Doc. Científico – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Tue, 09 Apr 2024 18:44:49 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png Doc. Científico – SPSP https://spsp.org.br 32 32 Fascículo 102 de Recomendações tem artigos de Dermatologia, Cuidados Domiciliares e Nefrologia https://spsp.org.br/fasciculo-102-de-recomendacoes-tem-artigos-de-dermatologia-cuidados-domiciliares-e-nefrologia/ Mon, 08 Apr 2024 19:26:32 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=44938 A edição 102 de Recomendações já está disponível no portal da SPSP para download]]>

Texto divulgado em 08/04/24


A edição 102 de Recomendações já está disponível no portal da SPSP para download. No primeiro artigo, o Departamento Científico (DC) de Dermatologia aborda a hidratação da pele do recém-nascido. O segundo texto tem como tema cuidados para condições crônicas complexas de saúde, do DC de Cuidados Domiciliares. Por fim, o DC de Nefrologia destaca o edema: quando pensar em causas renais?

Os fascículos Recomendações são coordenados pela Diretoria de Publicações da SPSP. Os artigos são elaborados pelos Departamentos Científicos, Grupos de Trabalho e Núcleos de Estudo da SPSP e têm por objetivo promover atualização contínua sobre temas específicos nas diversas áreas de atuação da Pediatria.

A publicação conta com o apoio da Libbs Farmacêutica.

 

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Pediatra Atualize-se: Cuidados Paliativos na Pediatria – MAI/JUN https://spsp.org.br/pediatra-atualize-se-cuidados-paliativos-na-pediatria/ Tue, 02 May 2023 13:43:20 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=37216 A edição do boletim Pediatra Atualize-se tem como tema principal os cuidados paliativos na pediatria.]]>

Texto divulgado em 02/05/23


A edição de maio/junho do boletim Pediatra Atualize-se tem como tema principal os cuidados paliativos na pediatria. Os assuntos abordados nesta edição são a criança com paralisia cerebral e o quadril de risco, como contar aos pais que a criança tem uma doença grave? e como integrar cuidados paliativos em UTIs pediátricas. O conteúdo foi elaborado pelo Núcleo de Estudos de Cuidados Paliativos e Dor.

 

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Fascículo 96 de Recomendações tem artigos de Dermatologia, Oncologia e Nefrologia https://spsp.org.br/fasciculo-96-de-recomendacoes-tem-artigos-de-dermatologia-oncologia-e-nefrologia/ Fri, 17 Dec 2021 16:33:48 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=30803 Conta com DC Dermatologia, Oncologia, Nefrologia]]>

Sociedade de Pediatria de São Paulo
Texto divulgado em 17/12/2021


A edição número 96 de Recomendações já está disponível para download. O primeiro artigo, do Departamento Científico (DC) de Dermatologia, aborda a importância da hidratação da pele do recém-nascido. O segundo texto fala sobre a vacinação da criança com câncer, escrito pelo DC de Oncologia. A publicação traz, ainda, artigo do DC de Nefrologia sobre diagnóstico e investigação da proteinúria.

Os fascículos Recomendações são coordenados pela Diretoria de Publicações da SPSP. Os artigos são elaborados pelos Departamentos Científicos, Grupos de Trabalho e Núcleos de Estudo da SPSP e visam a atualização contínua sobre temas específicos nas diversas áreas de atuação da Pediatria.

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Fascículo Recomendações 93 – setembro 2020 https://spsp.org.br/fasciculo-recomendacoes-93-setembro-2020/ Wed, 16 Dec 2020 19:59:35 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=25803 A edição 93 de Recomendações tem artigos de Dermatologia, Suporte Nutricional e Genética]]>

Sociedade de Pediatria de São Paulo
Texto divulgado em 16/12/2020


A edição número 93 de Recomendações já está disponível para download. O primeiro artigo, do Departamento Científico (DC) de Dermatologia, fala sobre a hidratação proativa como prevenção da dermatite atópica. O segundo texto aborda a triagem nutricional em Pediatria, pelo DC de Suporte Nutricional. A publicação traz, ainda, o artigo sobre síndrome de Edwards: trissomia do cromossomo 18, elaborado pelo DC de Genética.

Os fascículos Recomendações são coordenados pela Diretoria de Publicações da SPSP. Os artigos são elaborados pelos Departamentos Científicos, Grupos de Trabalho e Núcleos de Estudo da SPSP e visam a atualização contínua sobre temas específicos nas diversas áreas de atuação da Pediatria.

A publicação conta com o apoio da Libbs Farmacêutica.
 
 
 
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Janeiro Bronze – Vitamina D e fotoproteção https://spsp.org.br/vitamina-d-e-fotoprotecao/ Wed, 18 Dec 2019 13:20:53 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=13591 SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo Texto  divulgado em 18/12/2019 O papel da vitamina D na prevenção de raquitismo e osteoporose é muito bem estabelecido.1,2 Mais recentemente, a deficiência de vitamina D tem sido associada a outras doenças, como distúrbios imunológicos, metabólicos e neoplasias malignas, porém esses achados ainda são controversos.2-4 A radiação ultravioleta B (UVB) compreende 5-10% de todo o espectro de radiação ultravioleta (UV) que atinge a superfície da terra, sendo a responsável pela síntese de vitamina D3 pela pele.2 Entretanto, a exposição à radiação UV também está associada a potenciais efeitos nocivos, como queimadura solar, fotoenvelhecimento e fotocarcionogênese. Neoplasias malignas da pele, como o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma têm como principal fator de risco para seu desenvolvimento a exposição solar na infância e na adolescência, sobretudo à radiação UVB.5 A incidência mundial elevada de hipovitaminose D gerou debates sobre a importância da exposição solar para atender às necessidades preconizadas. Ao mesmo tempo, os benefícios do uso regular de protetores solares são bem estabelecidos, sobretudo para prevenir os potenciais efeitos nocivos causados pela exposição à radiação UV. No entanto, há preocupações se seu uso poderia interferir na produção de vitamina D pela pele.2 Importância da Vitamina D A vitamina D é um pré-hormônio com participação no metabolismo do cálcio e do fósforo. Sua deficiência, em crianças, está associada ao desenvolvimento de raquitismo.6 Vários estudos têm sugerido outras possíveis ligações da deficiência de vitamina D, como doenças infecciosas, autoimunes, diabetes mellitus tipo 1 e 2, doenças cardiovasculares, doença mental e neoplasias. Entretanto, essas outras associações ainda são controversas.2-4 Fontes de vitamina D A principal fonte de vitamina D é a produção, por meio da absorção da radiação UVB a partir da pele. Após metabolização no fígado e nos rins, há formação do metabólito mais ativo, a 1,25 diidroxivitamina D ou cacitriol, responsável por estimular a absorção de cálcio e fosfato pelo intestino. Vários fatores influenciam a síntese de vitamina D a partir do 7-de-hidrocolesterol na pele, sendo tanto intrínsecos – relacionados ao indivíduo – como extrínsecos. Os seguintes fatores são exemplos que estão associados à redução da síntese de vitamina D pela pele: aumento da latitude, menor altitude, fototipo de pele mais alto, pele mais bronzeada, diminuição da concentração de 7-de-hidrocolesterol na pele (idosos, vítimas de queimaduras), cobertura da pele por roupas, aumento da distância do tempo em relação ao meio-dia (início da manhã, final da tarde), uso de protetor solar. Outra fonte de vitamina D é a alimentação, sendo fontes mais significativas os peixes de água fria (como salmão, atum, sardinha e cavala), gema de ovo e cogumelos.1,2,7 Vitamina D: avaliação e para quem solicitar A avaliação da vitamina D é realizada por meio da dosagem sérica de 25-OH-vitamina D (colecalciferol, calciferol, vitamina D3). Recomenda-se, habitualmente, jejum de 3 horas para realização do exame. Não há consenso sobre a definição do ponto de corte para deficiência de vitamina D. Os critérios mais utilizados estabelecem a hipovitaminose D utilizando diferentes valores, como menor que 12 e menor que 20ng/ml.6,8,9 Não se recomenda a dosagem de vitamina D para a população em geral, mas somente para indivíduos com risco de desenvolver hipovitaminose D, tais como: suspeita de raquitismo, obesidade, alergia à proteína do leite de vaca, dieta vegetariana ou vegana, síndromes de má-absorção (como fibrose cística, doença inflamatória intestinal e doença celíaca), insuficiência renal ou hepática, uso de drogas que interfiram no metabolismo da vitamina D (como anticonvulsivantes, corticoides, antifúngicos) e regime de fotoproteção rigorosa.10 Fotoproteção e vitamina D Estudos em ambientes controlados demonstram que o uso de protetor solar reduz a produção de vitamina D.11-13 Entretanto, o uso de protetor solar, da forma como geralmente é feita pela maioria das pessoas, não costuma interferir na produção de vitamina D pela pele. Acredita-se que isto ocorra porque os indivíduos, usualmente, utilizam quantidade de protetor solar em menor quantidade do que a recomendada, além de não reaplicarem com a frequência necessária. Outros autores sugerem, ainda, que os indivíduos que utilizam regularmente protetor solar costumam se expor mais à radiação solar.14-16 Recomendações Considerando-se os riscos relacionados à exposição solar para a pele, sobretudo na infância, não se recomenda exposição solar intencional ao sol com o objetivo de produção de vitamina D. Em casos de deficiência de vitamina D, a opção segura de tratamento é a suplementação por via oral.2,7 Em menores de seis meses de idade, deve-se evitar exposição intencional ao sol. Em situações de exposição, orienta-se buscar lugares com sombra, vestir os bebês com roupas compridas e utilizar chapéus. Recomenda-se uso de protetor solar para todas as crianças acima de seis meses de idade. O produto deve ter proteção de amplo espectro (contra UVB e UVA), FPS de no mínimo 30 e deve ser de uso infantil. Deve-se aplicar o protetor solar (em quantidade generosa) pelo menos 15 minutos antes da exposição solar e reaplicá-lo a cada duas horas ou antes, caso haja maior transpiração ou imersão na água. Além disso, é indicado ainda que se evite exposição solar intencional ao sol das 10h às 15h e que as crianças utilizem medidas de proteção solar adicionais, como roupas confortáveis, de tecido com trama apertada e, se possível, com tratamento que aumente o fator de proteção ultravioleta (FPU); além de chapéus de aba larga e circular e óculos de sol com adequada proteção contra a radiação ultravioleta.7 Relatores Luciana de Paula Samorano Selma Hélène Departamento de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo   Referências Holick MF. Vitamin D deficiency. N Engl J Med. 2007;357:266-81. Passeron T, Bouillon R, Callender V, Cestari T, Diepgen TL, Green AC, et al. Sunscreen photoprotection and vitamin D status. Br J Dermatol. 2019;181:916-31. Autier P, Mullie P, Macacu A, Dragomir M, Boniol M, Coppens K, et al. Effect of vitamin D supplementation on non-skeletal disorders: a systematic review of meta-analyses and randomised trials. Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5:986-1004. Manson JE, Cook NR, Lee IM, Christen W, Bassuk SS, Mora S, et al. Vitamin D supplements and prevention of cancer and cardiovascular...]]>

SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo
Texto  divulgado em 18/12/2019

O papel da vitamina D na prevenção de raquitismo e osteoporose é muito bem estabelecido.1,2 Mais recentemente, a deficiência de vitamina D tem sido associada a outras doenças, como distúrbios imunológicos, metabólicos e neoplasias malignas, porém esses achados ainda são controversos.2-4

A radiação ultravioleta B (UVB) compreende 5-10% de todo o espectro de radiação ultravioleta (UV) que atinge a superfície da terra, sendo a responsável pela síntese de vitamina D3 pela pele.2 Entretanto, a exposição à radiação UV também está associada a potenciais efeitos nocivos, como queimadura solar, fotoenvelhecimento e fotocarcionogênese. Neoplasias malignas da pele, como o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma têm como principal fator de risco para seu desenvolvimento a exposição solar na infância e na adolescência, sobretudo à radiação UVB.5

A incidência mundial elevada de hipovitaminose D gerou debates sobre a importância da exposição solar para atender às necessidades preconizadas. Ao mesmo tempo, os benefícios do uso regular de protetores solares são bem estabelecidos, sobretudo para prevenir os potenciais efeitos nocivos causados pela exposição à radiação UV. No entanto, há preocupações se seu uso poderia interferir na produção de vitamina D pela pele.2

Importância da Vitamina D

A vitamina D é um pré-hormônio com participação no metabolismo do cálcio e do fósforo. Sua deficiência, em crianças, está associada ao desenvolvimento de raquitismo.6 Vários estudos têm sugerido outras possíveis ligações da deficiência de vitamina D, como doenças infecciosas, autoimunes, diabetes mellitus tipo 1 e 2, doenças cardiovasculares, doença mental e neoplasias. Entretanto, essas outras associações ainda são controversas.2-4

Fontes de vitamina D

A principal fonte de vitamina D é a produção, por meio da absorção da radiação UVB a partir da pele. Após metabolização no fígado e nos rins, há formação do metabólito mais ativo, a 1,25 diidroxivitamina D ou cacitriol, responsável por estimular a absorção de cálcio e fosfato pelo intestino.

Vários fatores influenciam a síntese de vitamina D a partir do 7-de-hidrocolesterol na pele, sendo tanto intrínsecos – relacionados ao indivíduo – como extrínsecos. Os seguintes fatores são exemplos que estão associados à redução da síntese de vitamina D pela pele: aumento da latitude, menor altitude, fototipo de pele mais alto, pele mais bronzeada, diminuição da concentração de 7-de-hidrocolesterol na pele (idosos, vítimas de queimaduras), cobertura da pele por roupas, aumento da distância do tempo em relação ao meio-dia (início da manhã, final da tarde), uso de protetor solar.

Outra fonte de vitamina D é a alimentação, sendo fontes mais significativas os peixes de água fria (como salmão, atum, sardinha e cavala), gema de ovo e cogumelos.1,2,7

Vitamina D: avaliação e para quem solicitar

A avaliação da vitamina D é realizada por meio da dosagem sérica de 25-OH-vitamina D (colecalciferol, calciferol, vitamina D3). Recomenda-se, habitualmente, jejum de 3 horas para realização do exame.

Não há consenso sobre a definição do ponto de corte para deficiência de vitamina D. Os critérios mais utilizados estabelecem a hipovitaminose D utilizando diferentes valores, como menor que 12 e menor que 20ng/ml.6,8,9

Não se recomenda a dosagem de vitamina D para a população em geral, mas somente para indivíduos com risco de desenvolver hipovitaminose D, tais como: suspeita de raquitismo, obesidade, alergia à proteína do leite de vaca, dieta vegetariana ou vegana, síndromes de má-absorção (como fibrose cística, doença inflamatória intestinal e doença celíaca), insuficiência renal ou hepática, uso de drogas que interfiram no metabolismo da vitamina D (como anticonvulsivantes, corticoides, antifúngicos) e regime de fotoproteção rigorosa.10

Fotoproteção e vitamina D

Estudos em ambientes controlados demonstram que o uso de protetor solar reduz a produção de vitamina D.11-13 Entretanto, o uso de protetor solar, da forma como geralmente é feita pela maioria das pessoas, não costuma interferir na produção de vitamina D pela pele.

Acredita-se que isto ocorra porque os indivíduos, usualmente, utilizam quantidade de protetor solar em menor quantidade do que a recomendada, além de não reaplicarem com a frequência necessária. Outros autores sugerem, ainda, que os indivíduos que utilizam regularmente protetor solar costumam se expor mais à radiação solar.14-16

Recomendações

Considerando-se os riscos relacionados à exposição solar para a pele, sobretudo na infância, não se recomenda exposição solar intencional ao sol com o objetivo de produção de vitamina D.

Em casos de deficiência de vitamina D, a opção segura de tratamento é a suplementação por via oral.2,7

Em menores de seis meses de idade, deve-se evitar exposição intencional ao sol. Em situações de exposição, orienta-se buscar lugares com sombra, vestir os bebês com roupas compridas e utilizar chapéus.

Recomenda-se uso de protetor solar para todas as crianças acima de seis meses de idade. O produto deve ter proteção de amplo espectro (contra UVB e UVA), FPS de no mínimo 30 e deve ser de uso infantil. Deve-se aplicar o protetor solar (em quantidade generosa) pelo menos 15 minutos antes da exposição solar e reaplicá-lo a cada duas horas ou antes, caso haja maior transpiração ou imersão na água.

Além disso, é indicado ainda que se evite exposição solar intencional ao sol das 10h às 15h e que as crianças utilizem medidas de proteção solar adicionais, como roupas confortáveis, de tecido com trama apertada e, se possível, com tratamento que aumente o fator de proteção ultravioleta (FPU); além de chapéus de aba larga e circular e óculos de sol com adequada proteção contra a radiação ultravioleta.7

Relatores
Luciana de Paula Samorano
Selma Hélène
Departamento de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo

 

Referências

  1. Holick MF. Vitamin D deficiency. N Engl J Med. 2007;357:266-81.
  2. Passeron T, Bouillon R, Callender V, Cestari T, Diepgen TL, Green AC, et al. Sunscreen photoprotection and vitamin D status. Br J Dermatol. 2019;181:916-31.
  3. Autier P, Mullie P, Macacu A, Dragomir M, Boniol M, Coppens K, et al. Effect of vitamin D supplementation on non-skeletal disorders: a systematic review of meta-analyses and randomised trials. Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5:986-1004.
  4. Manson JE, Cook NR, Lee IM, Christen W, Bassuk SS, Mora S, et al. Vitamin D supplements and prevention of cancer and cardiovascular disease. N Engl J Med. 2019;380:33-44.
  5. Moan J, Grigalavicius M, Baturaite Z, Dahlback A, Juzeniene A. The relationship between UV exposure and incidence of skin cancer. Photodermatol Photoimmunol Photomed. 2015;31:26-35.
  6. Munns CF, Shaw N, Kiely M, Specker BL, Thacher TD, Ozono K, et al. Global consensus recommendations on prevention and management of nutritional rickets. J Clin Endocrinol Metab. 2016;101:394-415.
  7. Schalka S, Steiner D, Ravelli FN, Steiner T, Terena AC, Marçon CR, et al. Brazilian consensus on photoprotection. An Bras Dermatol. 2014;89:1-74.
  8. Wagner CL, Greer FR; American Academy of Pediatrics Section on Breastfeeding; American Academy of Pediatrics Committee on Nutrition. Prevention of rickets and vitamin D deficiency in infants, children, and adolescents. Pediatrics. 2008;122:1142-52.
  9. Holick MF, Binkley NC, Bischoff-Ferrari HA, Gordon CM, Hanley DA, Heaney RP, et al.  Evaluation, treatment, and prevention of vitamin D deficiency: an Endocrine Society clinical practice guideline. J Clin Endocrinol Metab. 2011;96:1911-30.
  10. Maeda SS, Borba VZ, Camargo MB, Silva DM, Borges JL, Bandeira F, et al. Recommendations of the Brazilian Society of Endocrinology and Metabology (SBEM) for the diagnosis and treatment of hypovitaminosis D. Arq Bras Endocrinol Metabol. 2014;58:411-33.
  11. Matsuoka LY, Ide L, Wortsman J, MacLaughlin JA, Holick MF. Sunscreens suppress cutaneous vitamin D3 synthesis. J Clin Endocrinol Metab. 1987;64:1165-8.
  12. Matsuoka LY, Wortsman J, Hollis BW. Use of topical sunscreen for the evaluation of regional synthesis of vitamin D3. J Am Acad Dermatol. 1990;22:772-5.
  13. Holick MF, Matsuoka LY, Wortsman J. Regular use of sun- screen on vitamin D levels. Arch Dermatol. 1995;131:1337-9
  14. Marks R, Foley PA, Jolley D, Knight KR, Harrison J, Thompson SC.  The effect of regular sunscreen use on vitamin D levels in an Australian population. Results of a randomized controlled trial. Arch Dermatol. 1995;131:415-21.
  15. Bech-Thomsen N, Wulf HC. Sunbathers’ application of sunscreen is probably inadequate to obtain the sun protection factor assigned to the preparation. Photodermatol Photoimmunol Photomed. 1992-1993;9:242-4.
  16. Norval M, Wulf HC. Does chronic sunscreen use reduce vitamin D production to insufficient levels? Br J Dermatol. 2009;161:732-6.
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