Cardiologia – SPSP https://spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Wed, 26 Aug 2026 13:22:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png Cardiologia – SPSP https://spsp.org.br 32 32 Colesterol alto também é coisa de criança: a prevenção começa na infância https://spsp.org.br/colesterol-alto-tambem-e-coisa-de-crianca-a-prevencao-comeca-na-infancia/ Fri, 07 Aug 2026 13:54:13 +0000 https://spsp.org.br/?p=58126 Quando pensamos em colesterol alto, é natural imaginar um problema que aparece apenas na vida adulta. No entanto, essa alteração também pode estar presente na infância e na adolescência, geralmente de forma silenciosa. É justamente por não causar sintomas que o colesterol elevado costuma passar despercebido, tornando o diagnóstico precoce um importante aliado na prevenção das doenças cardiovasculares. O colesterol é uma gordura essencial para o organismo. Ele participa da formação das células, da produção de hormônios e da vitamina D, entre outras funções. O problema surge quando há excesso do colesterol LDL, conhecido como “colesterol ruim”. Ao longo dos anos, esse excesso pode se depositar nas paredes das artérias, favorecendo o desenvolvimento da aterosclerose. Já o HDL, chamado de “colesterol bom”, ajuda a retirar parte dessa gordura da circulação e exerce um efeito protetor. Hoje sabemos que a aterosclerose, responsável por infartos e acidentes vasculares cerebrais na vida adulta, pode começar ainda na infância. Embora os sintomas só apareçam décadas depois, os fatores de risco costumam estar presentes desde cedo. Por isso, cuidar da saúde cardiovascular das crianças significa investir na saúde dos adultos que elas se tornarão. No consultório, é comum que pais e responsáveis se surpreendam quando um exame de sangue revela colesterol elevado em uma criança aparentemente saudável. Afinal, ela brinca, corre, cresce normalmente e não sente absolutamente nada. Diferentemente de muitas doenças, o colesterol alto quase nunca dá sinais de alerta. Na maioria das vezes, ele é descoberto durante uma consulta de rotina ou quando o pediatra investiga um histórico familiar sugestivo. Essa situação é mais frequente do que muitos imaginam. Estima-se que cerca de uma em cada cinco crianças e adolescentes apresente alguma alteração no perfil lipídico. O aumento da obesidade infantil, do sedentarismo e do consumo de alimentos ultraprocessados contribui para esse cenário. Entretanto, nem sempre a alimentação é a principal responsável. Existe uma condição genética chamada hipercolesterolemia familiar, em que a criança já nasce com níveis elevados de colesterol LDL. Nesses casos, mesmo sendo magra, praticando atividade física e mantendo uma alimentação equilibrada, ela pode apresentar colesterol alto. Sem diagnóstico e tratamento adequados, o risco de desenvolver doença cardiovascular precocemente é significativamente maior. Por esse motivo, conhecer o histórico de saúde da família é fundamental. Casos de colesterol muito elevado, infarto ou acidente vascular cerebral em idade precoce podem indicar a necessidade de uma investigação antecipada. Além disso, algumas condições aumentam o risco de alterações no colesterol, como excesso de peso, obesidade, diabetes, hipertensão arterial, doença renal crônica e outras doenças crônicas. Atualmente, recomenda-se que todas as crianças realizem uma avaliação do perfil lipídico entre 9 e 11 anos de idade, repetindo o rastreamento entre 17 e 21 anos. Nos casos em que existem fatores de risco ou história familiar importante, essa investigação pode ser indicada mais cedo, sempre com orientação do pediatra. A recomendação do rastreamento universal existe porque muitas crianças com colesterol elevado não apresentam obesidade, não têm sintomas e sequer possuem um histórico familiar conhecido. Se apenas aquelas consideradas de maior risco fossem investigadas, um número importante de crianças permaneceria sem diagnóstico. Quando uma alteração é identificada, o primeiro passo do tratamento é promover mudanças no estilo de vida. Mais do que restringir alimentos, o objetivo é construir hábitos saudáveis que possam acompanhar a criança por toda a vida. Uma alimentação baseada em alimentos in natura ou minimamente processados, como frutas, verduras, legumes, feijões, cereais integrais, leite e derivados, carnes magras e peixes, deve fazer parte da rotina familiar. Em contrapartida, refrigerantes, bebidas açucaradas, embutidos, salgadinhos, biscoitos recheados, doces e outros alimentos ultraprocessados devem ser consumidos apenas ocasionalmente. A prática regular de atividade física é outro pilar fundamental. Não é preciso que a criança seja atleta: brincar ao ar livre, andar de bicicleta, correr, dançar, nadar ou jogar bola já traz benefícios importantes para o coração. Da mesma forma, reduzir o tempo de telas favorece um estilo de vida mais ativo. Talvez a mensagem mais importante seja que nenhuma criança muda seus hábitos sozinha. Alimentação saudável, atividade física e uma rotina equilibrada são construídas dentro de casa. Quando toda a família participa, as mudanças deixam de ser uma obrigação e passam a fazer parte do dia a dia de forma natural. Em algumas situações, especialmente na hipercolesterolemia familiar, as mudanças no estilo de vida não são suficientes para controlar os níveis de colesterol. Nesses casos, o acompanhamento especializado é essencial para definir o momento adequado de iniciar o tratamento medicamentoso, quando necessário. O Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol, celebrado em 8 de agosto, é uma oportunidade para lembrar que a prevenção das doenças cardiovasculares começa muito antes da vida adulta. Conhecer o histórico familiar, manter consultas regulares com o pediatra, realizar os exames quando indicados e incentivar hábitos saudáveis desde os primeiros anos de vida são atitudes capazes de reduzir significativamente o risco de doenças cardiovasculares no futuro. Cuidar do colesterol na infância vai muito além de evitar um exame alterado. É oferecer às crianças a oportunidade de crescer com mais saúde e construir, desde cedo, um futuro com um coração mais saudável. Relatoras: Natália Tonon DominguesMédica Pediatra e Endocrinologista Pediátrica pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP)Mestrado e Doutorado pela FMB-UNESPMembro dos Departamentos Científicos de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários, Endocrinologia e Nutrição da SPSPMembro do Núcleo de Estudos da Prática de Atividade Física e Esportes da SPSP Lygia Mendes dos Santos BörderMédica Pediatra pela Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP)Mestre em Ciências da Saúde pelo IAMSPE – Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público EstadualVice-Presidente do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da SPSPMembro do Núcleo de Estudos dos Transtornos do Espectro Alcoólico Fetal (TEAF) da SPSP]]>

Quando pensamos em colesterol alto, é natural imaginar um problema que aparece apenas na vida adulta. No entanto, essa alteração também pode estar presente na infância e na adolescência, geralmente de forma silenciosa. É justamente por não causar sintomas que o colesterol elevado costuma passar despercebido, tornando o diagnóstico precoce um importante aliado na prevenção das doenças cardiovasculares.

O colesterol é uma gordura essencial para o organismo. Ele participa da formação das células, da produção de hormônios e da vitamina D, entre outras funções. O problema surge quando há excesso do colesterol LDL, conhecido como “colesterol ruim”. Ao longo dos anos, esse excesso pode se depositar nas paredes das artérias, favorecendo o desenvolvimento da aterosclerose. Já o HDL, chamado de “colesterol bom”, ajuda a retirar parte dessa gordura da circulação e exerce um efeito protetor.

Hoje sabemos que a aterosclerose, responsável por infartos e acidentes vasculares cerebrais na vida adulta, pode começar ainda na infância. Embora os sintomas só apareçam décadas depois, os fatores de risco costumam estar presentes desde cedo. Por isso, cuidar da saúde cardiovascular das crianças significa investir na saúde dos adultos que elas se tornarão.

No consultório, é comum que pais e responsáveis se surpreendam quando um exame de sangue revela colesterol elevado em uma criança aparentemente saudável. Afinal, ela brinca, corre, cresce normalmente e não sente absolutamente nada. Diferentemente de muitas doenças, o colesterol alto quase nunca dá sinais de alerta. Na maioria das vezes, ele é descoberto durante uma consulta de rotina ou quando o pediatra investiga um histórico familiar sugestivo.

Essa situação é mais frequente do que muitos imaginam. Estima-se que cerca de uma em cada cinco crianças e adolescentes apresente alguma alteração no perfil lipídico. O aumento da obesidade infantil, do sedentarismo e do consumo de alimentos ultraprocessados contribui para esse cenário. Entretanto, nem sempre a alimentação é a principal responsável.

Existe uma condição genética chamada hipercolesterolemia familiar, em que a criança já nasce com níveis elevados de colesterol LDL. Nesses casos, mesmo sendo magra, praticando atividade física e mantendo uma alimentação equilibrada, ela pode apresentar colesterol alto. Sem diagnóstico e tratamento adequados, o risco de desenvolver doença cardiovascular precocemente é significativamente maior.

Por esse motivo, conhecer o histórico de saúde da família é fundamental. Casos de colesterol muito elevado, infarto ou acidente vascular cerebral em idade precoce podem indicar a necessidade de uma investigação antecipada. Além disso, algumas condições aumentam o risco de alterações no colesterol, como excesso de peso, obesidade, diabetes, hipertensão arterial, doença renal crônica e outras doenças crônicas.

Atualmente, recomenda-se que todas as crianças realizem uma avaliação do perfil lipídico entre 9 e 11 anos de idade, repetindo o rastreamento entre 17 e 21 anos. Nos casos em que existem fatores de risco ou história familiar importante, essa investigação pode ser indicada mais cedo, sempre com orientação do pediatra.

A recomendação do rastreamento universal existe porque muitas crianças com colesterol elevado não apresentam obesidade, não têm sintomas e sequer possuem um histórico familiar conhecido. Se apenas aquelas consideradas de maior risco fossem investigadas, um número importante de crianças permaneceria sem diagnóstico.

Quando uma alteração é identificada, o primeiro passo do tratamento é promover mudanças no estilo de vida. Mais do que restringir alimentos, o objetivo é construir hábitos saudáveis que possam acompanhar a criança por toda a vida.

Uma alimentação baseada em alimentos in natura ou minimamente processados, como frutas, verduras, legumes, feijões, cereais integrais, leite e derivados, carnes magras e peixes, deve fazer parte da rotina familiar. Em contrapartida, refrigerantes, bebidas açucaradas, embutidos, salgadinhos, biscoitos recheados, doces e outros alimentos ultraprocessados devem ser consumidos apenas ocasionalmente.

A prática regular de atividade física é outro pilar fundamental. Não é preciso que a criança seja atleta: brincar ao ar livre, andar de bicicleta, correr, dançar, nadar ou jogar bola já traz benefícios importantes para o coração. Da mesma forma, reduzir o tempo de telas favorece um estilo de vida mais ativo.

Talvez a mensagem mais importante seja que nenhuma criança muda seus hábitos sozinha. Alimentação saudável, atividade física e uma rotina equilibrada são construídas dentro de casa. Quando toda a família participa, as mudanças deixam de ser uma obrigação e passam a fazer parte do dia a dia de forma natural.

Em algumas situações, especialmente na hipercolesterolemia familiar, as mudanças no estilo de vida não são suficientes para controlar os níveis de colesterol. Nesses casos, o acompanhamento especializado é essencial para definir o momento adequado de iniciar o tratamento medicamentoso, quando necessário.

O Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol, celebrado em 8 de agosto, é uma oportunidade para lembrar que a prevenção das doenças cardiovasculares começa muito antes da vida adulta. Conhecer o histórico familiar, manter consultas regulares com o pediatra, realizar os exames quando indicados e incentivar hábitos saudáveis desde os primeiros anos de vida são atitudes capazes de reduzir significativamente o risco de doenças cardiovasculares no futuro.

Cuidar do colesterol na infância vai muito além de evitar um exame alterado. É oferecer às crianças a oportunidade de crescer com mais saúde e construir, desde cedo, um futuro com um coração mais saudável.

Relatoras:

Natália Tonon Domingues
Médica Pediatra e Endocrinologista Pediátrica pela Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB-UNESP)
Mestrado e Doutorado pela FMB-UNESP
Membro dos Departamentos Científicos de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários, Endocrinologia e Nutrição da SPSP
Membro do Núcleo de Estudos da Prática de Atividade Física e Esportes da SPSP

Lygia Mendes dos Santos Börder
Médica Pediatra pela Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP)
Mestre em Ciências da Saúde pelo IAMSPE – Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual
Vice-Presidente do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da SPSP
Membro do Núcleo de Estudos dos Transtornos do Espectro Alcoólico Fetal (TEAF) da SPSP

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Quando o coração bate mais forte https://spsp.org.br/quando-o-coracao-bate-mais-forte/ Fri, 12 Jun 2026 19:33:11 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=57423 ]]>

O Dia Nacional de Conscientização da Cardiopatia Congênita, celebrado em 12 de junho, representa uma grande oportunidade para ampliar o conhecimento da sociedade e dos profissionais de saúde sobre as doenças cardíacas que acometem as crianças e constituem hoje uma das principais causas de morbimortalidade na infância.

As cardiopatias congênitas compreendem um grupo heterogêneo de alterações anatômicas do coração e dos grandes vasos presentes ao nascimento, variando desde defeitos simples, com pouca repercussão clínica, até malformações complexas, que demandam intervenção cirúrgica ou cateterismo ainda nos primeiros dias de vida. Estima-se que aproximadamente 8 a cada 1.000 nascidos vivos apresentem algum tipo de defeito cardíaco estrutural, o que corresponde a 30.000 novos casos diagnosticados anualmente no Brasil.

No âmbito da assistência perinatal, o diagnóstico pré-natal apresentou grande avanço nas últimas décadas, permitindo o planejamento do parto do bebê em centro que disponha dos recursos iniciais necessários ao tratamento da sua cardiopatia, impactando diretamente no sucesso deste. Ainda nos primeiros dias de vida, o teste do coraçãozinho é um método de rastreamento obrigatório, com alta especificidade e que identifica uma possível cardiopatia crítica através da comparação entre a saturação dos membros superiores e inferiores, indicando a ampliação da investigação.

Além do diagnóstico perinatal, avanços na terapia intensiva neonatal, nas técnicas cirúrgicas e no acompanhamento multiprofissional permitiram um aumento significativo na sobrevida desses pacientes nas últimas décadas e, atualmente, a maioria das crianças com cardiopatia congênita alcança a vida adulta, configurando uma população crescente, que necessita de acompanhamento especializado ao longo de toda a vida.

Além dos aspectos diagnósticos, é importante destacar os impactos emocionais, sociais e econômicos enfrentados pelas crianças e suas famílias. Conviver com uma cardiopatia congênita frequentemente impõe longos períodos de hospitalização, múltiplas intervenções e acompanhamento médico contínuo, exigindo suporte psicológico e assistência multiprofissional. A conscientização da população contribui para reduzir o estigma associado às doenças cardíacas na infância e favorece a inclusão social, escolar e familiar desses pacientes.

Hoje sabemos que, com a terapêutica adequada e seguimento multiprofissional especializado, a grande maioria das crianças cardiopatas pode ter uma vida completa, participando das atividades escolares, esportivas e sociais compatíveis com sua condição, desenvolvendo seu potencial e construindo uma trajetória marcada por autonomia, qualidade de vida e inclusão.

A data também reforça a necessidade de fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde cardiovascular pediátrica. A ampliação do acesso ao diagnóstico fetal, a regionalização da assistência especializada, a qualificação das equipes multiprofissionais e a garantia de seguimento longitudinal são medidas essenciais para reduzir desigualdades e melhorar a qualidade do cuidado oferecido às crianças com cardiopatia congênita em todas as regiões do país.

Mais do que uma data comemorativa, o Dia Nacional de Conscientização da Cardiopatia Congênita é um chamado à ação. Investir em educação, diagnóstico precoce, assistência especializada e pesquisa científica é fundamental para garantir que cada criança com cardiopatia congênita tenha a oportunidade de desenvolver todo o seu potencial e alcançar uma vida saudável e repleta de conquistas.

Divulgar este tema e comemorar cada vitória continua sendo uma das mais poderosas ferramentas para transformar conhecimento em cuidado e esperança em melhores resultados.

 

Relatora:
Ana Paula Damiano
Cardiologista Pediátrica do CAISM – Unicamp

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TV Cultura – Hipertensão na infância e adolescência, com Gustavo Foronda https://spsp.org.br/tv-cultura-hipertensao-na-infancia-e-adolescencia-com-gustavo-foronda/ Wed, 03 Dec 2025 11:55:01 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=54575 Veículo: TV Cultura (Jornal da Tarde)

Data: 03/12/2025

A incidência global de hipertensão arterial entre crianças e adolescentes até os 19 anos dobrou nos últimos 20 anos, passando de 3% para 6%. Hoje, cerca de 114 milhões de jovens convivem com pressão alta no mundo. A respeito desse assunto, o Jornal da Tarde, da TV Cultura, entrevistou Gustavo Foronda, presidente do Departamento Científico de Cardiologia da SPSP, na qual ele ressaltou que há um impacto significativo do estilo de vida no aumento desses casos. Esse índice, segundo o especialista, é resultado de uma alimentação inadequada, com o consumo elevado de produtos ultraprocessados, sedentarismo e uso excessivo de telas. Para ele, a mudança nesse cenário só acontece se houver uma alteração nos hábitos de toda a família.

Assista à entrevista: 

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Revista Crescer – Pressão alta em crianças dobrou em 20 anos, com Gustavo Foronda https://spsp.org.br/revista-crescer-pressao-alta-em-criancas-dobrou-em-20-anos-com-gustavo-foronda/ Tue, 18 Nov 2025 18:38:47 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=54432 Veículo: Revista Crescer

Data: 18/11/2025

Um novo levantamento global revelou que o número de crianças e adolescentes com hipertensão quase dobrou nos últimos 20 anos, afetando 114 milhões de jovens. Quem falou sobre o tema foi o cardiologista pediátrico Gustavo Foronda, presidente do Departamento Científico de Cardiologia da SPSP, em entrevista à revista Crescer. De acordo com o médico, a hipertensão arterial na infância tem se tornado mais frequente, impulsionada por obesidade, alimentação inadequada, sedentarismo e padrões de sono e estresse alterados. Para ele, a prevenção deve acontecer no dia a dia, com mudanças de hábitos que beneficiem toda a família.

Leia mais: https://revistacrescer.globo.com/criancas/saude/noticia/2025/11/pressao-alta-em-criancas-dobrou-em-20-anos-o-que-os-pais-devem-fazer-agora.ghtml

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Portal Prefeitura de Atibaia – Ampliação da rede de apoio e incentivo à amamentação, com Rosângela Gomes dos Santos e Maria José Guardia Mattar https://spsp.org.br/portal-prefeitura-de-atibaia-ampliacao-da-rede-de-apoio-e-incentivo-a-amamentacao-com-rosangela-gomes-dos-santos-e-maria-jose-guardia-mattar/ Fri, 07 Feb 2025 11:40:39 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=50278 Veículo: Portal da Prefeitura da Estância de Atibaia

Data: 07/02/2025

A Prefeitura de Atibaia promoveu, no dia 7 de fevereiro, no Fórum da Cidadania, um evento para fortalecer a amamentação na região. A atividade, idealizada pela primeira-dama e pediatra Camille Donnabella Martini, foi divulgada no portal da prefeitura e teve como propósito fortalecer os laços entre os municípios, compartilhar experiências e fomentar o incremento dos bancos de leite na região. As palestras foram ministradas por Rosângela Gomes dos Santos e Maria José Guardia Mattar, respectivamente presidente e membro do Departamento Científico de Aleitamento Materno da SPSP, que trouxeram informações fundamentais sobre a importância da amamentação e os desafios enfrentados pelas mães nesse processo.

Leia mais: https://www.atibaia.sp.gov.br/noticias/fundo-social/prefeitura-de-atibaia-promove-evento-para-fortalecer-bancos-de-leite-materno-na-regiao

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Gazeta da Semana – Prevenção de doenças cardiovasculares começa na infância, com Gustavo Foronda https://spsp.org.br/gazeta-da-semana-prevencao-de-doencas-cardiovasculares-comeca-na-infancia-com-gustavo-foronda/ Thu, 31 Oct 2024 12:30:43 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=48781 Veículo: Jornal Gazeta da Semana

Data: 31/10/2024

O jornal Gazeta da Semana publicou entrevista com o cardiologista pediátrico Gustavo Foronda, presidente do Departamento Científico de Cardiologia da SPSP, em que abordou a prevenção de doenças cardiovasculares. Segundo o especialista, essa prevenção deve começar ainda na infância, período em que hábitos alimentares e estilos de vida se consolidam. Para o médico, alimentação saudável e atividade física regular têm um impacto significativo na saúde futura dos jovens. Além disso, ele ressalta que o acompanhamento pediátrico regular é essencial para detectar precocemente fatores de risco, como hipertensão e colesterol elevado.

Leia mais: https://gazetadasemana.com.br/noticia/198759/prevencao-de-doencas-cardiovasculares-comeca-na-infancia

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Dia Mundial do Coração https://spsp.org.br/dia-mundial-do-coracao/ Mon, 30 Sep 2024 15:08:45 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=48194 ]]>

No Dia Mundial do Coração, em 29 de setembro, é fundamental refletir sobre a saúde cardiovascular, especialmente em crianças. A manutenção de um coração saudável é essencial para uma vida ativa e para a prevenção de doenças cardiovasculares futuras. A prevenção deve começar na infância, período em que hábitos alimentares e estilos de vida se consolidam.

A importância da prevenção

As doenças cardiovasculares, frequentemente vistas na idade adulta, podem ter início na infância. Fatores como obesidade, sedentarismo e má alimentação aumentam a incidência de problemas cardíacos precoces. Dados mostram que 15% das crianças menores de 2 anos, 12% entre 2 e 5 anos e 25% de 5 a 10 anos apresentam excesso de peso. Entre adolescentes, essa prevalência é de 30%, o que é preocupante para a saúde cardiovascular a longo prazo.

Alimentação saudável

A nutrição é vital para a saúde do coração. Uma dieta equilibrada, rica em frutas, legumes, grãos integrais e proteínas magras é essencial para o desenvolvimento saudável. A American Heart Association recomenda limitar açúcares adicionados e gorduras saturadas para prevenir obesidade, hipertensão e dislipidemia. Envolver as crianças no preparo das refeições promove hábitos saudáveis e educação nutricional.

Atividade física regular

A atividade física regular é crucial para a saúde cardiovascular. As diretrizes sugerem que crianças e adolescentes realizem pelo menos 60 minutos de atividade moderada a vigorosa diariamente. Isso fortalece o sistema cardiovascular e melhora a saúde mental e social. Estudos indicam que a atividade física regular reduz o risco de doenças crônicas na adolescência e vida adulta.

Monitoramento da saúde

O acompanhamento pediátrico regular é essencial para detectar precocemente fatores de risco, como hipertensão e colesterol elevado. Isso possibilita intervenções rápidas e educação contínua sobre saúde.

Neste Dia Mundial do Coração, é nossa responsabilidade coletiva cuidar da saúde cardiovascular das crianças. Mudanças simples, como promover uma alimentação saudável e incentivar a prática de atividades físicas, podem ter um impacto significativo na saúde futura dos jovens. A educação e o envolvimento da família são fundamentais para essa transformação.

 

Relator:
Gustavo Foronda
Presidente do Departamento Científico de Cardiologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo

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Dia Mundial da Hipertensão Arterial https://spsp.org.br/dia-mundial-da-hipertensao-arterial/ Fri, 17 May 2024 10:00:04 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=46100 Hoje, 17 de maio, é o Dia Mundial da Hipertensão Arterial, e este tema voltado para a pediatria é algo pouco abordado e conhecido, porém é necessário que pais, cuidadores e sociedade saibam que crianças podem ter pressão alta, e que um estilo de vida saudável é necessário desde a infância. A hipertensão na faixa etária pediátrica pode estar relacionada com algumas cardiopatias congênitas; portanto, se seu filho estiver hipertenso é necessário que se exclua essa possibilidade. No entanto, a falta de atividade física associada a uma alimentação rica em sal, açúcar e excesso de peso são responsáveis pela maior parte dos casos de pressão alta em crianças e adolescentes. Nitidamente há uma piora alimentar muito grande nos últimos anos, e por isso os níveis de obesidade estão crescendo absurdamente, e consequentemente os níveis de pressão arterial também. A prevalência de hipertensão infantil aumentou de 75% a 79% nas últimas duas décadas, sendo um alerta aos pais e pediatras, pois a hipertensão e a obesidade são fatores de risco para as doenças do coração. Uma dúvida recorrente dos pais e cuidadores é quando a pressão arterial deve ser aferida nas crianças. De acordo com o manual de orientação sobre hipertensão arterial na infância e adolescência da Sociedade Brasileira de Pediatria, a pressão arterial deve ser verificada: – Em todas as crianças maiores de 3 anos pelo menos uma vez por ano; – Para crianças menores de 3 anos, a avaliação da pressão arterial está indicada em condições especiais, como: – Doenças cardíacas; – Doenças renais; – Transplante; – Uso de medicações que alteram a pressão arterial; – Prematuros < 32 semanas; – Muito baixo peso ao nascer; – Crianças que fizeram uso de cateter umbilical; – Crianças que tiveram outras complicações no período neonatal necessitando de internação em UTI; – Crianças que tiveram aumento da pressão intracraniana; – Outras doenças associadas à hipertensão (neurofibromatose, esclerose tuberosa, anemia falciforme, etc.). É importante reforçar que para aferir a pressão arterial em pediatria deve-se possuir o manguito adequado para o braço; além disso, o parâmetro de normalidade muda de acordo com a faixa etária; portanto, manter a consulta em dia com o pediatra é algo fundamental para a manutenção da saúde das crianças. Frente a esta problemática muito atual, a principal orientação e o pilar da prevenção de hipertensão arterial na infância é a mudança de hábitos de toda a família, pois a criança sedentária, obesa ou hipertensa, normalmente é um reflexo dos hábitos familiares. As principais recomendações são Ao menos uma hora de atividade física moderada a intensa por dia; Dieta rica em vegetais, frutas e alimentos ricos em fibra; Limitar a ingestão de sal; Evitar o consumo de açúcar e gordura saturada. Relator: Gustavo Foronda Presidente do Departamento Científico de Cardiologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo]]>

Hoje, 17 de maio, é o Dia Mundial da Hipertensão Arterial, e este tema voltado para a pediatria é algo pouco abordado e conhecido, porém é necessário que pais, cuidadores e sociedade saibam que crianças podem ter pressão alta, e que um estilo de vida saudável é necessário desde a infância.

A hipertensão na faixa etária pediátrica pode estar relacionada com algumas cardiopatias congênitas; portanto, se seu filho estiver hipertenso é necessário que se exclua essa possibilidade.

No entanto, a falta de atividade física associada a uma alimentação rica em sal, açúcar e excesso de peso são responsáveis pela maior parte dos casos de pressão alta em crianças e adolescentes.

Nitidamente há uma piora alimentar muito grande nos últimos anos, e por isso os níveis de obesidade estão crescendo absurdamente, e consequentemente os níveis de pressão arterial também. A prevalência de hipertensão infantil aumentou de 75% a 79% nas últimas duas décadas, sendo um alerta aos pais e pediatras, pois a hipertensão e a obesidade são fatores de risco para as doenças do coração.

Uma dúvida recorrente dos pais e cuidadores é quando a pressão arterial deve ser aferida nas crianças. De acordo com o manual de orientação sobre hipertensão arterial na infância e adolescência da Sociedade Brasileira de Pediatria, a pressão arterial deve ser verificada:

– Em todas as crianças maiores de 3 anos pelo menos uma vez por ano;

– Para crianças menores de 3 anos, a avaliação da pressão arterial está indicada em condições especiais, como:

– Doenças cardíacas;

– Doenças renais;

– Transplante;

– Uso de medicações que alteram a pressão arterial;

– Prematuros < 32 semanas;

– Muito baixo peso ao nascer;

– Crianças que fizeram uso de cateter umbilical;

– Crianças que tiveram outras complicações no período neonatal necessitando de internação em UTI;

– Crianças que tiveram aumento da pressão intracraniana;

– Outras doenças associadas à hipertensão (neurofibromatose, esclerose tuberosa, anemia falciforme, etc.).

É importante reforçar que para aferir a pressão arterial em pediatria deve-se possuir o manguito adequado para o braço; além disso, o parâmetro de normalidade muda de acordo com a faixa etária; portanto, manter a consulta em dia com o pediatra é algo fundamental para a manutenção da saúde das crianças.

Frente a esta problemática muito atual, a principal orientação e o pilar da prevenção de hipertensão arterial na infância é a mudança de hábitos de toda a família, pois a criança sedentária, obesa ou hipertensa, normalmente é um reflexo dos hábitos familiares.

As principais recomendações são

  • Ao menos uma hora de atividade física moderada a intensa por dia;
  • Dieta rica em vegetais, frutas e alimentos ricos em fibra;
  • Limitar a ingestão de sal;
  • Evitar o consumo de açúcar e gordura saturada.

Relator:
Gustavo Foronda
Presidente do Departamento Científico de Cardiologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo

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Café da Manhã com o Professor – Atualização no Tratamento do Canal Arterial no Prematuro – Março Lilás https://spsp.org.br/cafe-da-manha-com-o-professor-atualizacao-no-tratamento-do-canal-arterial-no-prematuro-marco-lilas/ Sat, 16 Mar 2024 13:00:00 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=42538 *Necessário fazer cadastro no site www.spspeduca.org.br para se inscrever.–                                                                            Programação 08h30 – 09h00Recepção com café da manhã 09h00 – 12h00Mesa redonda – Atualização no Tratamento do Canal Arterial no PrematuroCoordenador e moderador da mesa: Dr. Celso Moura Rebello 09h00 – 09h05AberturaDr. Celso Moura Rebello 09h05 – 09h40Tratamento clínico do canal arterial: onde estamos?Dra. Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck 09h40 – 10h15Fechamento não farmacológico usando radiologia intervencionista Dr. Gustavo Foronda 10h15 – 10h45Intervalo 10h45 – 11h20Prós e contras da ligadura cirúrgicaDr. Carlos Eduardo Tossunian Discussão e perguntas – Dr. Celso Moura RebelloDoutor em PediatriaPresidente do Departamento Científico de Neonatologia da SPSP Dra. Lilian dos Santos Rodrigues SadeckDoutora em Pediatria pela FMUSPDiretora de Cursos e Eventos da SPSP Dr. Gustavo ForondaPresidente do Departamento de Cardiologia da SPSPChefe do Centro Integrado de Tratamento de Cardiopatias Congênitas do Hospital Israelita Albert Einstein Dr. Carlos Eduardo TossunianCirurgião Cardíaco Pediátrico do Hospital Israelita Albert EinsteinEspecialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular –]]>

Foi realizado, no dia 16 de março, em ação pela Campanha Março Lilás, o Café da Manhã com o Professor – Atualização no Tratamento do Canal Arterial no Prematuro. O evento, organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Departamentos Científicos (DCs) de Neonatologia e de Cardiologia da SPSP, aconteceu de forma presencial e foi dirigido a médicos pediatras, tendo por objetivo promover uma atualização do tratamento do canal arterial, com foco no tratamento farmacológico, por radiologia intervencionista, e cirúrgico.


O Café da Manhã foi coordenado por Celso Moura Rebello, presidente do DC de Neonatologia da SPSP, que moderou a mesa-redonda sobre o tema e realizou a abertura do evento, e Gustavo Foronda, presidente do DC de Cardiologia da SPSP.  O Café contou com a presença de Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck, diretora de Cursos e Eventos e membro do DC de Neonatologia da SPSP, e Carlos Eduardo Tossunian, cirurgião cardíaco pediátrico do Hospital Israelita Albert Einstein.


Os temas abordados no evento foram: Tratamento clínico do canal arterial: onde estamos?Fechamento não farmacológico usando radiologia intervencionista e Prós e contras da ligadura cirúrgica. Ao final, houve uma sessão de discussão com perguntas do público aos participantes.


A gravação do Café da Manhã pode ser acessada no portal SPSP Educa (www.spspeduca.org.br).

*Necessário fazer cadastro no site www.spspeduca.org.br para se inscrever.

                                                                           Programação

08h30 – 09h00
Recepção com café da manhã
09h00 – 12h00
Mesa redonda – Atualização no Tratamento do Canal Arterial no Prematuro
Coordenador e moderador da mesa: Dr. Celso Moura Rebello
09h00 – 09h05
Abertura
Dr. Celso Moura Rebello
09h05 – 09h40
Tratamento clínico do canal arterial: onde estamos?
Dra. Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck
09h40 – 10h15
Fechamento não farmacológico usando radiologia intervencionista
Dr. Gustavo Foronda
10h15 – 10h45
Intervalo
10h45 – 11h20
Prós e contras da ligadura cirúrgica
Dr. Carlos Eduardo Tossunian
Discussão e perguntas


Dr. Celso Moura Rebello
Doutor em Pediatria
Presidente do Departamento Científico de Neonatologia da SPSP

Dra. Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck
Doutora em Pediatria pela FMUSP
Diretora de Cursos e Eventos da SPSP

Dr. Gustavo Foronda
Presidente do Departamento de Cardiologia da SPSP
Chefe do Centro Integrado de Tratamento de Cardiopatias Congênitas do Hospital Israelita Albert Einstein

Dr. Carlos Eduardo Tossunian
Cirurgião Cardíaco Pediátrico do Hospital Israelita Albert Einstein
Especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular

“Este evento recebeu patrocínio de empresas privadas, em conformidade com a Lei nº 11.265, de 3 de janeiro de 2006”. “Compete de forma prioritária aos profissionais e ao pessoal de saúde em geral estimular a prática do aleitamento materno exclusivo até os seis meses e continuando até dois anos de idade ou mais “. Portaria nº 2.051 de 08/11/2001 – MS e Resolução nº 222 de 05/08/2002 – ANVISA 

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Jornal Diário da Região – Sedentarismo aumenta risco de problemas cardiovasculares em crianças, com Gustavo Foronda https://spsp.org.br/jornal-diario-da-regiao-sedentarismo-aumenta-risco-de-problemas-cardiovasculares-em-criancas-com-gustavo-foronda/ Wed, 11 Oct 2023 19:18:46 +0000 https://www.spsp.org.br/?p=40663 Veículo: Jornal Diário da Região

Data: 11/10/2023

O cardiologista pediátrico Gustavo Foronda, presidente do Departamento Científico de Cardiologia da SPSP, foi entrevistado pelo jornal Diário da Região para falar sobre os problemas cardiovasculares que vêm afetando as crianças sedentárias atualmente. O médico reforçou que há trabalhos mostrando que permanecer muito tempo sentado piora o metabolismo, aumentando os riscos de obesidade e problemas cardiovasculares. Ele ainda ressaltou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que todas as crianças e adolescentes a partir de cinco anos façam pelo menos uma hora de atividade física diária, de moderada a forte intensidade.

Leia mais: https://www.diariodaregiao.com.br/cidades/riopreto/para-melhorar-a-saude-das-criancas-o-movimento-e-essencial-1.1905818

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