados a um maior risco de problemas oculares ao longo da vida.

Como saber se uma criança está ficando míope?

Nem sempre a criança vai chegar aos pais e dizer: “não estou enxergando bem”.

Ela pode simplesmente achar que todo mundo enxerga daquele jeito.

Por isso, alguns comportamentos podem servir de alerta:

  • apertar os olhos para enxergar de longe;
  • aproximar-se muito da televisão ou de outros objetos;
  • ter dificuldade para enxergar a lousa na escola;
  • sentar cada vez mais perto da tela;
  • apresentar dores de cabeça ou cansaço visual;
  • perder o interesse por atividades que dependem da visão de longe;
  • apresentar queda no rendimento escolar.

É importante lembrar que esses sinais não significam necessariamente que a criança tenha miopia. Eles apenas mostram que vale a pena avaliar a visão.

E o celular? Ele causa miopia?

Essa é provavelmente uma das perguntas que os pais mais fazem.

A resposta não é simplesmente “sim”.

O aumento do uso de celulares, tablets e computadores faz parte de uma mudança maior no estilo de vida das crianças. Hoje elas passam mais tempo dentro de casa, realizando atividades de perto (usando celular) e menos tempo brincando ao ar livre.

Estudos indicam que passar pouco tempo ao ar livre é um dos fatores mais relacionados ao desenvolvimento da miopia. Atividades de perto por muito tempo, como usar o celular ou ler, também podem estar ligadas ao risco, principalmente quando feitas por longos períodos e muito perto dos olhos.

Por isso, mais do que simplesmente proibir o celular, precisamos ajudar as crianças a encontrar um equilíbrio entre atividades de perto e tempo ao ar livre.

Brincar ao ar livre faz bem para os olhos. Essa talvez seja uma das recomendações mais simples e importantes.

Incentivar a criança a brincar, caminhar, praticar esportes ou simplesmente passar tempo ao ar livre durante o dia – a recomendação é passar entre 90 minutos a 2 horas por dia ao ar livre – pode ajudar a prevenir ou atrasar e reduzir o risco de desenvolver miopia.

Não precisa ser uma atividade específica. O importante é sair de casa e passar tempo em ambientes externos, com luz natural.

E se a criança já tem miopia?

Nesse caso, o acompanhamento é ainda mais importante.

Ter miopia não significa apenas precisar de óculos. Em algumas crianças, o grau pode aumentar rapidamente durante os anos escolares. Por isso, o acompanhamento com o oftalmologista é fundamental.

Hoje existem diferentes estratégias para o controle da progressão da miopia, incluindo algumas lentes especiais para óculos, lentes de contato específicas e tratamentos medicamentosos, que serão prescritos pelo oftalmologista infantil quando indicado. Seu uso depende da idade da criança, do grau, da velocidade de progressão e de outras características individuais.

Por isso, não existe uma única solução que sirva para todas as crianças.

O que os pais podem fazer? Algumas atitudes simples podem fazer parte da rotina da família:

•Mais tempo ao ar livre: incentive a criança a brincar e praticar atividades fora de casa, se possível todos os dias.

•Pausas nas atividades de perto: durante o uso de telas, leitura ou estudos, faça pausas regulares e evite longos períodos contínuos olhando para perto.

 •Distância adequada: livros, cadernos e telas não devem ficar excessivamente próximos dos olhos.

•Óculos quando prescritos: se a criança precisa de correção, é importante utilizar os óculos conforme a orientação do oftalmologista. Usar óculos não faz a miopia aumentar.

•Acompanhamento: crianças com miopia precisam ser acompanhadas regularmente para verificar se o grau está estável ou aumentando.

Cuidar da visão é cuidar do futuro. A miopia não deve ser encarada apenas como uma questão de “colocar óculos”.

Quando aparece muito cedo ou evolui rapidamente, ela merece acompanhamento porque o aumento excessivo da miopia pode elevar, no futuro, o risco de algumas doenças oculares.

A boa notícia é que hoje sabemos muito mais sobre miopia do que sabíamos alguns anos atrás. E algumas medidas são simples, seguras e fazem parte de uma infância mais saudável: menos tempo em atividades de perto, mais brincadeiras ao ar livre e acompanhamento oftalmológico adequado.

No fim das contas, cuidar da visão da criança para evitar a miopia é ajudar a montar uma rotina mais equilibrada, com espaço para estudar, brincar, usar a tecnologia, descansar e, claro, garantir momentos ao ar livre, longe das telas.

Fontes: Organização Mundial da Saúde (OMS), International Myopia Institute (IMI) e Sociedade Brasileira de Pediatria.

Relator:
Marcelo Alexandre A. Cavalcante
Presidente do Departamento Científico de Oftalmologia da SPSP

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Educação é direito e cuidado https://spsp.org.br/educacao-e-direito-e-cuidado/ Tue, 25 Aug 2026 17:37:53 +0000 https://spsp.org.br/?p=58538 Celebrar o Dia Nacional da Educação Infantil, em 25 de agosto, é lembrar que educar não significa apenas transmitir conteúdos. Desde os primeiros anos de vida, educação é cuidado, vínculo, estímulo à curiosidade e oportunidade de desenvolver capacidades físicas, emocionais, sociais e cognitivas. A educação infantil, prevista na Lei de Diretrizes e Bases, deve promover o desenvolvimento integral da criança, em parceria com a família e a comunidade.1 O Brasil tem uma rede ampla e diversa. O Censo Escolar 2025 registrou 46 milhões de matrículas na educação básica, sendo 9,2 milhões na educação infantil e 25,8 milhões no ensino fundamental. Também contabilizou 2,5 milhões de matrículas na educação especial. Esses números revelam avanços, mas não garantem, sozinhos, uma experiência educacional de qualidade. Persistem diferenças importantes entre regiões, cidades, áreas urbanas e rurais, redes públicas e privadas e grupos definidos por renda, raça, deficiência e condições de moradia.2 Na infância, os desafios se tornam ainda mais complexos. Professores e profissionais de saúde acompanham crianças com diferentes ritmos de aprendizagem e transtornos do desenvolvimento, como autismo, deficiência intelectual, TDAH e dificuldades de linguagem. Identificar sinais precocemente é importante, mas não devemos transformar toda diferença em doença. O caminho é observar, escutar a família, avaliar com cuidado e construir, com a escola, estratégias individualizadas de apoio e inclusão. A criança precisa de recursos e oportunidades, não de rótulos que limitem seu futuro. Outro desafio atual é o uso excessivo de telas. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda evitar telas até os dois anos e, dos dois aos cinco, limitar seu uso a até uma hora diária, sempre com a presença de um adulto. Mais importante que contar minutos é proteger o sono, as refeições, o movimento, a leitura, o brincar e a convivência olho no olho. A escola também pode estabelecer regras claras, formar educadores e orientar as famílias, sem culpar quem enfrenta rotinas exaustivas ou falta de espaços seguros para brincar.3 Solucionar esses problemas exige investimento contínuo em creches e escolas, valorização e formação dos professores, equipes multiprofissionais, acessibilidade, transporte, alimentação e políticas que reduzam a pobreza. Exige ainda aproximar pediatras, educadores e famílias, compartilhando observações e responsabilidades. Educação de qualidade não é privilégio nem tarefa isolada: é uma construção coletiva e um compromisso com a saúde, a autonomia e a cidadania. Defender esse direito é oferecer a cada criança a possibilidade real de aprender, participar e florescer. Saiba mais: Relator:Fausto Flor CarvalhoVice-Presidente do Departamento Científico de Saúde Escolar da SPSP Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP]]>

Celebrar o Dia Nacional da Educação Infantil, em 25 de agosto, é lembrar que educar não significa apenas transmitir conteúdos. Desde os primeiros anos de vida, educação é cuidado, vínculo, estímulo à curiosidade e oportunidade de desenvolver capacidades físicas, emocionais, sociais e cognitivas. A educação infantil, prevista na Lei de Diretrizes e Bases, deve promover o desenvolvimento integral da criança, em parceria com a família e a comunidade.1

O Brasil tem uma rede ampla e diversa. O Censo Escolar 2025 registrou 46 milhões de matrículas na educação básica, sendo 9,2 milhões na educação infantil e 25,8 milhões no ensino fundamental. Também contabilizou 2,5 milhões de matrículas na educação especial. Esses números revelam avanços, mas não garantem, sozinhos, uma experiência educacional de qualidade. Persistem diferenças importantes entre regiões, cidades, áreas urbanas e rurais, redes públicas e privadas e grupos definidos por renda, raça, deficiência e condições de moradia.2

Na infância, os desafios se tornam ainda mais complexos. Professores e profissionais de saúde acompanham crianças com diferentes ritmos de aprendizagem e transtornos do desenvolvimento, como autismo, deficiência intelectual, TDAH e dificuldades de linguagem. Identificar sinais precocemente é importante, mas não devemos transformar toda diferença em doença. O caminho é observar, escutar a família, avaliar com cuidado e construir, com a escola, estratégias individualizadas de apoio e inclusão. A criança precisa de recursos e oportunidades, não de rótulos que limitem seu futuro.

Outro desafio atual é o uso excessivo de telas. A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda evitar telas até os dois anos e, dos dois aos cinco, limitar seu uso a até uma hora diária, sempre com a presença de um adulto. Mais importante que contar minutos é proteger o sono, as refeições, o movimento, a leitura, o brincar e a convivência olho no olho. A escola também pode estabelecer regras claras, formar educadores e orientar as famílias, sem culpar quem enfrenta rotinas exaustivas ou falta de espaços seguros para brincar.3

Solucionar esses problemas exige investimento contínuo em creches e escolas, valorização e formação dos professores, equipes multiprofissionais, acessibilidade, transporte, alimentação e políticas que reduzam a pobreza. Exige ainda aproximar pediatras, educadores e famílias, compartilhando observações e responsabilidades. Educação de qualidade não é privilégio nem tarefa isolada: é uma construção coletiva e um compromisso com a saúde, a autonomia e a cidadania. Defender esse direito é oferecer a cada criança a possibilidade real de aprender, participar e florescer.

Saiba mais:

  1. [gov](https://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias/saeb/dia-nacional-da-educacao-infantil-e-celebrado-nesta-segunda-25)
  2. [gov](https://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias/censo-escolar/conheca-o-perfil-dos-46-milhoes-de-estudantes-da-educacao-basica-no-dia-do-estudante/)
  3. [sbp.com](https://www.sbp.com.br/nova-lei-sobre-protecao-digital-reforca-recomendacoes-da-sbp-para-a-primeira-infancia/)

Relator:
Fausto Flor Carvalho
Vice-Presidente do Departamento Científico de Saúde Escolar da SPSP Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP

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Rádio MyNews VIP FM – Como as telas interferem no desenvolvimento das crianças, com Sulene Pirana https://spsp.org.br/radio-mynews-vip-fm-como-as-telas-interferem-no-desenvolvimento-das-criancas-com-sulene-pirana/ Mon, 24 Aug 2026 14:12:35 +0000 https://spsp.org.br/?p=59001 Veículo: Rádio MyNews VIP FM

Data: 24/08/2026

O programa Panorama VIP, da Rádio MyNews VIP FM, entrevistou a médica foniatra Sulene Pirana, vice-presidente do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, para falar sobre o uso de telas por crianças e como elas interferem no seu desenvolvimento. Uma das preocupações sobre essa questão é que esse abuso está criando uma geração que substitui a interação humana pela interação com as telas, e esse uso em excesso tem provocado quadros psiquiátricos e até transtornos do neurodesenvolvimento nas crianças. Para controlar essa utilização excessiva, a médica ressaltou que é preciso oferecer aos pequenos outras alternativas, como brincadeiras infantis, jogos de tabuleiro e livros.

Assista à entrevista: 

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TV Cultura – Estudo avaliou uso de telas por bebês e resultado é preocupante, com Mariana Facchini Granato https://spsp.org.br/tv-cultura-estudo-avaliou-uso-de-telas-por-bebes-e-resultado-e-preocupante-com-mariana-facchini-granato/ Thu, 13 Aug 2026 11:18:45 +0000 https://spsp.org.br/?p=58642 Veículo: TV Cultura (Jornal da Tarde)

Data: 13/08/2026

Uma pesquisa internacional analisou o uso de telas por crianças desde a gestação até os dois anos e mostrou que o contato com celulares, tablets e outros dispositivos começa cada vez mais cedo. O estudo apontou que mais da metade dos bebês já utiliza telas aos 12 meses, enquanto um terço tem contato com esses equipamentos aos seis meses de idade. Mariana Facchini Granato, presidente do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, concedeu entrevista para o  Jornal da Tarde, da TV Cultura, em que falou sobre este assunto preocupante, ressaltando que a interação entre as crianças é primordial para o seu desenvolvimento, pois elas aprendem a dividir e a lidar com as frustrações.

Assista à entrevista

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Portal Dráuzio Varella – Malefícios do uso de telas antes dos 2 anos de idade, com Sulene Pirana https://spsp.org.br/portal-drauzio-varella-maleficios-do-uso-de-telas-antes-dos-2-anos-de-idade-com-sulene-pirana/ Mon, 10 Aug 2026 11:27:10 +0000 https://spsp.org.br/?p=58268 Veículo: Portal Dráuzio Varella

Data: 10/08/2026

O portal Dráuzio Varella entrevistou a médica Sulene Pirana, vice-presidente do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, no qual ela abordou os malefícios do uso de telas por crianças antes dos 2 anos de idade. A otorrinolaringologista e foniatra enfatizou que a exposição precoce às telas causa atrasos na fala, especialmente abaixo dos 2 anos, quando a criança está justamente desenvolvendo suas habilidades de comunicação. Ela diz que o ideal nessa fase da vida é zero tela, priorizando sempre a interação face a face, presente e responsiva, e reforça que um ambiente mais silencioso, com trocas reais, favorece muito mais a construção da linguagem do que qualquer conteúdo audiovisual.

Leia mais: https://drauziovarella.uol.com.br/pediatria/uso-de-telas-antes-dos-2-anos-pode-afetar-a-fala/

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Portal de Notícias Diário de Assis – Meu filho está gaguejando – e agora?, com Sulene Pirana https://spsp.org.br/portal-de-noticias-diario-de-assis-meu-filho-esta-gaguejando-e-agora-com-sulene-pirana/ Fri, 07 Aug 2026 11:19:19 +0000 https://spsp.org.br/?p=58263 Veículo: Portal de Notícias Diário de Assis

Data: 07/08/2026

A otorrinolaringologista e foniatra Sulene Pirana, vice-presidente do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, falou ao portal de Notícias Diário de Assis sobre a gagueira infantil. A médica explicou que a gagueira é uma alteração da fluência da fala, caracterizada por repetições, prolongamentos de sons ou bloqueios, e que as causas prováveis – baseadas em evidências – incluem alteração ou imaturidade do desenvolvimento neurológico, componente genético, além de fatores linguísticos e do ambiente. Ela ressaltou, ainda, que agir com calma, oferecer um ambiente de fala seguro e buscar avaliação profissional quando necessário são as melhores atitudes.

Leia mais: https://diariodeassis.com.br/meu-filho-esta-gaguejando-e-agora/

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Portal de Notícias Diário de Assis – Diagnóstico e tratamento precoces da dislexia são fundamentais para se obter melhores resultados, com Sulene Pirana https://spsp.org.br/portal-de-noticias-diario-de-assis-diagnostico-e-tratamento-precoces-da-dislexia-sao-fundamentais-para-se-obter-melhores-resultados-com-sulene-pirana/ Tue, 21 Jul 2026 19:13:38 +0000 https://spsp.org.br/?p=58027 Veículo: Portal de Notícias Diário de Assis

Data: 21/07/2026

Sulene Pirana, vice-presidente do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, falou ao portal de Notícias Diário de Assis a respeito da dislexia, na qual enfatizou que o diagnóstico e tratamento precoces são fundamentais para se obter melhores resultados. A médica declarou que quando o diagnóstico e o início do apoio chegam tarde, essas dificuldades podem se ampliar, levando a desigualdades na educação, problemas emocionais e maior estresse na família. Ela explicou que o tratamento da dislexia é baseado em métodos educacionais desenvolvidos especialmente para cada indivíduo e que deve ser feito por profissionais treinados, como educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e médicos.

Leia mais:  https://diariodeassis.com.br/diagnostico-e-tratamento-precoces-da-dislexia-sao-fundamentais-para-se-obter-melhores-resultados/

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Revista Super Saudável – Distúrbios de Aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar, com Mariana Facchini Granato https://spsp.org.br/revista-super-saudavel-disturbios-de-aprendizagem-conhecer-perceber-enfrentar-com-mariana-facchini-granato/ Fri, 26 Jun 2026 15:07:25 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=57762 Veículo: Revista Super Saudável

Data: 26/06/2026

A revista Super Saudável entrevistou Mariana Facchini Granato, presidente do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, para falar sobre a campanha Junho Púrpura – Distúrbios de Aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar, da qual é coordenadora, que visa auxiliar os pediatras a conhecer e identificar as principais causas de dificuldade escolar na população pediátrica e levar informações a pais, professores e demais profissionais que atuam com crianças e adolescentes. A médica abordou, em um podcast para a revista, questões como: quando suspeitar que uma criança/adolescente tem um transtorno de aprendizagem; como é feito o diagnóstico; que prejuízos essas condições podem acarretar no desempenho escolar, nas relações sociais, familiares e na saúde mental, entre outras.

Leia mais: https://revistasupersaudavel.com.br/podcasts/junho-purpura-aborda-disturbios-de-aprendizagem/

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Revista Crescer – Sete coisas que crianças de dois anos entendem, mas ainda não conseguem expressar, com Sulene Pirana https://spsp.org.br/revista-crescer-sete-coisas-que-criancas-de-dois-anos-entendem-mas-ainda-nao-conseguem-expressar-com-sulene-pirana/ Thu, 18 Jun 2026 11:43:10 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=57708 Veículo: Revista Crescer

Data: 18/06/2026

Mesmo sem conseguir expressar claramente, crianças de dois anos provavelmente entendem muito mais do que demonstram. Sobre este assunto, a revista Crescer entrevistou a otorrinolaringologista e foniatra Sulene Pirana, vice-presidente do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP. A médica diz que elas são capazes de entender questões como: quando alguém está alegre, bravo, cansado ou chateado; as regras da sua rotina diária; muito mais palavras do que conseguem dizer; quando alguém está falando sobre elas; o significado de “agora não”; o que é esperado delas em determinadas situações; e, por fim, que são amadas e cuidadas.

Leia mais: https://revistacrescer.globo.com/criancas/desenvolvimento/noticia/2026/06/7-coisas-que-seu-filho-de-2-anos-entende-mas-ainda-nao-consegue-expressar.ghtml

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Portal de Notícias Diário de Assis – Junho Púrpura: Distúrbios de aprendizagem, com SPSP https://spsp.org.br/portal-de-noticias-diario-de-assis-junho-purpura-disturbios-de-aprendizagem-com-spsp/ Wed, 10 Jun 2026 12:40:27 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=57625 Veículo: Portal de Notícias Diário de Assis

Data: 10/06/2026

A campanha Junho Púrpura – Distúrbios de Aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar, promovida pela Sociedade de Pediatria de São Paulo, foi divulgada no Portal de Notícias Diário de Assis. Como exemplos de diagnósticos que podem se manifestar com dificuldade de aprendizado, segundo Mariana Facchini Granato, presidente do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP e coordenadora da campanha, estão o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e também o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Para Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da SPSP, o diagnóstico precoce é fundamental, pois quanto mais cedo são realizadas as intervenções necessárias, melhores são os resultados do tratamento.

Leia mais: https://diariodeassis.com.br/disturbios-de-aprendizagem-sao-tema-de-campanha-promovida-pela-sociedade-de-pediatria/

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