Terapia Intensiva – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Mon, 30 Sep 2024 19:13:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png Terapia Intensiva – SPSP https://spsp.org.br 32 32 Gazeta da Semana, G7 e AtaNews – Sepse: Um problema de saúde pública global, com Daniela Carla de Souza https://spsp.org.br/gazeta-da-semana-g7-e-atanews-sepse-um-problema-de-saude-publica-global-com-daniela-carla-de-souza/ Wed, 25 Sep 2024 19:02:58 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=48218 Veículos: Jornal Gazeta da Semana e Portais G7 e AtaNews

Data: 25/09/2024

O jornal Gazeta da Semana os portais G7 e AtaNews publicaram matéria com a intensivista pediátrica Daniela Carla de Souza, membro do Departamento Científico de Terapia Intensiva da SPSP, na qual ela falou sobre a sepse na pediatria. De acordo com a médica, a sepse é uma condição grave que precisa ser reconhecida e tratada rapidamente, e ocorre quando o corpo, na tentativa de combater uma infecção, reage de forma descontrolada, causando danos aos próprios órgãos e colocando a vida do paciente em risco. A OMS reconhece a sepse como um problema de saúde pública global. Anualmente, mais de 25 milhões de crianças e adolescentes desenvolvem a doença, e mais de 3,5 milhões morrem em decorrência dela.

Leia mais: https://gazetadasemana.com.br/noticia/192431/sepse-um-problema-de-saude-publica-global

https://portalg7.com.br/noticia/5777/sepse-um-problema-de-saude-publica-global

https://atanews.com.br/noticia/76210/sepse-um-problema-de-saude-publica-global

]]>
Você já ouviu falar em “sepse”? https://spsp.org.br/voce-ja-ouviu-falar-em-sepse/ Fri, 13 Sep 2024 11:29:35 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=47978 Relatora:Daniela Carla de SouzaPresidente do Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS)Membro do Departamento Científico de Terapia Intensiva da Sociedade de Pediatria de São Paulo]]>

Provavelmente, muitos pais e cuidadores nunca ouviram esse termo, apesar da sepse ser uma condição antiga e perigosa. É possível que você a conheça como “septicemia” ou “infecção generalizada”. Mas, afinal, o que é sepse?

A sepse é uma condição grave, uma emergência médica que precisa ser reconhecida e tratada rapidamente. Ela ocorre quando o corpo, na tentativa de combater uma infecção, reage de forma descontrolada, causando danos aos próprios órgãos, como o coração, pulmões, cérebro e rins, colocando a vida do paciente em risco. A sepse pode ser causada por infecções comuns da infância, desencadeadas por vírus, bactérias ou protozoários.

Você pode se perguntar: “Todo mundo pode ter sepse? Por que algumas pessoas desenvolvem sepse e outras não?” A evolução para sepse depende do tipo de patógeno (o agente causador da infecção), das condições de saúde do paciente e do ambiente em que ele vive. Certos grupos são mais vulneráveis, como recém-nascidos, pessoas com doenças crônicas, pacientes em terapia imunossupressora, aqueles que foram internados recentemente ou que fizeram uso de antibióticos. Os pacientes com desnutrição e pacientes que vivem em regiões com condições sanitárias precárias também apresentam um risco maior de uma infecção evoluir para sepse. Esses pacientes têm o sistema imunológico enfraquecido e, portanto, são mais suscetíveis à sepse.

Os pais podem e devem estar atentos aos sinais de sepse, buscando imediatamente ajuda médica se a criança apresentar febre, respiração acelerada, palpitações (batimentos cardíacos muito rápidos), palidez, extremidades arroxeadas, sonolência excessiva ou manchas pelo corpo.

É importante destacar que a sepse pode ser prevenida. Manter a carteira de vacinação das crianças em dia, praticar boa higiene, incluindo a lavagem frequente das mãos, e usar antibióticos apenas quando prescritos por um médico são medidas eficazes para prevenir essa condição.

A sepse é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um problema de saúde pública global. Anualmente, mais de 25 milhões de crianças e adolescentes desenvolvem sepse, e mais de 3,5 milhões morrem em decorrência dessa condição. No Brasil, um estudo coordenado pelo Instituto Latino-Americano de Sepse revelou que mais de 42.000 crianças são internadas em Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica com sepse a cada ano, e mais de 8.300 delas não sobrevivem. Quando a sepse não leva à morte, ela pode deixar marcas que afetam a mente, o corpo e as emoções dos pacientes e de seus familiares.

O Dia Mundial da Sepse, celebrado em 13 de setembro, é uma oportunidade para instituições de vários países realizarem campanhas que visam aumentar o conhecimento sobre essa grave condição. Junte-se a nós no combate à sepse: informe-se e compartilhe o que aprendeu.

Saiba mais:

https://ilas.org.br/dia-mundial-da-sepse/Rudd KE, Johnson SC, Agesa KM, Shackelford KA, Tsoi D, Kievlan DR, et al. Global, regional, and national sepsis incidence and mortality, 1990-2017: analysis for the Global Burden of Disease Study. Lancet. 2020;395(10219):200-11.

de Souza DC, Gonçalves Martin J, Soares Lanziotti V, de Oliveira CF, Tonial C, de Carvalho WB, et al. The epidemiology of sepsis in paediatric intensive care units in Brazil (the Sepsis PREvalence Assessment Database in Pediatric population, SPREAD PED): an observational study. Lancet Child Adolesc Health. 2021;5(12):873-81.

Relatora:
Daniela Carla de Souza
Presidente do Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS)
Membro do Departamento Científico de Terapia Intensiva da Sociedade de Pediatria de São Paulo

]]>
Boa Vontade TV – Sepse: um problema global de saúde, com Daniela Carla de Souza https://spsp.org.br/boa-vontade-tv-sepse-um-problema-global-de-saude-com-daniela-carla-de-souza/ Fri, 10 Nov 2023 13:54:19 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=40904 Veículo: Boa Vontade TV

Data: 10/11/2023

A emissora Boa Vontade TV entrevistou a intensivista pediátrica Daniela Carla de Souza, membro do Departamento Científico de Terapia Intensiva da SPSP, que falou sobre o tema sepse, considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um problema de saúde global, acometendo a cada ano 50 milhões de pessoas, sendo que 11 milhões vão à óbito.  A médica explicou o que é a doença, seus sintomas e tratamento, destacando que existem pacientes com maior risco de apresentá-la, que são aqueles que têm um sistema imunológico imaturo ou debilitado. O Brasil possui uma das maiores taxas de mortalidade por sepse do mundo: 240 mil pessoas por ano.

Assista à entrevista

]]>
Jornal de Araraquara – Dia Mundial da Sepse, com Daniela Carla de Souza https://spsp.org.br/jornal-de-araraquara-dia-mundial-da-sepse-com-daniela-carla-de-souza/ Wed, 13 Sep 2023 13:37:05 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=39305 Veículos: Jornal de Araraquara

Data: 13/09/2023

O Jornal de Araraquara publicou entrevista com Daniela Carla de Souza, membro do Departamento Científico de Terapia Intensiva da SPSP, a respeito do Dia Mundial da Sepse, celebrado anualmente no dia 13 de setembro. Entre outras questões, a especialista explicou que a sepse ocorre em decorrência de uma inflamação exagerada do organismo, em resposta a uma infecção, que pode levar a uma série de complicações e causar danos ao corpo do paciente, afetando diversos órgãos e criando uma disfunção generalizada. Sobre a prevenção da doença, ela enfatizou que é preciso evitar infecções: tomar todas as vacinas recomendadas, lavar as mãos e cuidar de ferimentos, como cortes e arranhões.

Leia mais: https://jornaldeararaquara.com.br/13-de-setembro-dia-mundial-da-sepse/

]]>
Sepse: uma prioridade de saúde global https://spsp.org.br/sepse-uma-prioridade-de-saude-global/ Wed, 13 Sep 2023 12:22:44 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=39267 O Dia Mundial da Sepse (DMS), celebrado anualmente no dia 13 de setembro, foi proposto pela Aliança Global para Sepse (Global Sepsis Alliance) em 2012 e, de]]>

O Dia Mundial da Sepse (DMS), celebrado anualmente no dia 13 de setembro, foi proposto pela Aliança Global para Sepse (Global Sepsis Alliance) em 2012 e, desde então, eventos são realizados com o objetivo de aumentar a conscientização sobre sepse em todas as partes do mundo.

Você sabe o que é sepse?

A sepse ocorre em decorrência de uma inflamação exagerada do organismo, em resposta a uma infecção, geralmente causada por uma bactéria. Esta resposta inflamatória pode levar a uma série de complicações e causar danos ao nosso próprio corpo, afetando diversos órgãos e criando uma disfunção generalizada.

É uma emergência médica que precisa de tratamento imediato, uma vez que pode causar danos aos rins, pulmões, cérebro e coração e até a morte.

A sepse foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2017 como uma prioridade de saúde pública global devido ao elevado impacto da doença (elevadas incidência, mortalidade, morbidade… e impacto financeiro também elevado).

Em 2017…

– 48,9 milhões de pessoas tiveram sepse;

– 11 milhões de pessoas morreram em decorrência da sepse – 1 em cada 5 óbitos que ocorrem no mundo é relacionado à sepse;

– mais da metade dos casos (25,3 milhões) de sepse ocorre em crianças e adolescentes;

– mais de 75% dos casos e dos óbitos por sepse ocorrem em países de baixa e média renda, onde nós, Brasil, estamos incluídos.

Diante dessa realidade, a OMS demanda que seus países membros implementem medidas de prevenção, diagnóstico e tratamento da sepse para reduzir seu impacto. Países com Austrália e Suíça já implementaram Planos Nacionais de Combate à Sepse.

Qual a realidade brasileira?

ADULTOS – Estima-se que:

– 30% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) são ocupados por pacientes com sepse (letalidade muito elevada, 56%);

– 420.000 casos de sepse/ano (adultos);

– 230.000 óbitos/ano (adultos).

 

CRIANÇAS – Estima-se que:

– 25% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) são ocupados por crianças com sepse (letalidade 20%);

– 42.374 casos de sepse em crianças/ano;

– 8.305 crianças morrem no Brasil anualmente em decorrência da sepse;

– fatores associados a elevada mortalidade: status vacinal desconhecido ou atrasado, infecções associadas à assistência à saúde, atraso no diagnóstico e tratamento… são fatores passíveis de prevenção e intervenção.

Qual o problema da sepse (barreiras).

– sepse é uma emergência (tempo é vida… atraso no diagnóstico e início do tratamento leva a aumento de mortalidade… igual a Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto;

– sepse é uma doença desconhecida (não é popular como outras doenças, como infarto e ACV);

– falta de conhecimento sobre sepse;

– falta de infraestrutura e recursos;

– imprensa não fala em sepse… usa infecção generalizada, disfunção de múltiplos órgãos.

Em 2021, a cidade de São Paulo, por meio de um mandato, instituiu o PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE SEPSE, no qual todos os Serviços de Saúde devem adotar um protocolo de sepse. Esta ação visa incentivar e promover a participação governamental na luta contra a sepse e defender que o investimento na saúde e na educação é uma medida de solução custo-efetiva.

Mas precisamos fazer muito mais… Existem exemplos excelentes, como os da Rory Staunton Foundantion (https://www.endsepsis.org/)

E como a sepse pode ser prevenida?

Se a criança ficar doente, com febre e com alteração do seu comportamento habitual, procure atendimento médico. Se for detectada uma infecção, deve ser prescrito antibiótico, que será administrado exatamente como indicado – dose, intervalos e tempo total de tratamento. Se a criança não apresentar melhora ou piorar dos sintomas, deverá ser reavaliada.

E devemos fazer o possível para evitar infecções: tomar todas as vacinas recomendadas, lavar as mãos e cuidar de ferimentos, como cortes e arranhões.

 

Saiba mais:

  • Global Sepsis Alliance. Disponível em: https://www.global-sepsis-alliance.org/
  • WHO calls for global action on sepsis – cause of 1 in 5 deaths worldwide. Disponível em: https://www.who.int/news/item/08-09-2020-who-calls-for-global-action-on-sepsis—cause-of-1-in-5-deaths-worldwide
  • Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS) – Dia Mundial da Sepse (DMS). SOBRE O DIA MUNDIAL DA SEPSE. Disponível em: https://ilas.org.br/dia-mundial-da-sepse/)
  • The Legacy of Rory Staunton. Disponível em: https://www.endsepsis.org/
  • Disponível em: https://kidshealth.org/en/parents/sepsis.html
  • LEI Nº 17.570 DE 8 DE JUNHO DE 2021.Disponível em: https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/lei-17570-de-8-de-junho-de-2021

 

Relatora:
Daniela Carla de Souza
Presidente do Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS)
Departamento Científico de Terapia Intensiva da Sociedade de Pediatria de São Paulo

]]>
TV Alesp – UTIs pediátricas lotadas na cidade de São Paulo por infecções respiratórias, com Daniela Carla de Souza https://spsp.org.br/tv-alesp-utis-pediatricas-lotadas-na-cidade-de-sao-paulo-por-infeccoes-respiratorias-com-daniela-carla-de-souza/ Mon, 08 May 2023 14:31:58 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=37508 Veículo: Estúdio Alesp (TV Alesp)

Data: 08/05/2023

O programa Estúdio Alesp, da TV Alesp, entrevistou a pediatra Daniela Carla de Souza, membro do Departamento Científico de Terapia Intensiva da SPSP, para falar sobre a lotação dos leitos de Unidades de Terapia Intensiva na cidade de São Paulo, em que explicou que essa grande ocupação se deve às infecções respiratórias, que aumentam nos meses de outono e inverno. Entre vários outros aspectos, a médica reforçou a importância das medidas de higiene, de evitar aglomerações e, principalmente, de manter as vacinas das crianças em dia, como forma de prevenir essas infecções.

Assista à entrevista:

]]>
COVID-19 do ponto de vista dos cuidados intensivos pediátricos https://spsp.org.br/covid-19-do-ponto-de-vista-dos-cuidados-intensivos-pediatricos/ Fri, 17 Apr 2020 20:00:15 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=14711 SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo
Texto divulgado em 17/04/2020

 

Relatora: Regina Grigolli Cesar

Presidente do Departamento Científico de Terapia Intensiva da Sociedade de Pediatria de São Paulo

 

Quadros clínicos graves de COVID-19 ainda são raros em Pediatria. As evidências clínicas e epidemiológicas disponíveis sobre a COVID-19, baseadas quase integralmente em dados obtidos do atendimento de adultos, permitem por ora esperar, caso a fisiopatologia seja comparável nas faixas etárias pediátricas, que estaremos diante de uma “patologia pulmonar restritiva” que evolui clinicamente como uma insuficiência respiratória do tipo I, pelo menos na fase inicial.

Assim como em outros quadros que podem evoluir para um estado crítico, a indicação de cuidados intensivos deve ser feita precocemente e com a maior precisão possível. Evidentemente é melhor “pecar por excesso”, mas dada a possibilidade de um aumento exponencial no número de casos durante a pandemia e o risco de indisponibilidade de leitos de UTI, o encaminhamento criterioso é o ideal. Algumas dicas:

1. Avaliar o estado geral do paciente: ativo ou prostrado

Em Pediatria, isso faz toda a diferença. Por vezes a criança não tem nada, mas apenas pelo fato de estar prostrada já se deve observar e investigar a possível causa. Atividade geralmente é correlato de um organismo compensado.

2.Tornar a avaliação do desconforto a mais objetiva possível

O escore de Downes é aplicado em Pediatria há décadas e tem se mostrado eficaz. Dados como frequência respiratória, grau de utilização de musculatura acessória e presença de tiragem de fúrcula são indicadores objetivos que caracterizam o grau de insuficiência respiratória.

3. Verificar a perfusão

Se a perfusão está garantida, ou se está muito rápida, ou se as extremidades estão frias.

4. Verificar a pressão arterial

Praticamente nunca se espera uma pressão arterial alterada em Pediatria. Hipotensão é geralmente um efeito final, devendo ser considerada como indicação de uma criticidade maior.

5. Avaliar a velocidade da instalação e agravamento dos sintomas

Na emergência, uma história clínica breve, mas objetiva é imprescindível. Deve ser avaliada temporalmente a ocorrência e a intensidade para que se tenha uma noção de quanto tempo levou a evolução da piora do quadro inicial. Por exemplo, em casos de bronquiolite quadro comum, o pico de ocorrência de sintomas respiratórios mais graves é entre o terceiro e o quinto dias. Se a criança com bronquiolite já está apresentando sintomas mais graves no segundo dia, há grande chance de piorar nas horas seguintes. Já uma criança que chega no quinto dia e está com sintomas moderados pode não apresentar uma piora desses sintomas. Com base no que se tem observado em pacientes adultos com quadros graves de COVID-19, a hipoxemia é predominante e sua evolução é que determina a gravidade do quadro.

Considerando que a evolução clínica de COVID-19 ocorra de modo semelhante ao observado em adultos, envolvendo mecanismos fisiopatológicos similares, o intensivista pediátrico deve estar preparado para lidar, num primeiro momento, com quadros de insuficiência respiratória tipo I.

Na lesão pulmonar induzida por COVID-19 em adultos, a hipóxia é prevalente e a complacência pulmonar geralmente é alta.1 A hipoxemia sem aumento do trabalho respiratório sugere alterações importantes na relação ventilação-perfusão, complacência pulmonar incomumente poupada, um grau variado de capacidade de recrutamento pulmonar e, em geral, uma boa resposta à posição prona.2

Os cuidados intensivos em relação à oxigenioterapia para pacientes pediátricos, conforme a gravidade do desconforto, encontram-se resumidos, como uma sugestão, no Quadro a seguir:

Fonte: elaborado pela autora

 

Referências

  1. Gattinoni L [homepage on the Internet]. Preliminary observations on management of ICU COVID-19 patients [cited 2020 Mar 21]. Available from: https://sfar.org/preliminary-observations-on-the-ventilatory-management-of-icu-covid-19-patients/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=preliminary-observations-on-the-ventilatory-management-of-icu-covid-19-patients
  2. Kneyber MC, Luca D, Calderini E, Jarreau PH, Javouhey E, Lopez-Herce J, et al. Recommendations for mechanical ventilation of critically ill children from the Paediatric Mechanical Ventilation Consensus Conference (PEMVECC). Intensive Care Med. 2017;43:1764-80.
]]>