Depressão entre Crianças – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Thu, 10 Sep 2026 19:56:59 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png Depressão entre Crianças – SPSP https://spsp.org.br 32 32 Um chamado à escuta e à conexão https://spsp.org.br/um-chamado-a-escuta-e-a-conexao/ Thu, 10 Sep 2026 19:56:56 +0000 https://spsp.org.br/?p=58975 Dia 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio e assistimos, entristecidos, a um aumento de casos entre jovens. Pensando nesse cenário, é importante refletirmos tanto sobre os sinais de atenção que devemos perceber quanto a respeito das ações que possam contribuir para a transformação desse quadro atual. De partida, é fundamental esclarecer que o suicídio tem causa multifatorial. Trata-se de um fenômeno complexo que não pode ser reduzido a explicações únicas e simplistas. Diante da dor que causa tanto ao sujeito quanto a todos que fazem parte de sua vida, é um tema que exige extrema delicadeza ao ser abordado. Todo respeito ao tema, porém, não deve afastar a importância de tratarmos dele. Pensar sobre o assunto é uma tentativa de avançarmos socialmente em um diálogo que, de tão sensível, historicamente permanece entre as subnotificações de causa mortis. O que já era delicado adquiriu caráter ainda mais desafiador nos tempos atuais, ao assistirmos, nos meios digitais e redes sociais, jovens criando fóruns de compartilhamento de conteúdo que vão desde o incentivo a desafios potencialmente mortíferos até transmissões ao vivo de suicídio. Diante desse cenário sócio-histórico, refletir sobre a sua prevenção, torna-se ainda mais urgente. Existem sinais de alerta e fatores associados a um maior risco de suicídio de forma geral, como tentativas anteriores, dependência ou abuso de álcool e drogas, comportamento autolesivo, histórico de abusos e traumas e transtornos mentais. É fundamental alertar que nenhum desses sinais, isoladamente, sentencia que algo dessa ordem acontecerá; eles podem, apenas, ser tomados como sinalizadores para um maior cuidado. A adolescência é um período em que ocorrem transformações velozes e grandiosas na vida de uma pessoa, tanto do ponto de vista biológico quanto psíquico. As transformações do corpo caminham de mãos dadas com a necessidade de maturidade psíquica para lidar com o complexo mundo dos relacionamentos e com as expectativas da futura vida adulta – com todos os desafios que ela envolve: a dimensão da vida sexual, os relacionamentos interpessoais mais refinados com os pares, a escolha da futura profissão e as exigências acadêmicas. O adolescente é convidado pelo mundo a abandonar seus aspectos infantis e seguir rumo a uma jornada da qual ele ainda tem poucas respostas. Ele experimenta um luto pela criança que foi e tem diante de si indagações sobre quem será. Junto desse processo de luto e transformações, é esperado – ainda que transitoriamente – que ele experiencie oscilações de sentimentos diante do turbilhão que vive. Nesse sentido, é fundamental estarmos atentos às conexões que o jovem estabelece com várias dimensões de sua vida, observando suas interações sociais de forma geral. É preciso ir além do âmbito do rendimento escolar e estar atento também aos engajamentos em grupos sociais (sejam amigos, esportes, música ou religião). São justamente essas conexões afetivas e sociais os grandes fatores de proteção nessa etapa da vida. Durante a adolescência, a noção de pertencimento ao grupo ganha uma importância enorme. Estar engajado com seus pares e ter ideais pelos quais se sinta conectado é o que contribuirá para que o jovem se sinta amarrado ao seu futuro e aos sonhos que eleger sonhar. De outro lado, existem situações que, quando presentes, exigem um olhar mais atento. Embora façam parte do período de experimentações de qualquer adolescência, podem traduzir uma expressão de sofrimento maior: isolamento súbito ou excessivo, compulsões em geral (por comida, telas, jogos, álcool ou drogas), praticar ou sofrer bullying, colocar-se constantemente em situações de risco e transtornos alimentares. Por ser a adolescência um período tão desafiador e importante, é fundamental olhar e acolher com atenção esses sinais quando surgem, interpretando-os como oportunidades de cuidado. Um sofrimento psicológico não precisa ser agravado para que possa ser acolhido como demanda de cuidado. Criar oportunidades de escuta ativa e qualificada para as angústias e desafios dessa fase da vida, portanto, é um elemento protetor quando pensamos em prevenção ao suicídio. Quando um sujeito se sente acompanhado e compartilha suas angústias, já não está mais só. Isso, em situações-limite de grande angústia, pode fazer toda a diferença no desfecho de um período de maior sofrimento. Pensando em elementos que contribuam para a prevenção ao suicídio entre os jovens, é interessante refletir como os tempos atuais e as configurações sociais a que estamos expostos impõem um grande desafio a essa discussão. Vivemos em uma era de extrema aceleração, em que os cuidadores de crianças e adolescentes, na maioria das configurações familiares, trabalham. Quando a família se reúne no fim do dia, em geral todos estão conectados em mídias digitais, muito cansados e atarefados, e invariavelmente não compartilham vivências e angústias uns com os outros. As muitas ferramentas digitais e sociais se tornaram incontornavelmente parte da vida de todos, inclusive de crianças e adolescentes. Se a escuta do sofrimento é parte fundamental da prevenção, devemos estar atentos ao tipo de escuta que podemos ter e oferecer a eles. Buscar conexões com os filhos, nesse sentido, é elemento fundamental nessa equação. É um desafio no nosso cenário sócio-histórico, porém essencial. Essa conexão pode não ser de longas horas diárias, mas deve se traduzir em uma busca por interesse mútuo, na criação de um espaço de diálogo e de algum prazer que possam usufruir juntos. A escola também terá papel fundamental se puder proporcionar espaços de conexão e reflexão entre os adolescentes sobre seus sentimentos e desafios. Ampliar todas essas redes de apoio faz com que o jovem não fique restrito à versão única que ele eventualmente possa encontrar em interações potencialmente nocivas nas mídias digitais, como os tais fóruns de incentivo a toda sorte de crueldades e situações perigosas. Por fim, e não menos importante, é fundamental ampliarmos a discussão sobre políticas públicas que respaldem as famílias nesse cuidado e na proteção digital dos jovens, com o intuito de evitar situações de risco como as que temos assistido atualmente. É igualmente importante que as redes de atenção em saúde mental forneçam informações pertinentes sobre a prevenção ao suicídio de forma permanente, disponibilizando dados sobre os locais...]]>

Dia 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio e assistimos, entristecidos, a um aumento de casos entre jovens. Pensando nesse cenário, é importante refletirmos tanto sobre os sinais de atenção que devemos perceber quanto a respeito das ações que possam contribuir para a transformação desse quadro atual.

De partida, é fundamental esclarecer que o suicídio tem causa multifatorial. Trata-se de um fenômeno complexo que não pode ser reduzido a explicações únicas e simplistas. Diante da dor que causa tanto ao sujeito quanto a todos que fazem parte de sua vida, é um tema que exige extrema delicadeza ao ser abordado. Todo respeito ao tema, porém, não deve afastar a importância de tratarmos dele. Pensar sobre o assunto é uma tentativa de avançarmos socialmente em um diálogo que, de tão sensível, historicamente permanece entre as subnotificações de causa mortis.

O que já era delicado adquiriu caráter ainda mais desafiador nos tempos atuais, ao assistirmos, nos meios digitais e redes sociais, jovens criando fóruns de compartilhamento de conteúdo que vão desde o incentivo a desafios potencialmente mortíferos até transmissões ao vivo de suicídio. Diante desse cenário sócio-histórico, refletir sobre a sua prevenção, torna-se ainda mais urgente.

Existem sinais de alerta e fatores associados a um maior risco de suicídio de forma geral, como tentativas anteriores, dependência ou abuso de álcool e drogas, comportamento autolesivo, histórico de abusos e traumas e transtornos mentais. É fundamental alertar que nenhum desses sinais, isoladamente, sentencia que algo dessa ordem acontecerá; eles podem, apenas, ser tomados como sinalizadores para um maior cuidado.

A adolescência é um período em que ocorrem transformações velozes e grandiosas na vida de uma pessoa, tanto do ponto de vista biológico quanto psíquico. As transformações do corpo caminham de mãos dadas com a necessidade de maturidade psíquica para lidar com o complexo mundo dos relacionamentos e com as expectativas da futura vida adulta – com todos os desafios que ela envolve: a dimensão da vida sexual, os relacionamentos interpessoais mais refinados com os pares, a escolha da futura profissão e as exigências acadêmicas.

O adolescente é convidado pelo mundo a abandonar seus aspectos infantis e seguir rumo a uma jornada da qual ele ainda tem poucas respostas. Ele experimenta um luto pela criança que foi e tem diante de si indagações sobre quem será. Junto desse processo de luto e transformações, é esperado – ainda que transitoriamente – que ele experiencie oscilações de sentimentos diante do turbilhão que vive.

Nesse sentido, é fundamental estarmos atentos às conexões que o jovem estabelece com várias dimensões de sua vida, observando suas interações sociais de forma geral. É preciso ir além do âmbito do rendimento escolar e estar atento também aos engajamentos em grupos sociais (sejam amigos, esportes, música ou religião). São justamente essas conexões afetivas e sociais os grandes fatores de proteção nessa etapa da vida. Durante a adolescência, a noção de pertencimento ao grupo ganha uma importância enorme. Estar engajado com seus pares e ter ideais pelos quais se sinta conectado é o que contribuirá para que o jovem se sinta amarrado ao seu futuro e aos sonhos que eleger sonhar.

De outro lado, existem situações que, quando presentes, exigem um olhar mais atento. Embora façam parte do período de experimentações de qualquer adolescência, podem traduzir uma expressão de sofrimento maior: isolamento súbito ou excessivo, compulsões em geral (por comida, telas, jogos, álcool ou drogas), praticar ou sofrer bullying, colocar-se constantemente em situações de risco e transtornos alimentares.

Por ser a adolescência um período tão desafiador e importante, é fundamental olhar e acolher com atenção esses sinais quando surgem, interpretando-os como oportunidades de cuidado. Um sofrimento psicológico não precisa ser agravado para que possa ser acolhido como demanda de cuidado. Criar oportunidades de escuta ativa e qualificada para as angústias e desafios dessa fase da vida, portanto, é um elemento protetor quando pensamos em prevenção ao suicídio. Quando um sujeito se sente acompanhado e compartilha suas angústias, já não está mais só. Isso, em situações-limite de grande angústia, pode fazer toda a diferença no desfecho de um período de maior sofrimento.

Pensando em elementos que contribuam para a prevenção ao suicídio entre os jovens, é interessante refletir como os tempos atuais e as configurações sociais a que estamos expostos impõem um grande desafio a essa discussão. Vivemos em uma era de extrema aceleração, em que os cuidadores de crianças e adolescentes, na maioria das configurações familiares, trabalham. Quando a família se reúne no fim do dia, em geral todos estão conectados em mídias digitais, muito cansados e atarefados, e invariavelmente não compartilham vivências e angústias uns com os outros.

As muitas ferramentas digitais e sociais se tornaram incontornavelmente parte da vida de todos, inclusive de crianças e adolescentes. Se a escuta do sofrimento é parte fundamental da prevenção, devemos estar atentos ao tipo de escuta que podemos ter e oferecer a eles. Buscar conexões com os filhos, nesse sentido, é elemento fundamental nessa equação. É um desafio no nosso cenário sócio-histórico, porém essencial. Essa conexão pode não ser de longas horas diárias, mas deve se traduzir em uma busca por interesse mútuo, na criação de um espaço de diálogo e de algum prazer que possam usufruir juntos.

A escola também terá papel fundamental se puder proporcionar espaços de conexão e reflexão entre os adolescentes sobre seus sentimentos e desafios. Ampliar todas essas redes de apoio faz com que o jovem não fique restrito à versão única que ele eventualmente possa encontrar em interações potencialmente nocivas nas mídias digitais, como os tais fóruns de incentivo a toda sorte de crueldades e situações perigosas.

Por fim, e não menos importante, é fundamental ampliarmos a discussão sobre políticas públicas que respaldem as famílias nesse cuidado e na proteção digital dos jovens, com o intuito de evitar situações de risco como as que temos assistido atualmente. É igualmente importante que as redes de atenção em saúde mental forneçam informações pertinentes sobre a prevenção ao suicídio de forma permanente, disponibilizando dados sobre os locais disponíveis para acolhimento e escuta em situações-limite. Um jovem cercado de múltiplas referências, conexões e possibilidades de escuta terá maiores chances de ser acolhido em um eventual momento de maior desamparo.

Relatora:

Flavia Schimith Escrivão
Psicóloga e Psicanalista
Membro do Núcleo de Estudos de Saúde Mental da SPSP

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TV Câmara Campinas – Depressão entre crianças e adolescentes, com Carolina Tchakrian Gueogjian https://spsp.org.br/tv-camara-campinas-depressao-entre-criancas-e-adolescentes-com-carolina-tchakrian-gueogjian/ Sun, 31 May 2026 17:10:00 +0000 https://spsp.org.br/?p=58929 Veículo: TV Câmara Campinas (Saúde é Vida)

Data: 31/05/2026

A Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) está alerta em relação ao aumento de casos de depressão e suicídio entre crianças e adolescentes, por isso criou a campanha Maio Amarelo – Depressão entre crianças e adolescentes: pare, observe, acolha. Para abordar esse tema, o programa Saúde é Vida, da TV Câmara Campinas, entrevistou Carolina Tchakrian Gueogjian, presidente do Núcleo de Estudos da Depressão da SPSP e coordenadora da campanha, que esclareceu que a prevalência da depressão na faixa etária pediátrica tem aumentado e em uma idade cada vez mais precoce, por isso  os pais devem prestar muita atenção aos sinais da doença, oferecer uma escuta ativa e acolher seus filhos com muito amor e carinho.

Assista à entrevista: 

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Café da Manhã com o Professor – Campanha Maio Amarelo: Depressão entre Crianças e Adolescentes: PARE – OBSERVE – ACOLHA https://spsp.org.br/cafe-da-manha-com-o-professor-campanha-maio-amarelo-depressao-entre-criancas-e-adolescentes-pare-observe-acolha/ Sat, 30 May 2026 15:33:41 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=56046 Realizado: 30 de maio de 2026 Realização: SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo Organização: Diretoria de Cursos e Eventos e NE da Depressão da SPSP Coordenação: Dra. Carolina Tchakrian Gueogjian Público-alvo: Pediatras, profissionais de saúde e educador Objetivo: Capacitar pediatras e educadores para a identificação de sinais emocionais precoces de depressão no contexto escolar. Vagas: 60 Inscrição Valor Taxa Total Associados da SPSP Gratuito Gratuito Gratuito Não Associado da SPSP R$ 80,00 R$ 4,00 R$ 84,00 Taxa de serviços administrativos referem-se aos valores cobrados pela PagSeguro para a emissão de boletos bancários ou para pagamentos por cartões de crédito. – Programação 09h00 – 12h00 – Mesa redonda: Diagnóstico precoce da depressão: A importância da comunicação entre pais, educadores e pediatra Coordenadora e moderadora da mesa: Dra. Carolina Tchakrian Gueogjian e Dra. Flávia Schimidt Escrivão 09h00 – 09h10 – Abertura Dra. Flávia Schimith Escrivão 09h10 – 09h40 – Saúde emocional dos adolescentes na escola Dra. Maria Angélica Mariottini de Lima 09h40 – 10h10 – Anamnese para diagnóstico precoce da depressão: Como interpretar os sinais escolares Dra. Carolina Tchakrian Gueogjian 10h10 – 10h40 – A compreensão dos adolescentes: Quais sinais não podem ser ignorados Dra. Vera Ferrari Rego Barros 10h40 – 12h00 – Discussão e perguntas – Dra. Carolina Tchakrian GueogjianPresidente do NE da Depressão da SPSPSecretária do NE da Espiritualidade da SPSPMédica Pediatra Dra. Flávia Schimith EscrivãoMembro do NE da Depressão da SPSPPsicóloga e Psicanalista. Membro do Instituto Sedes Sapientiae Dra. Maria Angélica Mariottini de LimaPsicóloga e pedagogaMestre em Ciências pelo Departamento Psicobiologia da UNIFESP Dra. Vera Ferrari Rego BarrosPsicóloga e PsicanalistaMembro do NE de Depressão e NE de Saúde Mental da SPSPCoordenadora do GT de Saúde Mental da SBP]]>

Realizado: 30 de maio de 2026

Realização: SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo

Organização: Diretoria de Cursos e Eventos e NE da Depressão da SPSP

Coordenação: Dra. Carolina Tchakrian Gueogjian

Público-alvo: Pediatras, profissionais de saúde e educador

Objetivo: Capacitar pediatras e educadores para a identificação de sinais emocionais precoces de depressão no contexto escolar.

Vagas: 60


InscriçãoValorTaxaTotal
Associados da SPSPGratuitoGratuitoGratuito
Não Associado da SPSPR$ 80,00R$ 4,00R$ 84,00

Taxa de serviços administrativos referem-se aos valores cobrados pela PagSeguro para a emissão de boletos bancários ou para pagamentos por cartões de crédito.

Programação
09h00 – 12h00 – Mesa redonda: Diagnóstico precoce da depressão: A importância da comunicação entre pais, educadores e pediatra
Coordenadora e moderadora da mesa: Dra. Carolina Tchakrian Gueogjian e Dra. Flávia Schimidt Escrivão
09h00 – 09h10 – Abertura
Dra. Flávia Schimith Escrivão
09h10 – 09h40 – Saúde emocional dos adolescentes na escola
Dra. Maria Angélica Mariottini de Lima
09h40 – 10h10 – Anamnese para diagnóstico precoce da depressão: Como interpretar os sinais escolares
Dra. Carolina Tchakrian Gueogjian
10h10 – 10h40 – A compreensão dos adolescentes: Quais sinais não podem ser ignorados
Dra. Vera Ferrari Rego Barros
10h40 – 12h00 – Discussão e perguntas

Dra. Carolina Tchakrian Gueogjian
Presidente do NE da Depressão da SPSP
Secretária do NE da Espiritualidade da SPSP
Médica Pediatra

Dra. Flávia Schimith Escrivão
Membro do NE da Depressão da SPSP
Psicóloga e Psicanalista. Membro do Instituto Sedes Sapientiae

Dra. Maria Angélica Mariottini de Lima
Psicóloga e pedagoga
Mestre em Ciências pelo Departamento Psicobiologia da UNIFESP

Dra. Vera Ferrari Rego Barros
Psicóloga e Psicanalista
Membro do NE de Depressão e NE de Saúde Mental da SPSP
Coordenadora do GT de Saúde Mental da SBP

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Jornalismo Canção Nova – Campanha Maio Amarelo visa bem-estar mental de crianças e adolescentes, com Carolina Tchakrian Gueogjian https://spsp.org.br/jornalismo-cancao-nova-campanha-maio-amarelo-visa-bem-estar-mental-de-criancas-e-adolescentes-com-carolina-tchakrian-gueogjian/ Thu, 21 May 2026 18:24:02 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=57501 Veículo: Jornalismo Canção Nova

Data: 21/05/2026

Dentro das ações propostas pela campanha da SPSP Maio Amarelo – Depressão entre crianças e adolescentes: pare, observe, acolha, os cuidados com o bem-estar emocional de crianças e adolescentes ganham cada vez mais espaço nas escolas. O trabalho desenvolvido por psicólogos ajuda os alunos a enfrentar desafios e inseguranças. Em entrevista ao programa Jornalismo Canção Nova, Carolina Tchakrian Gueogjian, presidente do Núcleo de Estudos da Depressão da SPSP e coordenadora da campanha, enfatiza que é muito importante observar os sinais de alerta de depressão, entre os quais isolamento social, alteração de comportamento e mudança no estilo de vida, e oferecer uma escuta ativa, empática e sem julgamentos.

Assista à entrevista: 

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Diário de Assis, Gazeta da Semana e Sala da Notícia – SPSP realiza campanha de combate à depressão na população pediátrica, com SPSP https://spsp.org.br/diario-de-assis-gazeta-da-semana-e-sala-da-noticia-spsp-realiza-campanha-de-combate-a-depressao-na-populacao-pediatrica-com-spsp/ Thu, 07 May 2026 14:45:39 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=57286 Veículos: Diário de Assis, Gazeta da Semana e Sala da Notícia

Data: 07/05/2026

Os veículos Diário de Assis, Gazeta da Semana e Sala da Notícia divulgaram a campanha da SPSP Maio Amarelo – Depressão entre crianças e adolescentes: pare, observe, acolha, que tem por objetivo fazer um alerta e trazer para discussão a depressão na faixa etária pediátrica, suas causas, consequências, prevenção e formas de tratamento. Carolina Tchakrian Gueogjian, presidente do Núcleo de Estudos da Depressão da SPSP e coordenadora da campanha, diz que  é importante observar mudanças no comportamento de crianças e adolescentes, tais como isolamento social, alteração do humor e do sono, queda no desempenho escolar, entre outras. Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da SPSP, destaca que abordar continuamente o tema depressão e procurar alternativas para sua prevenção e abordagem é uma das missões da SPSP.

Leia mais: https://diariodeassis.com.br/sociedade-de-pediatria-de-sao-paulo-realiza-campanha-de-combate-a-depressao-na-populacao-pediatrica 

https://gazetadasemana.com.br/noticia/279699/spsp-realiza-campanha-de-combate-a-depressao-na-populacao-pediatrica https://portal.saladanoticia.com.br/noticia/45499/spsp-realiza-campanha-de-combate-a-depressao-na-populacao-pediatrica

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Encontro com Especialista – Depressão entre Crianças e Adolescentes – PARE – OBSERVE – ACOLHA – Maio Amarelo https://spsp.org.br/encontro-com-especialista-depressao-entre-criancas-e-adolescentes-pare-observe-acolha-maio-amarelo/ Tue, 27 May 2025 18:12:00 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=51166 Foi realizado, no dia 27 de maio, o Encontro com o Especialista, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, em que foi abordado o tema Depressão entre Crianças e Adolescentes – Pare – Observe – Acolha, ação em prol da campanha Maio Amarelo. O evento, que teve como público-alvo pediatras e demais profissionais da saúde, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Núcleo de Estudos (NE) da Depressão entre Crianças e Adolescentes da SPSP. O objetivo da atividade foi abordar com o pediatra as possibilidades de manejo clínico desses quadros, a partir da observação e discernimento das conexões desses pacientes com a vida, presentes em suas falas e nas de suas famílias durante o acompanhamento pediátrico, tornando-se um agente efetivo de cuidado e cura no âmbito de sua clínica. Coordenado e moderado por Vera Ferrari Rego Barros, presidente do NE da Depressão entre Crianças e Adolescentes da SPSP, o Encontro teve a participação de Cristiane da Silva Geraldo Folino, vice-presidente do NE da Depressão entre Crianças e Adolescentes da SPSP, que realizou a abertura do evento, e Carolina T. Gueogjian, membro do NE da Depressão entre Crianças e Adolescentes da SPSP. Os temas apresentados foram: A “falta de sentido” da vida e a construção do manejo clínico a partir da relação médico – paciente – família e A experiência de uma pediatra no contexto do atendimento ambulatorial. Ao final, houve uma sessão de discussão, com perguntas e respostas entre o público e as especialistas. A gravação deste Encontro com o Especialista estará disponível em até 10 dias depois do evento no portal SPSP Educa (www.spspeduca.org.br).   Programação 19h30 – 21h30 – Mesa – O que faz a vida valer a pena? O manejo do pediatra na depressão em adolescentesCoordenação e Moderação: Dra. Vera Ferrari Rego Barros 19h30 – 19h40 – AberturaDra. Cristiane da Silva Geraldo Folino 19h40 – 20h15 – A “falta de sentido” da vida e a construção do manejo clínico a partir da relação médico – paciente – família Dra. Vera Ferrari Rego Barros 20h15 – 20h50 – A experiência de uma pediatra no contexto do atendimento ambulatorialDra. Carolina Tchakrian Gueogjian 20h50 – 21h30 – Discussão e Perguntas com os Membros do NE Depressão Dra. Vera Ferrari Rego BarrosPresidente do NE da Depressão em Crianças e Adolescentes da SPSP e Coordenadora do GT Saúde Mental – SBPPsicanalista. Psicóloga do Serviço de Psicologia do Instituto da Criança e do Adolescente – HCFMUSP Dra. Cristiane da Silva Geraldo FolinoMembro do NE de Saúde Mental e do NE de Depressão em Crianças e Adolescentes da SPSPPsicanalista pelo Instituto Sedes Sapientiae – Doutora e mestre pelo Instituto de Psicologia da USP Dra. Carolina Tchakrian GueogjianMembro do NE da Depressão em Crianças e Adolescentes e do NE da Espiritualidade da SPSPMédica Pediatra – UNISA e Pós-graduada em Medicina do Estilo de vida e Coaching em saúde do IE Albert Einstein]]>

Foi realizado, no dia 27 de maio, o Encontro com o Especialista, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, em que foi abordado o tema Depressão entre Crianças e Adolescentes – Pare – Observe – Acolha, ação em prol da campanha Maio Amarelo. O evento, que teve como público-alvo pediatras e demais profissionais da saúde, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Núcleo de Estudos (NE) da Depressão entre Crianças e Adolescentes da SPSP.

O objetivo da atividade foi abordar com o pediatra as possibilidades de manejo clínico desses quadros, a partir da observação e discernimento das conexões desses pacientes com a vida, presentes em suas falas e nas de suas famílias durante o acompanhamento pediátrico, tornando-se um agente efetivo de cuidado e cura no âmbito de sua clínica. Coordenado e moderado por Vera Ferrari Rego Barros, presidente do NE da Depressão entre Crianças e Adolescentes da SPSP, o Encontro teve a participação de Cristiane da Silva Geraldo Folino, vice-presidente do NE da Depressão entre Crianças e Adolescentes da SPSP, que realizou a abertura do evento, e Carolina T. Gueogjian, membro do NE da Depressão entre Crianças e Adolescentes da SPSP.

Os temas apresentados foram: A “falta de sentido” da vida e a construção do manejo clínico a partir da relação médico – paciente – família e A experiência de uma pediatra no contexto do atendimento ambulatorial. Ao final, houve uma sessão de discussão, com perguntas e respostas entre o público e as especialistas.

A gravação deste Encontro com o Especialista estará disponível em até 10 dias depois do evento no portal SPSP Educa (www.spspeduca.org.br).  

Programação
19h30 – 21h30 – Mesa – O que faz a vida valer a pena? O manejo do pediatra na depressão em adolescentes
Coordenação e Moderação: Dra. Vera Ferrari Rego Barros
19h30 – 19h40 – Abertura
Dra. Cristiane da Silva Geraldo Folino
19h40 – 20h15 – A “falta de sentido” da vida e a construção do manejo clínico a partir da relação médico – paciente – família 
Dra. Vera Ferrari Rego Barros
20h15 – 20h50 – A experiência de uma pediatra no contexto do atendimento ambulatorial
Dra. Carolina Tchakrian Gueogjian
20h50 – 21h30 – Discussão e Perguntas com os Membros do NE Depressão

Dra. Vera Ferrari Rego Barros
Presidente do NE da Depressão em Crianças e Adolescentes da SPSP e Coordenadora do GT Saúde Mental – SBP
Psicanalista. Psicóloga do Serviço de Psicologia do Instituto da Criança e do Adolescente – HCFMUSP

Dra. Cristiane da Silva Geraldo Folino
Membro do NE de Saúde Mental e do NE de Depressão em Crianças e Adolescentes da SPSP
Psicanalista pelo Instituto Sedes Sapientiae – Doutora e mestre pelo Instituto de Psicologia da USP

Dra. Carolina Tchakrian Gueogjian
Membro do NE da Depressão em Crianças e Adolescentes e do NE da Espiritualidade da SPSP
Médica Pediatra – UNISA e Pós-graduada em Medicina do Estilo de vida e Coaching em saúde do IE Albert Einstein

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Gazeta da Semana, Itaquera em Notícias, Belém e Brás – Aumento nos casos de depressão entre crianças e adolescentes preocupa especialistas, com SPSP https://spsp.org.br/gazeta-da-semana-itaquera-em-noticias-belem-e-bras-aumento-nos-casos-de-depressao-entre-criancas-e-adolescentes-preocupa-especialistas-com-spsp/ Mon, 12 May 2025 13:52:54 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=51427 Veículos: jornais Gazeta da Semana, Itaquera em Notícias, Belém e Brás

Data: 12/05/2024

Os jornais Gazeta da Semana, Itaquera em Notícias, Belém e Brás publicaram matéria sobre a campanha da SPSP Maio Amarelo – Depressão entre crianças e adolescentes: pare, observe, acolha, tema de extrema importância, sobretudo nos dias atuais. Vera Ferrari, presidente do Núcleo de Estudos da Depressão entre Crianças e Adolescentes da SPSP e coordenadora da campanha, diz que é fundamental que o pediatra discuta e perceba, além dos sinais e sintomas, a ocorrência de situações que possam estar se apresentando no dia a dia de seus pacientes que aumentem o risco de depressão. Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da SPSP, revela que a Sociedade está atenta à questão do aumento de casos de depressão e de outros agravos à saúde mental de crianças e adolescentes e, ciente da importância do assunto, criou a campanha Maio Amarelo.

Leia mais: https://gazetadasemana.com.br/noticia/226478/spsp-promove-campanha-sobre-depressao-na-faixa-etaria-pediatrica

https://itaqueraemnoticias.com.br/noticia/137624/spsp-promove-campanha-sobre-depressao-na-faixa-etaria-pediatrica

https://jornaldobelem.com.br/noticia/80157/spsp-promove-campanha-sobre-depressao-na-faixa-etaria-pediatrica

https://jornaldobras.com.br/noticia/68036/spsp-promove-campanha-sobre-depressao-na-faixa-etaria-pediatrica

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Jornal de Araraquara – Maio Amarelo: Depressão entre crianças e adolescentes, com SPSP https://spsp.org.br/jornal-de-araraquara-maio-amarelo-depressao-entre-criancas-e-adolescentes-com-spsp/ Mon, 05 May 2025 11:28:26 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=51340 Veículo: Jornal de Araraquara

Data: 05/05/2025

O Jornal de Araraquara divulgou a campanha da SPSP Maio Amarelo – Depressão entre crianças e adolescentes: pare, observe, acolha, cujo objetivo é manter uma discussão perene sobre a doença na faixa etária pediátrica, suas causas, consequências e prevenção. Vera Ferrari, presidente do Núcleo de Estudos da Depressão entre Crianças e Adolescentes da SPSP e coordenadora da campanha, alerta que os casos de depressão na população pediátrica vêm aumentando, índice impulsionado pela influência das mídias sociais e que vem preocupando os especialistas. Para Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da SPSP, é papel do pediatra observar sinais de depressão que sirvam de alerta e procurar formas de acolher familiares e pacientes, apresentando caminhos e soluções para o problema.

Leia mais: https://jornaldeararaquara.com.br/depressao-entre-criancas-e-adolescentes/

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Café da Manhã com o Professor – A Depressão é sempre de Risco? Abordagens Clínicas da Depressão https://spsp.org.br/cafe-da-manha-com-o-professor-a-depressao-e-sempre-de-risco-abordagens-clinicas-da-depressao/ Sat, 22 Mar 2025 13:18:06 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=50009       – Programação 08h30 – 09h00 – Recepção com café da manhã 09h00 – 12h00 – Mesa redonda – A depressão é sempre de risco? Abordagens clínicas da depressãoCoordenador e moderador da mesa: Dra. Vera Ferrari Rego Barros 09h00 – 09h010 – AberturaDra. Vera Ferrari Rego Barros 09h10 – 09h40 – Estados depressivos esperados na adolescênciaDra. Cristiane da Silva Geraldo Folino 09h40 – 10h20 – A depressão em casos de cutting e ideação suicidaDra. Flávia Schimidt Escrivão e Dra. Carolina Tchakrian Gueogjian 10h20 – 10h30 – Intervalo 10h30 – 11h00 – A depressão em casos de pensamento obsessivosDra. Arianne Angelelli 11h00 – 12h00 – Discussão e perguntas – Dra. Vera Ferrari Rego BarroPresidente do NE sobre Depressão em Crianças e Adolescentes da SPSPPsicóloga do Serviço de Psicologia do Instituto da Criança e do Adolescente HCFMUSP Dra. Cristiane da Silva Geraldo FolinoVice-presidente do NE sobre Depressão em Crianças e Adolescentes da SPSPDoutora e Mestre pelo Instituto de Psicologia da USP Dra. Flávia Schimith EscrivãoMembro do NE de Saúde Mental da SPSPMembro do Departamento de Formação em Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae Dra. Carolina Tchakrian GueogjianMembro do NE sobre Depressão em Crianças e Adolescentes da SPSPMédica Pediatra pela UNISA e Pós-graduada em Medicina do estilo de vida e Coaching em Saúde pelo Instituto de Ensino Albert Einstein Dra. Arianne AngelelliMembro do NE de Saúde Mental SPSPMembro Colaborador do Ambulatório de Saúde Mental da Mulher do HC-USP]]>

No dia 22 de março, foi realizado o Café da Manhã com o Professor – A Depressão é sempre de Risco? Abordagens Clínicas da Depressão, organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Núcleo de Estudos (NE) da Depressão entre Crianças e Adolescentes da SPSP. Realizado de forma presencial no auditório da SPSP, o evento teve por objetivo discutir, a partir de recortes de casos clínicos, a natureza de algumas manifestações de depressão mais vivenciadas em pediatria, que disparam sinais de alarme no atendimento de crianças e adolescentes, enfatizando o caráter não necessariamente de risco que está presente no surgimento desses quadros, o que define o tipo de abordagem adequada a cada caso.

A atividade foi coordenada e moderada por Cristiane da Silva Geraldo Folino, vice-presidente do NE da Depressão entre Crianças e Adolescentes da SPSP, que também realizou a abertura do Café da Manhã, e contou com as seguintes participantes: Carolina Tchakrian Gueogjian, Flávia Schimith Escrivão e Arianne Angelelli, respectivamente secretária e membros do NE da Depressão entre Crianças e Adolescentes da SPSP. Os temas das palestras foram Estados depressivos esperados na adolescênciaA depressão em casos de cutting e ideação suicida e A depressão em casos de pensamentos obsessivos. Ao final, houve uma discussão com perguntas da plateia às especialistas.

 

 

 

Programação

08h30 – 09h00 – Recepção com café da manhã
09h00 – 12h00 – Mesa redonda – A depressão é sempre de risco? Abordagens clínicas da depressão
Coordenador e moderador da mesa: Dra. Vera Ferrari Rego Barros
09h00 – 09h010 – Abertura
Dra. Vera Ferrari Rego Barros
09h10 – 09h40 – Estados depressivos esperados na adolescência
Dra. Cristiane da Silva Geraldo Folino
09h40 – 10h20 – A depressão em casos de cutting e ideação suicida
Dra. Flávia Schimidt Escrivão e Dra. Carolina Tchakrian Gueogjian
10h20 – 10h30 – Intervalo
10h30 – 11h00 – A depressão em casos de pensamento obsessivos
Dra. Arianne Angelelli
11h00 – 12h00 – Discussão e perguntas

Dra. Vera Ferrari Rego Barro
Presidente do NE sobre Depressão em Crianças e Adolescentes da SPSP
Psicóloga do Serviço de Psicologia do Instituto da Criança e do Adolescente HCFMUSP

Dra. Cristiane da Silva Geraldo Folino
Vice-presidente do NE sobre Depressão em Crianças e Adolescentes da SPSP
Doutora e Mestre pelo Instituto de Psicologia da USP

Dra. Flávia Schimith Escrivão
Membro do NE de Saúde Mental da SPSP
Membro do Departamento de Formação em Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae

Dra. Carolina Tchakrian Gueogjian
Membro do NE sobre Depressão em Crianças e Adolescentes da SPSP
Médica Pediatra pela UNISA e Pós-graduada em Medicina do estilo de vida e Coaching em Saúde pelo Instituto de Ensino Albert Einstein

Dra. Arianne Angelelli
Membro do NE de Saúde Mental SPSP
Membro Colaborador do Ambulatório de Saúde Mental da Mulher do HC-USP

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Gazeta da Semana e AtaNews – Depressão entre crianças e adolescentes, com SPSP https://spsp.org.br/gazeta-da-semana-e-atanews-depressao-entre-criancas-e-adolescentes-com-spsp/ Mon, 27 May 2024 13:48:21 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=46584 Veículos: Jornal Gazeta da Semana e Portal AtaNews

Data: 27/05/2024

O jornal Gazeta da Semana e o portal de notícias AtaNews divulgaram a campanha da SPSP Maio Amarelo – Depressão entre crianças e adolescentes: pare, observe, acolha, uma ação de extrema importância por promover ações que auxiliam na conscientização da doença. Vera Ferrari, presidente do Núcleo de Estudos da Depressão entre Crianças e Adolescentes da SPSP e coordenadora da campanha, ressalta que o quanto antes os sintomas de depressão forem identificados mais rapidamente medidas necessárias para evitar que as manifestações se agravem poderão ser tomadas. Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da SPSP, diz que é fundamental que o pediatra perceba e discuta, além dos sinais e sintomas, a ocorrência de situações que aumentam o risco de depressão em seus pacientes.

Leia mais: https://gazetadasemana.com.br/noticia/172273/depressao-entre-criancas-e-adolescentes-pare-observe-acolha 

https://atanews.com.br/noticia/71563/depressao-entre-criancas-e-adolescentes-pare-observe-acolha#

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