Hepatologia – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Tue, 28 Jul 2026 12:50:14 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png Hepatologia – SPSP https://spsp.org.br 32 32 Hepatites virais na infância no Brasil: epidemiologia, sinais de alerta e prevenção https://spsp.org.br/57944-2/ Tue, 28 Jul 2026 12:32:51 +0000 https://spsp.org.br/?p=57944 O Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais é celebrado em 28 de julho, com o objetivo de conscientizar sobre a prevenção, testagem e tratamento das infecções que atingem o fígado. A data integra as mobilizações do Julho Amarelo, campanha oficial de combate a essas doenças no Brasil. As hepatites virais representam um grave desafio de saúde pública no país, com mais de 826 mil casos confirmados entre os anos de 2000 e 2024. Embora existam avanços tecnológicos e tratamentos eficazes, o ritmo para alcançar as metas de eliminação da Organização Mundial da Saúde (OMS) até 2030 ainda é considerado lento e desigual em nível global. O cenário epidemiológico no Brasil A distribuição das hepatites no país é heterogênea. A hepatite C é a forma mais letal, sendo responsável por 75,3% dos óbitos associados a hepatites virais no período analisado, seguida pela hepatite B, com 22%. Muitas dessas infecções são “silenciosas”, em que o paciente não apresenta sintomas por anos, permitindo que a doença progrida para danos graves no fígado, como a cirrose, antes do diagnóstico. Dessa maneira, o reconhecimento precoce dos sinais de alerta é essencial para identificar pacientes com risco de insuficiência hepática aguda. Devem ser considerados sinais de gravidade a piora progressiva da icterícia, alteração do nível de consciência, sonolência excessiva, irritabilidade, confusão mental, sangramentos espontâneos, equimoses, vômitos persistentes, hipoglicemia, edema importante, ascite, redução importante da diurese e aumento rápido do tempo de protrombina ou do INR. Crianças com suspeita de insuficiência hepática aguda devem ser encaminhadas imediatamente para centros especializados, preferencialmente com experiência em hepatologia pediátrica e transplante hepático. Diferenças entre os tipos de hepatite Prevenção e o calendário de vacinação A vacinação é a estratégia mais eficaz de controle. O Calendário Nacional de Vacinação de 2026 e as diretrizes do Ministério da Saúde estabelecem: Desafios e metas para 2030 O Brasil é signatário do compromisso mundial de eliminar as hepatites virais como problema de saúde pública até 2030, o que exige reduzir as incidências em 90% e a mortalidade em 65%. Para acelerar esse processo, o governo instituiu o Programa Brasil Saudável, focado em enfrentar doenças determinadas socialmente pela pobreza e iniquidades. Apesar da importante redução da incidência das hepatites virais pediátricas no Brasil, essas doenças continuam exigindo vigilância constante. O conhecimento da epidemiologia, a identificação precoce dos sinais de alerta, o reconhecimento das manifestações clínicas e a adoção rigorosa das medidas preventivas são fundamentais para evitar formas graves, reduzir a transmissão e contribuir para a meta da Organização Mundial da Saúde de eliminação das hepatites virais como problema de saúde pública. Nesse sentido, a campanha Julho Amarelo – Mês de Luta contra as Hepatites Virais, oficializada pela Lei nº 13.802/2019, desempenha um papel crucial na conscientização, incentivando a testagem rápida e o diagnóstico precoce por meio do SUS, que oferece tecnologias modernas de prevenção e cura gratuitamente para toda a população. Relatora: Irene Kazue MiuraPresidente do Departamento Científico de Hepatologia da SPSP]]>

O Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais é celebrado em 28 de julho, com o objetivo de conscientizar sobre a prevenção, testagem e tratamento das infecções que atingem o fígado. A data integra as mobilizações do Julho Amarelo, campanha oficial de combate a essas doenças no Brasil.

As hepatites virais representam um grave desafio de saúde pública no país, com mais de 826 mil casos confirmados entre os anos de 2000 e 2024. Embora existam avanços tecnológicos e tratamentos eficazes, o ritmo para alcançar as metas de eliminação da Organização Mundial da Saúde (OMS) até 2030 ainda é considerado lento e desigual em nível global.

O cenário epidemiológico no Brasil

A distribuição das hepatites no país é heterogênea. A hepatite C é a forma mais letal, sendo responsável por 75,3% dos óbitos associados a hepatites virais no período analisado, seguida pela hepatite B, com 22%. Muitas dessas infecções são “silenciosas”, em que o paciente não apresenta sintomas por anos, permitindo que a doença progrida para danos graves no fígado, como a cirrose, antes do diagnóstico.

Dessa maneira, o reconhecimento precoce dos sinais de alerta é essencial para identificar pacientes com risco de insuficiência hepática aguda. Devem ser considerados sinais de gravidade a piora progressiva da icterícia, alteração do nível de consciência, sonolência excessiva, irritabilidade, confusão mental, sangramentos espontâneos, equimoses, vômitos persistentes, hipoglicemia, edema importante, ascite, redução importante da diurese e aumento rápido do tempo de protrombina ou do INR. Crianças com suspeita de insuficiência hepática aguda devem ser encaminhadas imediatamente para centros especializados, preferencialmente com experiência em hepatologia pediátrica e transplante hepático.

Diferenças entre os tipos de hepatite

  • Hepatite A: Transmitida principalmente pela via fecal-oral, através de água ou alimentos contaminados e falta de saneamento básico. É geralmente benigna, mas sua letalidade aumenta com a idade.
  • Hepatites B e C: São transmitidas pelo contato com sangue ou secreções, incluindo relações sexuais desprotegidas e compartilhamento de objetos perfurocortantes. A hepatite B possui elevado risco de cronificação quando adquirida no período neonatal.
  • Hepatite D: Ocorre apenas em pessoas já infectadas pelo vírus da hepatite B.
  • Hepatite E: Transmitida via fecal-oral, é rara no Brasil e costuma ter curso benigno, exceto em gestantes.

Prevenção e o calendário de vacinação

A vacinação é a estratégia mais eficaz de controle. O Calendário Nacional de Vacinação de 2026 e as diretrizes do Ministério da Saúde estabelecem:

  • Hepatite B: A primeira dose deve ser administrada preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida, ainda na maternidade, para prevenir a transmissão vertical (de mãe para filho). O esquema completo para crianças, adolescentes e adultos envolve três doses.
  • Hepatite A: Faz parte do calendário infantil, com uma dose única aos 15 meses de idade (podendo ser aplicada até os 5 anos incompletos). Graças à vacinação, houve uma redução de 99,9% na taxa de incidência em crianças menores de 5 anos entre 2014 e 2024.

Desafios e metas para 2030

O Brasil é signatário do compromisso mundial de eliminar as hepatites virais como problema de saúde pública até 2030, o que exige reduzir as incidências em 90% e a mortalidade em 65%. Para acelerar esse processo, o governo instituiu o Programa Brasil Saudável, focado em enfrentar doenças determinadas socialmente pela pobreza e iniquidades.

Apesar da importante redução da incidência das hepatites virais pediátricas no Brasil, essas doenças continuam exigindo vigilância constante. O conhecimento da epidemiologia, a identificação precoce dos sinais de alerta, o reconhecimento das manifestações clínicas e a adoção rigorosa das medidas preventivas são fundamentais para evitar formas graves, reduzir a transmissão e contribuir para a meta da Organização Mundial da Saúde de eliminação das hepatites virais como problema de saúde pública.

Nesse sentido, a campanha Julho Amarelo – Mês de Luta contra as Hepatites Virais, oficializada pela Lei nº 13.802/2019, desempenha um papel crucial na conscientização, incentivando a testagem rápida e o diagnóstico precoce por meio do SUS, que oferece tecnologias modernas de prevenção e cura gratuitamente para toda a população.


Relatora:

Irene Kazue Miura
Presidente do Departamento Científico de Hepatologia da SPSP

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Encontro com Especialista – Insuficiência Hepática em Crianças e Adolescentes https://spsp.org.br/encontro-com-especialista-insuficiencia-hepatica-em-criancas-e-adolescentes/ Thu, 23 Apr 2026 14:44:00 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=55580

Organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Departamento Científico (DC) de Hepatologia da SPSP, foi realizado, no dia 23 de abril, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, o Encontro com o Especialista – Insuficiência Hepática em Crianças e Adolescentes. Com o objetivo de promover uma atualização sobre insuficiência hepática em crianças e adolescentes e a importância do diagnóstico e tratamento precoces, o evento teve como público-alvo pediatras, gastroenterologistas e hepatologistas.

O Encontro foi coordenado e moderado por Regina Sawamura, Secretária do DC de Hepatologia da SPSP, e contou com a apresentação das especialistas Maria Tereza Galvão G. de Carvalho, coordenadora da Hepatologia Pediátrica do Instituto da Criança e do Adolescente do HC-FMUSP, Gilda Porta, vice-presidente do DC de Hepatologia da SPSP, e Irene Kazue Miura, presidente do DC de Hepatologia da SPSP, que também realizou a abertura da atividade.

Os temas apresentados no evento foram: Insuficiência hepática agudaAcute on chronic liver failure (Insuficiência hepática crônica agudizada) e Insuficiência hepática recorrente. Após as palestras, houve uma sessão de discussão e as especialistas responderam perguntas do público.

A gravação deste Encontro com o Especialista estará disponível em até 10 dias depois do evento no portal SPSP Educa (www.spspeduca.org.br).  

Programação
19h30 – 21h30 – Mesa – Insuficiência Hepática em Crianças e Adolescentes
Coordenação e Moderação: Dra. Regina Sawamura
19h30 – 19h35 – Abertura
Dra. Irene Kazue Miura
19h35 – 20h10 – Insuficiência hepática aguda
Dra. Maria Tereza Galvao Guiotti de Carvalho
20h10 – 20h45 – Acute on chronic liver failure (Insuficiência Hepática Crônica Agudizada)
Dra. Gilda Porta
20h45 – 21h15 – Insuficiência hepática recorrente
Dra. Irene Kazue Miura
21h15 – 21h30 – Discussão e perguntas


Dra. Regina Sawamura
Secretária do DC de Hepatologia da SPSP
Professora Doutora do Departamento de Puericultura e Pediatria da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP

Dra. Irene Kazue Miura
Presidente do Departamento de Hepatologia da SPSP
Doutora em Pediatria pela FMUSP
Médica hepatologista dos Hospitais Sírio Libanês, Menino Jesus

Dra. Maria Tereza Galvao Guiotti de Carvalho
Coordenadora da Hepatologia Pediátrica do Instituto da Criança e do Adolescente HC- FMUSP
Título de Especialista em Gastroenterologia Pediátrica pela Sociedade Brasileira de Pediatria

Dra. Gilda Porta
Presidente do Departamento de Hepatologia da SBP
Vice-presidente do Departamento de Hepatologia da SPSP
Professora Livre-docente de Pediatria pela FMUSP
Médica hepatologista dos Hospitais Sírio Libanês e Menino Jesus

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Café da Manhã com o Professor – Colestase Neonatal https://spsp.org.br/cafe-da-manha-com-o-professor-colestase-neonatal/ Sat, 20 Sep 2025 11:00:00 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=51162 Em 20 de setembro, foi realizado o Café da Manhã com o Professor – Colestase Neonatal, transmitido ao vivo, pela plataforma Zoom da SPSP. Organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Departamento Científico (DC) de Hepatologia, o evento foi direcionado a pediatras e médicos de família/generalistas que trabalham com puericultura nos serviços públicos., teve por objetivo capacitar os médicos que trabalham com puericultura e neonatos. O Café da Manhã, que teve por objetivo capacitar os médicos que atuam com puericultura e neonatos, foi coordenado por Adriana Maria Alves De Tommaso e moderado por Nancy Therezinha B. Cordovani, ambas membros do DC de Hepatologia da SPSP, e contou com a presença de Regina Sawamura e Irene Kasue Miura, respectivamente secretária e presidente do DC de Hepatologia da SPSP. Os tópicos das palestras englobaram: Criança Ictérica – como investigar?, Colestase Neonatal – diagnóstico diferencial e Colestase Neonatal e doença metabólica – quando pensar? Ao final da atividade, houve uma sessão de discussão e as palestrantes responderam perguntas do público. A gravação deste Café da Manhã com o Professor estará disponível em até 10 dias depois do evento no portal SPSP Educa (www.spspeduca.org.br). Programação 09h00 – 12h00 – Mesa redonda: Colestase NeonatalCoordenador e Moderação da mesa: Dra. Nancy Therezinha B. Cordovani 09h00 – 09h05 – AberturaDra. Nancy Theresinha B. Cordovani 09h05 – 09h40 – Criança Ictérica – como investigar?Dra. Adriana Maria Alves De Tommaso 09h40 – 10h10 – Colestase Neonatal – diagnóstico diferencialDra. Regina Sawamura 10h10 – 10h40 – Colestase Neonatal e doença metabólica – quando pensar? Dra. Irene Kasue Miura 10h40 – 12h00 – Discussão e perguntas Dra. Nancy Therezinha B. CordovaniSecretária do DC de Hepatologia da SPSPProfessora e médica assistente aposentada da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, do Departamento de Pediatria e Puericultura, do Setor de Gastroenterologia e Hepatologia Pediátrica e do Programa de Transplante de Órgãos da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo Dra. Adriana Maria Alves De TommasoPresidente do Departamento de Hepatologia da SPSPMédica Assistente do Serviço de Gastroenterologia e Hepatologia Pediátrica do HC/UNICAMP e do Serviço de Transplante Hepático Pediátrico do Gastrocentro/ UNICAMP Dra. Regina SawamuraVice-presidente do DC de Hepatologia da SPSPProfessora Doutora do Departamento de Puericultura e Pediatria FMRP-USP, Divisão de Gastroenterologia e Hepatologia Pediátrica Dra. Irene Kasue MiuraDoutora em Pediatria pela FMUPMédica do Grupo de Hepatologia e Transplante Hepático do Hospital Menino Jesus e Sírio Libanês e Samaritano Higienópolis]]>

Em 20 de setembro, foi realizado o Café da Manhã com o Professor – Colestase Neonatal, transmitido ao vivo, pela plataforma Zoom da SPSP. Organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Departamento Científico (DC) de Hepatologia, o evento foi direcionado a pediatras e médicos de família/generalistas que trabalham com puericultura nos serviços públicos., teve por objetivo capacitar os médicos que trabalham com puericultura e neonatos.

O Café da Manhã, que teve por objetivo capacitar os médicos que atuam com puericultura e neonatos, foi coordenado por Adriana Maria Alves De Tommaso e moderado por Nancy Therezinha B. Cordovani, ambas membros do DC de Hepatologia da SPSP, e contou com a presença de Regina Sawamura e Irene Kasue Miura, respectivamente secretária e presidente do DC de Hepatologia da SPSP.

Os tópicos das palestras englobaram: Criança Ictérica – como investigar?Colestase Neonatal – diagnóstico diferencial e Colestase Neonatal e doença metabólica – quando pensar? Ao final da atividade, houve uma sessão de discussão e as palestrantes responderam perguntas do público.

A gravação deste Café da Manhã com o Professor estará disponível em até 10 dias depois do evento no portal SPSP Educa (www.spspeduca.org.br).

Programação
09h00 – 12h00 – Mesa redonda: Colestase Neonatal
Coordenador e Moderação da mesa: Dra. Nancy Therezinha B. Cordovani
09h00 – 09h05 – Abertura
Dra. Nancy Theresinha B. Cordovani
09h05 – 09h40 – Criança Ictérica – como investigar?
Dra. Adriana Maria Alves De Tommaso
09h40 – 10h10 – Colestase Neonatal – diagnóstico diferencial
Dra. Regina Sawamura
10h10 – 10h40 – Colestase Neonatal e doença metabólica – quando pensar?
Dra. Irene Kasue Miura
10h40 – 12h00 – Discussão e perguntas


Dra. Nancy Therezinha B. Cordovani
Secretária do DC de Hepatologia da SPSP
Professora e médica assistente aposentada da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, do Departamento de Pediatria e Puericultura, do Setor de Gastroenterologia e Hepatologia Pediátrica e do Programa de Transplante de Órgãos da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo

Dra. Adriana Maria Alves De Tommaso
Presidente do Departamento de Hepatologia da SPSP
Médica Assistente do Serviço de Gastroenterologia e Hepatologia Pediátrica do HC/UNICAMP e do Serviço de Transplante Hepático Pediátrico do Gastrocentro/ UNICAMP

Dra. Regina Sawamura
Vice-presidente do DC de Hepatologia da SPSP
Professora Doutora do Departamento de Puericultura e Pediatria FMRP-USP, Divisão de Gastroenterologia e Hepatologia Pediátrica

Dra. Irene Kasue Miura
Doutora em Pediatria pela FMUP
Médica do Grupo de Hepatologia e Transplante Hepático do Hospital Menino Jesus e Sírio Libanês e Samaritano Higienópolis

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Pediatra Atualize-se: Hepatologia na Pediatria https://spsp.org.br/pediatra-atualize-se-hepatologia-na-pediatria/ Mon, 30 Jun 2025 18:49:29 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=52041 A terceira edição de 2025 do Pediatra Atualize-se tem como tema principal a Hepatologia na Pediatria. Os assuntos abordados são doença hepática gordurosa não alcoólica]]>
Texto divulgado em 30/06/25

A terceira edição de 2025 do Pediatra Atualize-se tem como tema principal a Hepatologia na Pediatria. Os assuntos abordados são doença hepática gordurosa não alcoólica, lesão hepática induzida por drogas e insuficiência hepática aguda. O conteúdo foi elaborado pelo Departamento Científico de Hepatologia da SPSP.

 
 
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Encontro com o Especialista – Doença Celíaca – Maio Mês de Conscientização sobre a Doença https://spsp.org.br/encontro-com-o-especialista-doenca-celiaca-maio-mes-de-conscientizacao-sobre-a-doenca/ Sat, 31 May 2025 10:00:00 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=51290 Realizado: 31 de maio de 2025 Realização: SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo Organização: Diretoria de Cursos e Eventos e DC de Gastroenterologia e Hepatologia da SPSP Coordenação: Dra. Vera Lucia Sdepanian Público-alvo: Pediatras, Gastropediatras Objetivo: Atualizar sobre quando pensar no diagnóstico de doença celíaca. Programação 10h30 – 12h00 – Mesa – Doença CelíacaCoordenação e Moderação: Dra. Vera Lucia Sdepanian 10h30 – 11h05 – Doença Celíaca – quando pensar e como diagnosticar.Dra. Vera Lucia Sdepanian 11h05 – 11h40 – Doença Celíaca – manifestações hepatobiliaresDra. Adriana Maria Alves de Tommaso 11h40 – 12h00 – Considerações finais e respostas às perguntas do chat Dra. Adriana Maria Alves de TommasoPresidente do Departamento Científico de Hepatologia da SPSPMédica Assistente da Disciplina de Gastroenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica / FCM/UNICAMP ]]>

Realizado: 31 de maio de 2025

Realização: SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo

Organização: Diretoria de Cursos e Eventos e DC de Gastroenterologia e Hepatologia da SPSP

Coordenação: Dra. Vera Lucia Sdepanian

Público-alvo: Pediatras, Gastropediatras

Objetivo: Atualizar sobre quando pensar no diagnóstico de doença celíaca.

Programação
10h30 – 12h00 – Mesa – Doença Celíaca
Coordenação e Moderação: Dra. Vera Lucia Sdepanian
10h30 – 11h05 – Doença Celíaca – quando pensar e como diagnosticar.
Dra. Vera Lucia Sdepanian
11h05 – 11h40 – Doença Celíaca – manifestações hepatobiliares
Dra. Adriana Maria Alves de Tommaso
11h40 – 12h00 – Considerações finais e respostas às perguntas do chat

Dra. Adriana Maria Alves de Tommaso
Presidente do Departamento Científico de Hepatologia da SPSP
Médica Assistente da Disciplina de Gastroenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica / FCM/UNICAMP
 

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Pediatra Atualize-se: Temas em Hepatologia Pediátrica – o que o pediatra deve saber https://spsp.org.br/pediatra-atualize-se-temas-em-hepatologia-pediatrica-o-que-o-pediatra-deve-saber/ Tue, 03 Dec 2024 13:38:52 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=49306 A edição do Pediatra Atualize-se tem como tema principal a Hepatologia Pediátrica.]]>

Texto divulgado em 03/12/2024


A edição de novembro/dezembro do Pediatra Atualize-se tem como tema principal a Hepatologia Pediátrica. Os assuntos abordados nesta edição são colestase neonatal, alerta amarelo e transplante hepático na criança. doença de Wilson e doença metabólica: quando pensar? O conteúdo foi elaborado pelo Departamento Científico de Hepatologia da SPSP.

 

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Setembro Verde – Doação de Órgãos https://spsp.org.br/setembro-verde-doacao-de-orgaos/ Fri, 27 Sep 2024 15:37:09 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=48172 Setembro é o mês de conscientização e incentivo à doação de órgãos e no dia 27 é celebrado o Dia Nacional da Doação de Órgãos, criado pela lei 11.584/2007, com o objetivo]]>

Setembro é o mês de conscientização e incentivo à doação de órgãos e no dia 27 é celebrado o Dia Nacional da Doação de Órgãos, criado pela lei 11.584/2007, com o objetivo de conscientizar a sociedade brasileira sobre a importância da doação de órgãos e de tecidos.

A doação de órgãos é um ato por meio do qual podem ser retirados órgãos ou tecidos de uma pessoa viva ou falecida (doadores) para serem utilizados no tratamento de outras pessoas (receptores), com a finalidade de restabelecer as funções de um órgão ou tecido doente.

A pessoa que esteja precisando de um órgão ou tecido o receberá por meio da realização de um procedimento chamado transplante. O transplante é um procedimento cirúrgico em que um órgão ou tecido presente na pessoa doente (receptor) é substituído por um órgão ou tecido sadio proveniente de um doador. Os órgãos que podem ser doados são rins, fígado, coração, pulmões, pâncreas, intestino, córneas, valvas cardíacas, pele, ossos e tendões. Com isso, inúmeras pessoas podem ser beneficiadas com os órgãos e tecidos provenientes de um mesmo doador. Em relação ao fígado, por meio de uma técnica chamada “split liver”, o mesmo órgão pode ser usado por dois receptores diferentes. Na maioria das vezes, o transplante pode ser a única esperança de vida ou a oportunidade de um recomeço para as pessoas que precisam da doação. Todos os anos, milhares de vidas são salvas por meio desse gesto.

Você sabia que o Brasil é referência mundial na área de transplantes e possui o maior sistema público de transplantes do mundo? Em números absolutos, o Brasil é o 2º maior transplantador do mundo, atrás apenas dos EUA. A rede pública de saúde fornece assistência integral e gratuita, incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos para o pós-transplante.

Apesar disso, a lista de espera por órgãos e tecidos ainda é grande. O principal obstáculo a ser vencido é encontrar pessoas dispostas a doar. Muitas famílias, no entanto, segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), dizem “não” à doação e, consequentemente, deixam de ajudar outras. E quando a doação envolve crianças e adolescentes, as famílias ficam mais ressentidas em autorizar. É preciso que a população se conscientize da importância do ato de doar um órgão.

Muitas pessoas têm dúvidas sobre o diagnóstico de morte encefálica. Morte encefálica é a parada definitiva e irreversível do encéfalo, provocando em poucos minutos a falência de todo o organismo. O encéfalo é responsável pelas funções essenciais do organismo, como o controle da pressão, da temperatura e da respiração, entre outras. Quando constatada a morte encefálica, significa que a pessoa está morta e que, nessa situação, os órgãos podem ser doados para transplante, se a família consentir. O diagnóstico de morte encefálica é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina. Dois médicos diferentes examinam o paciente, sempre com a comprovação de um exame complementar, que é interpretado por um terceiro médico.

No Brasil, a doação de órgãos e tecidos só será realizada após a autorização familiar. Se você deseja ser doador de órgãos e tecidos, a primeira coisa a fazer é avisar sua família sobre a sua vontade. A doação de órgãos é um ato de amor, pois pode salvar vidas.

Essas e outras informações, bem como histórias de amor e superação, você pode ver acessando o site https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/snt

 

Relatora:

Adriana M. A. de Tommaso
Médica Assistente do Serviço de Gastroenterologia e Hepatologia da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP.
Médica Assistente do Serviço de Transplante Hepático Pediátrico do Gastrocentro/UNICAMP.
Presidente do Departamento Científico de Hepatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo

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Jornal da Tarde (TV Cultura) – Vacinação infantil contra hepatite B atinge menor índice dos últimos anos, com Maria Angela Bellomo https://spsp.org.br/jornal-da-tarde-tv-cultura-vacinacao-infantil-contra-hepatite-b-atinge-menor-indice-dos-ultimos-anos-com-maria-angela-bellomo/ Wed, 15 Mar 2023 13:18:40 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=36545 Veículo: Jornal da Tarde (TV Cultura)

Data: 15/03/2023

A hepatologista pediátrica Maria Angela Bellomo, membro do Departamento Científico de Hepatologia da SPSP, foi entrevistada pelo Jornal da Tarde, da TV Cultura, em que abordou a vacinação infantil contra a hepatite B, que atingiu o menor índice dos últimos anos. A médica ressaltou que a doença não tem cura e, portanto, o único recurso disponível para proteger as crianças é a vacinação. O esquema vacinal contra a hepatite B consiste em quatro doses: ao nascer e depois aos 2, 4 e 6 meses de vida. A matéria aponta que, em 2021, o Brasil fechou o ano com 76% de crianças menores de um ano imunizadas, ou seja, uma a cada quatro estava desprotegida.

Assista à entrevista: 

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Café da Manhã com o Professor – Atualização em Hepatologia Pediátrica https://spsp.org.br/cafe-da-manha-com-o-professor-atualizacao-em-hepatologia-pediatrica-zoom/ Sat, 12 Nov 2022 13:31:00 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=34613 No dia 12 de novembro foi realizado ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, o Café da Manhã com o Professor, em que foi abordado o tema Atualização em Hepatologia Pediátrica. O evento, direcionado a pediatras e gastropediatras, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e DC de Hepatologia da SPSP, e contou com cerca de 32 participantes. O objetivo foi promover uma atualização em temas importantes da hepatologia pediátrica. Coordenado por Adriana Maria Alves de Tommaso, presidente do DC de Hepatologia da SPSP, o Café da Manhã teve a participação de Regina Sawamura, vice-presidente do DC de Hepatologia da SPSP; Irene Kazue Miura, médica do Grupo de Hepatologia e Transplante Hepático do Hospital Menino Jesus e Sírio Libanês; Elisa de Carvalho, chefe do Serviço de Gastroenterologia e Hepatologia do Hospital da Criança de Brasília – HCB; Maria Ângela B. Brandão, professora associada do Departamento de Pediatria e da Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescente da FCM/UNICAMP; e Gilda Porta, médica do Grupo de Hepatologia e Transplante Hepático do Hospital Menino Jesus e Sírio Libanês. Os tópicos apresentados englobaram: Colestase; Bebê Ictérico – e agora?; Atresia de Vias Biliares; Estudo Genético e Colestase; Investigação de Hipertransminasemia; Hepatite Autoimune – o que há de novo? A gravação deste Café da Manhã com o Professor estará disponível a partir do dia 18/11/2022 no portal SPSP Educa (www.spspeduca.org.br).                                                                            Programação Mesa redonda – Colestase  Moderadora: Dra. Regina Sawamura Bebê Ictérico – e agora?Dra. Adriana Maria A. De Tommaso Atresia de Vias BiliaresDra. Irene Kazue Miura   Estudo Genético e ColestaseDra. Elisa de Carvalho Dúvidas Investigação de HipertransminasemiaDra. Maria Ângela B. Brandão Hepatite Autoimune – o que há de novo?Dra. Gilda Porta Dúvidas Dra. Regina SawamuraProfessora Doutora Chefe da Divisão de Gastroenterologia e Hepatologia Pediátrica da FMRP/USPVice-Presidente do Departamento Científico de Hepatologia da SPSP Adriana Maria A. De TommasoDoutora em Saúde da Criança e do Adolescente pela FCM/UNICAMPMédica Assistente da Disciplina de Gastroenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica / FCM/UNICAMPPresidente do Departamento Científico de Hepatologia da SPSPMembro do Departamento Científico de Hepatologia da SBP  Dra. Irene Kasue MiuraDoutora em Pediatria Universidade de São PauloProfessora livre Docente em Pediatria pela FMUSPMédica do Grupo de Hepatologia e Transplante Hepático do Hospital Menino Jesus e Sírio LibanêsSecretária do Departamento de Hepatologia da SBP Dra. Elisa de CarvalhoDoutora e Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade de BrasíliaEspecialista em Pediatria pela SBP e AMBEspecialista em Gastroenterologia Pediátrica pela SBP e AMBChefe do Serviço de Gastroenterologia e Hepatologia do Hospital da Criança de Brasília – HCB Dra. Maria Ângela B. Brandão Mestre, Doutora e Livre Docente em Gastroenterologia PediátricaProfessora Associada do Departamento de Pediatria e da Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescente da FCM/UNICAMP Dra. Gilda PortaProfessora livre Docente em Pediatria pela USPMédica do Grupo de Hepatologia e Transplante Hepático do Hospital Menino Jesus e Sírio LibanêsPresidente do Departamento de Hepatologia da SBP]]>

No dia 12 de novembro foi realizado ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, o Café da Manhã com o Professor, em que foi abordado o tema Atualização em Hepatologia Pediátrica. O evento, direcionado a pediatras e gastropediatras, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e DC de Hepatologia da SPSP, e contou com cerca de 32 participantes. O objetivo foi promover uma atualização em temas importantes da hepatologia pediátrica.

Coordenado por Adriana Maria Alves de Tommaso, presidente do DC de Hepatologia da SPSP, o Café da Manhã teve a participação de Regina Sawamura, vice-presidente do DC de Hepatologia da SPSP; Irene Kazue Miura, médica do Grupo de Hepatologia e Transplante Hepático do Hospital Menino Jesus e Sírio Libanês; Elisa de Carvalho, chefe do Serviço de Gastroenterologia e Hepatologia do Hospital da Criança de Brasília – HCB; Maria Ângela B. Brandão, professora associada do Departamento de Pediatria e da Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescente da FCM/UNICAMP; e Gilda Porta, médica do Grupo de Hepatologia e Transplante Hepático do Hospital Menino Jesus e Sírio Libanês.

Os tópicos apresentados englobaram: Colestase; Bebê Ictérico – e agora?; Atresia de Vias Biliares; Estudo Genético e Colestase; Investigação de Hipertransminasemia; Hepatite Autoimune – o que há de novo?

A gravação deste Café da Manhã com o Professor estará disponível a partir do dia 18/11/2022 no portal SPSP Educa (www.spspeduca.org.br).


                                                                           Programação

Mesa redonda – Colestase  
Moderadora: Dra. Regina Sawamura
Bebê Ictérico – e agora?
Dra. Adriana Maria A. De Tommaso
Atresia de Vias Biliares
Dra. Irene Kazue Miura  
Estudo Genético e Colestase
Dra. Elisa de Carvalho
Dúvidas
Investigação de Hipertransminasemia
Dra. Maria Ângela B. Brandão
Hepatite Autoimune – o que há de novo?
Dra. Gilda Porta
Dúvidas


Dra. Regina Sawamura
Professora Doutora Chefe da Divisão de Gastroenterologia e Hepatologia Pediátrica da FMRP/USP
Vice-Presidente do Departamento Científico de Hepatologia da SPSP

Adriana Maria A. De Tommaso
Doutora em Saúde da Criança e do Adolescente pela FCM/UNICAMP
Médica Assistente da Disciplina de Gastroenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica / FCM/UNICAMP
Presidente do Departamento Científico de Hepatologia da SPSP
Membro do Departamento Científico de Hepatologia da SBP 

Dra. Irene Kasue Miura
Doutora em Pediatria Universidade de São Paulo
Professora livre Docente em Pediatria pela FMUSP
Médica do Grupo de Hepatologia e Transplante Hepático do Hospital Menino Jesus e Sírio Libanês
Secretária do Departamento de Hepatologia da SBP

Dra. Elisa de Carvalho
Doutora e Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade de Brasília
Especialista em Pediatria pela SBP e AMB
Especialista em Gastroenterologia Pediátrica pela SBP e AMB
Chefe do Serviço de Gastroenterologia e Hepatologia do Hospital da Criança de Brasília – HCB

Dra. Maria Ângela B. Brandão

Mestre, Doutora e Livre Docente em Gastroenterologia Pediátrica
Professora Associada do Departamento de Pediatria e da Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescente da FCM/UNICAMP

Dra. Gilda Porta
Professora livre Docente em Pediatria pela USP
Médica do Grupo de Hepatologia e Transplante Hepático do Hospital Menino Jesus e Sírio Libanês
Presidente do Departamento de Hepatologia da SBP

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